O QUE É UM MILAGRE?


O homem moderno tende a considerar os milagres como ocorrências extraordinárias, uma quebra das leis que regem a natureza existente. Para aquele que crê, o milagre faz parte da natureza existente como expressão do domínio de Deus, e intervenção para agregar à sua obra criativa mistério e beleza. 
Os milagres não são novos elementos, mas uma “nova ordem” dos elementos cotidianos na criação. Seu objetivo máximo não é o entretenimento, nem o encantamento, nem a diversão, mas despertar a fé educada pela normalidade da vida.
Existe uma grande diferença entre o milagre que é um despertamento divino e que nos leva para Deus, e a magia que é uma manipulação humana, e nos faz cultuar homens. O milagre de Deus é tudo aquilo que afeta a nossa normalidade e transforma a vida em justiça e domínio do Criador, enquanto magia é utilizada pelo homem segundo sua conveniência e necessidade.

O PROBLEMA NÃO É A UNÇÃO, MAS A NOÇÃO!

Um levantamento feito pela organização Global Action (www.globalaction.com), concluiu que 62% dos pastores não possuem um treinamento formal, e a grande maioria deles, têm um nível escolar menor do que o 6º ano do ensino fundamental. O problema é que uma pesquisa feita pela mesma organização, também concluiu que mais de 79% de cristãos ocidentais não arriscaria fazer parte de uma igreja em que o pastor não tivesse o mínimo de qualificação educacional. Aliás, este tem sido um dos fatores predominantes no êxodo de evangélicos para outras religiões. Estes dados crescem a cada ano.
Esta notícia é uma estatística que revela um sintoma crescente no meio evangélico, a igreja denominada cristã, adoece por conta da falta de noção de muitos que se chamam cristãos. Falta-nos a vontade de sermos razoáveis com os nossos limites e convicções. Temos dificuldade em admitir nossos erros e exageros, e por isso ficamos estigmatizados e ridicularizados. Não adianta nos escondermos por detrás de uma “pretensa perseguição”, sejam de demônios, sejam de pessoas. O fato é que muitos evangélicos por não compreenderam a “unção”, erram na noção, e deixam marcas contrários ao Cristianismo na sociedade.
Cultos exageradamente místicos, como se Deus nos excluísse da realidade existencial e nos fizesse viver na “espíritosfera”. Crentes que conhecem mais o Diabo, a ira de Deus e o Inferno, e jamais revelam o amor de Deus, nem nas atitudes, nem nas palavras. Gente que cria uma verdadeira disputa ministerial, proclamando mais o ministério do que o Reino de Deus. Pessoas convertidas à homens, e não ao Evangelho de Cristo. Verdadeiros exércitos de séquitos, liderados por lobos vorazes e líderes que rejeitam a verdade e o amor, se apoiando em experiências que revelam mais o coração dele, do que o verdadeiro trabalho do Espírito. Tudo isso junto, é o que a Bíblia chama de joio.
Mas na verdade o problema não é esse joio crescendo no meio da igreja, Jesus nos advertiu a esse respeito (Mt 13:24-30). O problema é a falta de ação de quem é trigo, de quem é luz, de quem é imagem e semelhança de Cristo. Precisamos fazer mais, ir além, quebrar estes paradigmas e sair da zona de reclamação e conforto de nossas igrejas, interagindo mais do fazem os que são joio. Acreditamos que a simples reclamação e apontamento dos erros é suficiente para mudar um quadro. Mas isso é um erro, Jesus não apenas reclamou, ele interagiu com o povo e lutou contra o espírito de religiosidade de sua época. É isso que precisamos fazer, e por isso concluo dizendo: O nosso problema não é a unção, mas a noção!

CRENTES TÓXICOS

Existe um problema sistêmico em toda organização que envolve pessoas, e a igreja não está isenta desta praga social. Refiro-me aqueles indivíduos que prejudicam, adoecem e matam com pequenas porções de veneno psico-emocional o Corpo de Cristo. Fazem uso da falsidade, da informação truncada, de uma mentira repetida, de uma história mal contada, para difamar e corromper amizades, projetos, sonhos e a unidade da Igreja. Estes “crentes” são tóxicos e fazem mal.

Como pastores, deveríamos administrar valores e princípios bíblicos, e não egos e vaidades. Essa toxina entre os crentes corrompe o Corpo e tira dele o foco principal, que é agradar o Cristo, Dono e Senhor da Igreja. Infelizmente pela falta de conhecimento bíblico, muitos se deixam corromper, por esta toxina que arranca a vida e semeia a morte do amor entre as pessoas. Deixando-nas secas e desconfiadas de tudo e de todos.

É por isso que aqueles, que antes eram grandes irmãos, tornam-se inimigos mortais. Aqueles que antes tiveram experiências de comunhão entre si, hoje competem em ministérios diferentes. Aqueles que faziam juras de amor, hoje trocam farpas publicamente. Esse é o trabalho dos crentes tóxicos, trazer desavenças e operar a discórdia no meio da comunidade. Viciando outras nessa toxina da discórdia.

Tolos são os que acreditam nessa toxina. Tolos os que se deixam levar por informações infundadas. Tolos aqueles que assassinam o valor de uma amizade e o potencial de uma relação, porque cegamente acreditam na discórdia, em detrimento do poder do amor.

Mas os que conhecem a Palavra sabem de antemão que no final o amor sempre vence. Isso é bíblico! Se um dia disseminarem a discórdia contra você, retribua com o amor. Não assassine o seu propósito, nem faça valer a opinião do teu inimigo. Quando retribuo na mesma moeda, torno-me igual aquele que me acusa. Esteja vacinado contra esse tipo de gente!

A Ele toda a Glória!

FILHO DO HAMAS DECLARA PUBLICAMENTE SEU AMOR POR ISRAEL

Fiquei impactado ao assistir este vídeo, uma declaração pública de um filho do sheik muçulmano Hassan Yussef, membro fundador do Hamas palestino, de seu amor hoje por Israel e sua conversão ao Deus de Israel. Assistam, e poderemos compreender melhor a razão das guerras no Oriente Médio.

APRENDENDO COM A FÉ DE TOMÉ - MP3

Uma pregação que relata a crise que pode acontecer, mesmo com alguém que professa a sua fé em Cristo. De todos os discípulos de Jesus, talvez o mais injustiçado seja Tomé, exatamente porque muitas vezes parecemos com ele.


Ouça a mensagem em áudio aqui: