Existe um problema sistêmico em toda organização que envolve
pessoas, e a igreja não está isenta desta praga social. Refiro-me aqueles indivíduos
que prejudicam, adoecem e matam com pequenas porções de veneno psico-emocional o
Corpo de Cristo. Fazem uso da falsidade, da informação truncada, de uma mentira
repetida, de uma história mal contada, para difamar e corromper amizades,
projetos, sonhos e a unidade da Igreja. Estes “crentes” são tóxicos e fazem
mal.
Como pastores, deveríamos administrar valores e princípios
bíblicos, e não egos e vaidades. Essa toxina entre os crentes corrompe o Corpo
e tira dele o foco principal, que é agradar o Cristo, Dono e Senhor da Igreja. Infelizmente
pela falta de conhecimento bíblico, muitos se deixam corromper, por esta toxina
que arranca a vida e semeia a morte do amor entre as pessoas. Deixando-nas
secas e desconfiadas de tudo e de todos.
É por isso que aqueles, que antes eram grandes irmãos,
tornam-se inimigos mortais. Aqueles que antes tiveram experiências de comunhão
entre si, hoje competem em ministérios diferentes. Aqueles que faziam juras de
amor, hoje trocam farpas publicamente. Esse é o trabalho dos crentes tóxicos,
trazer desavenças e operar a discórdia no meio da comunidade. Viciando outras
nessa toxina da discórdia.
Tolos são os que acreditam nessa toxina. Tolos os que se
deixam levar por informações infundadas. Tolos aqueles que assassinam o valor
de uma amizade e o potencial de uma relação, porque cegamente acreditam na
discórdia, em detrimento do poder do amor.
Mas os que conhecem a Palavra sabem de antemão que no final o
amor sempre vence. Isso é bíblico! Se um dia disseminarem a discórdia contra
você, retribua com o amor. Não assassine o seu propósito, nem faça valer a
opinião do teu inimigo. Quando retribuo na mesma moeda, torno-me igual aquele
que me acusa. Esteja vacinado contra esse tipo de gente!
A Ele toda a Glória!