Uma seguidora das palavras do Mestre.

Já se vão cinco anos que li a biografia de Madre Teresa, ela não apenas aprendeu do Mestre, Ela o encarnou em sua vida cotidiana. Recentemente tomei sua biografia novamente e fiz uma releitura, pois todas as vezes que a leio, me inspira a sair da mediocirdade de minha religiosidade.
É muito importante para nós, enquanto líderes cristãos, buscarmos exemplos de fé e de vida na contemporaniedade da igreja universal. Ei-lo aqui, este exemplo que atuou entre os mais pobres dos pobres, uma mulher de pequena estatura e de um amor gigantesco para com os necessitados.

“Quero que os meus atos preguem o meu Deus”, era o que Ela sempre dizia. Me senti confrontado com tão grandiosa fé e exercício de amor. Transcrevo abaixo umas de suas muitas reflexões:

O mundo que Deus nos deu é mais do que suficiente, segundo os cientistas e pesquisadores, para todos; existe riqueza mais que de sobra para todos. É só uma questão de reparti-la bem, sem egoísmo. O aborto pode ser combatido mediante a adoção. Quem não quiser as crianças que vão nascer, que as dê a mim. Não rejeitarei uma só delas. Encontrarei pais para elas. Ninguém tem o direito de matar um ser humano que vai nascer: nem o pai, nem a mãe, nem o estado, nem o médico. Ninguém. Nunca, jamais, em nenhum caso. Se todo o dinheiro que se gasta para matar fosse gasto em fazer que as pessoas vivessem, todos os seres humanos vivos e os que vêm ao mundo viveriam muito bem e muito felizes. Um país que permite o aborto é um país muito pobre, porque tem medo de uma criança, e o medo é sempre a maior de todas as pobrezas. Irmã Tereza de Calcutá

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