Crença triunfalista ou fé triunfante

A Bíblia é a revelação da verdade. Esta verdade não possui um formato institucional, o que gera a liberdade de expressão da fé do seguidor das Escrituras. Porém, a Bíblia possui princípios inflexíveis e inegociáveis.
"A tolerância é a virtude do homem sem convicções" (G. K. Chesterton). Esta frase de Chesterton me mostra que, a libertinagem praticada hoje em “nome de Deus” nos templos e fora deles, está afetando profundamente a fé evangélica.
Estamos vivendo um tempo de intenso relativismo da fé. A impressão que temos no dia a dia social é de que todos os valores morais e as crenças religiosas são igualmente válidos e que não se pode julgá-los. Parece que o importante é que as pessoas tenham crenças, e não provar que uma delas é certa ou errada.
Uma coisa é tolerar as pessoas, outra é tolerar suas crenças. Esta tolerância irrefletida está evitando que posicionamentos sejam tomados em relação aos princípios hoje alardeados pelos pseudo-profetas contemporâneos.
Sendo assim, cada pessoa tem a sua verdade e ninguém pode alegar que a sua é superior à dos outros. Portanto, ninguém pode ter a pretensão de converter outros à sua fé. Uma vez que tudo é relativo.
Sabemos que a fé evangélica é fruto do CONHECIMENTO DAS ESCRITURAS + RELACIONAMENTO COM CRISTO. Quando estabelecemos estes dois atributos em nossa vida, andamos por fé.
A verdadeira fé promove as nossas relações com o próximo e com Deus. O que fazemos, fazemos por fé e não por vista. Pois a fé que vem do Espírito Santo é sempre uma virtude, e é virtuosa, no sentido de procurar sempre o bem e a excelência das coisas.
Não é uma crença triunfalista, mas sim uma fé triunfante!

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