Culturalmente, nós cristãos, no natal celebramos o nascimento de Jesus Cristo. A Bíblia nos diz que Ele virá novamente, mas não mais como um bebê nos braços da virgem, mas sim como o Leão da Tribo de Judá. Num certo dia e hora (que ninguém sabe a não ser o Pai) determinada ele chegará. Nos últimos anos temos visto sinais que confirmam essa profecia. Terremotos, pestes, fome, aquecimento global, efeito estufa, como verdadeiras dores de parto, os sinais se multiplicam e aumentam. Contudo, se Jesus deixou pistas, e nos advertiu para sermos sóbrios e vigilantes, devemos sim ter a certeza de que, a cada dia que passa, é um a menos para seu retorno, e que este retorno está próximo. Só Deus Pai, exclusivamente, sabe quando será, mas os sinais estão acontecendo e nossa vigilância deve ser constante.



O vigiar não é em relação aos outros, mas a nós mesmos. Vigiar nossos passos, palavras e pensamentos. A prática do Cristianismo é, antes de mais nada uma auto-crítica, um voltar para dentro de si, um sondar mente e coração. O natal é essa lembrança anual de que Ele veio, e virá novamente, mas para celebrar apenas com aqueles que venceram e que possuem o nome inscrito no Livro da vida.


Neste dia viveremos o último natal, será um dia de festa, mas também de pranto, de alegria, mas também de tristeza. Chegará Aquele que fará a festa dos oprimidos, e acabará com a alegria dos opressores, e o mundo pasmo, verá com todos os olhos, celebrando e lamentando, por que Ele veio. Portanto o natal sem Jesus hoje, pode fatalmente representar o natal sem Jesus eternamente. Se você ainda não entregou sua vida completamente à Ele, hoje é tempo de celebrar esse natal. Mais do que comprar, presentes e festas, a maior benção que Deus nos deu foi o Emanuel, o Deus Conosco.


Jamais esqueçamos de renovar em nós os melhores sentimentos, como a paciência, a tolerância, generosidade, solidariedade, fraternidade, gratidão e muito amor. Que este natal te inspire a produzir uma vida abundante em ensino e humildade para o próximo ano, até que Ele venha.


A Deus toda a Glória. Maranata, Senhor Jesus!

Existe muita gente “viva” no mercado evangélico. E essas pessoas não são vivas, porque conheceram o Espírito que vivifica, mas vivas porque em seus corações impera a lei do Gerson, o famoso ícone do Brasil dos conchavos e das falcatruas, do dinheiro da cueca, e das orações de agradecimento pela propina alcançada.

Gente “viva” que vive da exploração do incauto e do aproveitamento da fé ingênua. Gente “viva” que ganha em cima da maldição atribuída a Deus e da perseguição oriunda do Diabo. Gente “viva” que sobeja de “dons espirituais” e títulos honrosos, mas que naufraga no caráter da exposição da Palavra e na ética ministerial.

Gente “viva” que arranca a pele das ovelhas, e essas com suas esquizofrenias, apostam alto na recomendação da última revelação dada aos tais ungidos. Gente “viva” que mantém cativos aqueles que buscam suas teorias para a libertação. Gente “viva” fazendo um trabalho grandioso para alcançar um prosélito, tornando-o duas vezes mais digno do inferno.

Gente “viva”, muito viva, mas que não geram vida. Sepulcros caiados. Tiago diz que fé morta é aquela que nada faz, a não ser dizer que sabe fazer, sem nunca fazer nada. E aqueles que nada fazem, fazem muito, mas fazem apenas para si mesmos. Sendo assim crescem, mas crescem como o câncer cresce, crescem para a morte. Essa portanto é a fé morta de gente viva.

A Fome que mata e o Pão que alimenta.

Para entender o tema dessa matéria precisamos entender que somos um planeta de famintos. Essa fome destrói todo tipo de progresso, de alcance, e de vida. E a fome a qual me refiro é aquela que nasce da angústia na alma do homem moderno, que no afã de querer ser o super-homem, esquece-se de que além de alimentar o físico, é essencial que se sacie o espírito. Para isso fomos chamados por Jesus, para dar aos homens “o quê” comer.

Quantos se esquecem de se abastecerem com o conhecimento verdadeiro, que é sem dúvida, o combustível para a integralidade da existência plena e efetiva. Muitos já não lêem e não buscam, por não ter tempo, já não se aprimoram porque já sabem tudo, e ignoram o que semelhante diz, porque se satisfazem com o universo limitado do seu próprio conhecimento. São anorexos em sua fé, e já não possuem forças pra caminhar e nem ajudar alguém a subir a ladeira da vida.

Sem falar na fome de justiça que sofrem milhões de pessoas, e que se sentem ultrajados por não terem seus direitos colocados em prática, sofrem e morrem a míngua, pois existe um muro de poder maligno que impede que a justiça chegue a todos sem distinção, de credo, cor, raça ou escala social. E a igreja não exercendo o seu papel de agência do Reino, ajuda a matar de fome os pequeninos de Jesus.

Somos vitimados pela inanição dos relacionamentos, que reparte e fraciona o ser humano dando a ele uma conotação de objeto, um “pet” social. É a coisificação do homem que o transforma em animal faminto de vontade de ser gente. E nossos programas evangelísticos além de atarem o indivíduo a visão denominacional, animalizam ainda mais a sua ética existencial arrancado-o do mundo para o prenderem dentro das paredes da religião.

Por isso Jesus tem compaixão dos famintos, dando-lhes sempre o que comer e beber, saciar o homem é a Missio Dei de Cristo. Por isso ele foi dado como sacrifício vivo. Matar a fome da alma é o dever de casa do cristão, pois segundo Dostoievski, “todo homem carrega dentro de si um vazio do tamanho de Deus”. Então, ainda que a igreja ou as pessoas te matem de fome, Jesus te alimenta, pois Ele é o Pão da Vida. Nele você será completamente saciado(a).

Jesus foi expulso da sua igreja!

Ontem, estava conversando com um irmão que defendia fielmente a sua denominação propondo que a mesma não negava os princípios essenciais do Evangelho. Não consegui de forma alguma assentir com suas afirmações, e lhe indaguei as seguintes perguntas:

  • O que aconteceria se dissesse ao presidente de sua denominação: “Afasta-te de mim Satanás, pois tu não cogitas as coisas de Deus”? – Certamente você seria expulso de nossa denominação – respondeu ele.
  • O que aconteceria se entrasse no seu templo, na hora do dízimo e das ofertas e começasse a chutar as cadeiras e as peças e quinquilharias do “bazar gospel”? – Certamente expulsaríamos demônios em você – respondeu ele.
  • O que aconteceria se sua denominação me encontrasse numa mesa de bar conversando com jogadores, bêbados e prostitutas a noite? - Certamente lhe daríamos uma repreensão na frente de todos! – Mais uma vez me disse ele.
  • O que aconteceria se chamasse o colegiado de pastores da sua denominação de raça de víboras e filhos do Diabo? – Meu Deus! Você seria expurgado de nossa denominação – Disse ele.
  • O que aconteceria se eu comentasse sobre a inutilidade do templo e das liturgias intermináveis de sua denominação? – Com certeza você seria convidado a sair de nossa igreja! – Esbravejou ele.

Pois é, por estas e por outras que Jesus foi expulso de sua igreja, pois na verdade ele fez todas estas coisas, aos religiosos e “denominações” de sua época.

Senhor Jesus nos livre dessa Macumba Evangélica!

Vejo que muitas igrejas agonizam na procura de uma nova campanha que as sustentem no próximo mês. O mundo evangélico, ou universo gospel, continua sendo uma turba de oportunistas inoportunos, que entre outras coisas envolvem incautos na prática de macumbas com selo de qualidade evangélica.

Em alguns cultos já não existe diferença, entre uma “gira” espírita e uma vigília cheia do “espírito”. Uma boa parte da igreja ainda continua vitimada pela corrente dos 318, pelo corredor dos 70 e tal, vendida pela ilusão de franjas de vestes que curam, pela venda de Rosa de Sarom que arranja emprego, por carteira de trabalho em altar, peças de roupas, sabonetes ungidos e outras "tranqueiras", que libertinamente se fazem de impuras vitrines de libertação, conduzidas por lobos em pele de cordeiros.

Tudo o que vemos hoje é resultado do sincretismo religioso, isto é, da mistura entre o sacro e o profano, entre o cristão e o pagão. O fenômeno não é novo, mas o formato e a linguagem sim. Por isso o rito atrai, mas também trai a fé do incauto, levando ele ao inferno, tudo isso feito em nome de Jesus!

Fomos chamados para salgar, não para sermos salgados; iluminar, e não sermos iluminados; conduzir, e não sermos conduzidos; influenciar, e não sermos influenciados. Assim, ao invés de tomar a forma do mundo e cultuar como as religiões pagãs, deveríamos seguir o ensino da Palavra de Deus e cultuar a Deus sem essas magias, feitiçarias e macumbarias. Faça minhas as palavras de Paulo à Timóteo:
"Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem" (1Tm 4:16).

A Deus toda a Glória.


O maior inimigo do Evangelho é o próprio crente!

Existe uma famosa frase atribuída a Gandhi que diz: “Amo o cristianismo, mas abomino os cristãos, pois não vivem segundo os ensinamentos de Cristo. Eu seria cristão, sem dúvida, se os cristãos o fossem vinte e quatro horas por dia."

A distorção entre a prática dos crentes e a Palavra de Deus é gritante. Vivemos tempos que nos faltam exemplos, e os poucos que restam, nostalgia a alma das lembranças de que houve um tempo em que a Igreja Evangélica Brasileira tinha gigantes. Gigantes da ética, do caráter e da destreza e pureza da Palavra.

Hoje o gigantismo é doença da alma. Pastores e líderes querem ser grandes na mídia, na disputa da maior igreja, e no ego que jamais se afaga com ninharias. Impessoalidade e personalismo é o tom da nova era de estrelas (caídas) que impera nas igrejas de hoje.

Recentemente fui a um destes cafés de pastores, e não encontrei ninguém ali que me lembrasse Jesus Cristo, mas vi vários, malafarisianos, jabesianos, marcosinfelicianos e terranovianos da vida. Seus ternos reluzentes e seus egos ofuscantes buscavam espaço nas primeiras cadeiras. Faziam tudo aquilo que Jesus advertiu seus seguidores que fizessem.

Não sejamos tolos, as pessoas reparam mais no que fazemos do que naquilo que dizemos. A ótica de Gandhi é a mesma ótica com que as pessoas olham pra nós. Nossos valores são altruístas, mas nossas ações são péssimas. A práxis cristã está em baixa. Estamos interessados em coisas que Deus não se interessa.

Na igreja do primeiro século, seus freqüentadores foram chamados de “cristãos”, porque se pareciam com Cristo, e esse nome foi dado pelos de fora. Hoje temos vários nomes: crentes, pentecostais, históricos, arminianos, calvinistas, vasos, varões, varoas, e outras bizarrices, mas é difícil ligar qualquer um destes nomes a Pessoa de Cristo, pois Jesus não era nada disso, ele era “apenas” Servo. Sem glórias, sem assessores, até mesmo sem “templo”. Sua igreja era “informal” para os padrões da época, ele não vinha de linhagem teológica ou nobre.

Portanto o maior inimigo do Evangelho e de Jesus, não é o Diabo como alguns advogam, mas o próprio crente, que mercadeja a Palavra e que usa a religião como trampolim triunfalista. Que adora mamom no lugar de Deus em seus templos, e que acusa com dedo em riste mandando pro inferno todos aqueles que não seguem a cartilha de sua igreja ou “visão”. Como diz o californiano Rob Bell: “Senhor Jesus, livra-me dos teus seguidores!”

A Deus toda a Glória
Bruno dos Santos

O MINISTÉRIO DO SAL PISADO

Não houve ninguém que importunou mais os Fariseus e Mestres da Lei do que Jesus Cristo. Ele disse aos discípulos como é difícil conviver com pessoas que não são aquilo que pregam. Que jamais deveriam fazer o que eles faziam. O que isso significa nos dias de hoje: Cuidado, muito cuidado!

Cuidado com aqueles que abraçam seus lucros em troca de seus princípios;
Cuidado com aqueles que abraçam o benefício próprio em troca das escrituras;
Cuidado com aqueles que abraçam a falsidade em troca da verdade no coração;
Cuidado com aqueles que abraçam a pseudo-perfeição em troca da degradação do outro;
Cuidado com aqueles que abraçam a prosperidade pessoal em troca do “deixar tudo por amor do evangelho”;
Cuidado com aqueles que abraçam sua própria vontade em troca da vontade de Deus;
Mas o que pregam? Exatamente tudo aquilo que não vivem, a saber: Princípios, escrituras, verdade no coração, arrependimento, deixar tudo pelo evangelho, vontade de Deus, blá, blá, blá, ...pregam...pregam...pregam... mas não vivem, nem com um dedo sustentam o que dizem.

Como posso avaliar que tipo de gente é essa? Como descobrir se são lobos em pele de cordeirinho? Muito simples. Compare seus discursos com suas práticas de vida. A saber:

• Pregam princípios morais, mas qual é a ética que usam no dia a dia?
• Pregam que devemos seguir as escrituras, mas quais preceitos elas aplicam no dia a dia?
• Pregam que devemos ser verdadeiros, mas quantas vezes, você pegou ele(a) na mentira?
• Pregam que devemos reconhecer que somos pecadores, mas quantos vezes ele(a) posam de perfeitos? Quase uma “infalibilidade papal”.
• Pregam que devemos dar a nossa parte, mas quantas vezes vocês os vê abrindo mão daquilo que possuem?
• Pregam que devemos cumprir a vontade de Deus, mas tente fazer algo que não seja a vontade deles?
• Pregam que não são donos de nada, mas procure nexer em algo que seja do "ministério"?
• Pregam que devemos ser submissos, mas espere deles submissão em alguma coisa?
• Pregam que devemos participar de todos os eventos, mas quantos eventos, além daqueles que eles são “chamados para humildemente trazer a palavra”, eles comparecem?
• Pregam que devemos ajudar, trabalhar e nos doar, pois no começo eles fizeram isso, mas porque agora parecem nada mais fazer a não ser viver da glória do passado? Será que não existem histórias para o presente?
Enfim pregam, mas não vivem...e por isso nada valem, não são senão sal para ser pisado pelos homens e escarnecidos pelas autoridade celestiais.

A Deus toda a Glória
Bruno dos Santos © 2009

A FOTO DO ARREBATAMENTO

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Uma simples foto em preto e branco vem causando estranheza e discussão aos irmãos que a viram. Segundo o jornal “O Clarim”, essa foto é uma revelação que o Espírito Santo deu a uma irmã no sul do país. Ela recebeu a ordem de Deus que fosse até um fotógrafo da sua cidade, e que ele fotografasse a página da Bíblia (1ª Tessalonicenses 4:13-18). Ao chegar ao estúdio e depois de explicar o que queria, o fotógrafo indagou com a irmã se o que ela queria não seria uma “fotocópia da página da Bíblia”?

A irmã então disse ao profissional que tinha certeza do que queria, e que fora uma ordem de Deus. Segundo o relato, o fotógrafo tirou a fotografia, e ao revelar tomou um enorme susto quando ampliou a foto. O espanto do profissional foi tão grande e que depois de ouvir as palavras da irmã, não hesitou em aceitar a Jesus como salvador de sua vida, e hoje serve ao Senhor na sua cidade, contando a todos quanto pode, o testemunho poderoso acontecido com ele.

A foto mostra uma imagem nublada, exatamente como numa visão, o que acontecerá no dia do arrebatamento No alto da foto, percebesse um anjo tocando uma trombeta, e logo abaixo, como descrito no texto, os que já morreram com Cristo subindo em direção ao arcanjo. Numa visão muito nebulosa, várias imagens misturadas como a de uma igreja, uma mesa de jantar vazia, um prédio aparentando estar em chamas, uma imagem, talvez de um cemitério com os túmulos abertos, dois camelos e ao fundo as três pirâmides do Egito, alguns animais, talvez vacas pastando, dois carros batidos, e muitas outras imagens obscuras.

Acima está a foto e aquilo que supostamente as imagens representam:
1. Rosto de Jesus na direita superior;
2. Rosto do Diabo na esquerda superior;
3. Um arcanjo tocando uma trombeta no centro superior;
4. Milhares de pessoas reunidas voltadas para o céu abaixo do arcanjo;
5. Como que uma grande explosão no centro da figura;
6. Ao lado esquerdo da explosão uma mulher usando chapéu e a figura de uma criança flutuando sobre uma cama;
7. Ao lado direito da explosão uma igreja (uma catedral);
8. Abaixo da explosão a figura de dois carros chocando-se;
9. Ao lado direito dos carros, como se uma pessoa estivesse sendo arrebatada de seu leito ("estarão dois numa cama, e um será levado");
10. Mais a direita, a imagem de vacas pastando no campo;
11. Ao lado esquerdo, abaixo da cama onde um bebê está flutuando, aparece um prédio em chamas;
12. Ao lado do prédio está uma mesa vazia;
13. Ao lado da mesa está a imagem de uma pessoa moendo trigo, enquanto o vulto de outra está sendo arrebatada;
14. Ao lado direito a imagem de camelos e as três pirâmides do Egito;
15. Ao lado inferior direito, como que um grande mar bravio;
16. No centro inferior, a imagem como que de caixões de onde partem raios de luzes, os mortos sendo arrebatados;
17. Logo abaixo, duas mulheres caminhando.

O PERIGO DE UM APAGÃO ESPIRITUAL

Nesta terça feira dia 10 de novembro de 2009, aconteceu um apagão na rede elétrica de São Paulo e em outros 17 estados da federação por conta de uma “pane” na Hidrelétrica de Itaipu. O fato é que milhares de pessoas foram pegos de surpresa, o que gerou muito transtorno e prejuízos enormes.

Um apagão dessa magnitude nos leva a muita reflexão. Percebi como somos frágeis em nossos relacionamentos interpessoais. Como já não conseguimos ficar muito tempo sem TV e sem computador e internet. Sem luz, já não podemos ler e estudar adequadamente. Sem luz não há muito o quê fazer, não é mesmo?

Se isso acontece na nossa dimensão física e natural, o que será que acontece se tivermos um “apagão” na nossa vida espiritual? Como é viver sem luz no espírito? Sem uma motivação adequada? Sem relacionamentos adequados? Sem discernir o que é certo e errado? Jesus mesmo falou: "Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida”. João 8:12.

Muitas pessoas estão vivendo esse apagão espiritual! Muitos estão caminhando tateando a escuridão em busca de um fio de luz ou lucidez que nos dê razão para continuar com uma fé centrada naquilo que é essencial. Gente apagada no espírito é gente confusa, gente que não pode guiar ninguém, gente que não pode diferenciar o erro e o engano. Gente que vive nas sombras da verdade.

No dia do apagão procuramos acender outras modalidades de luz, tínhamos uma lanterna recarregável, acendemos algumas velas em casa e até tiramos a poeira de um velho “lampião”. Mas ainda assim sabíamos que estávamos no escuro ou com uma luz que não era suficiente para iluminar todo o espaço.

Assim também muita gente dispõe de “outras” formas para iluminar a sua vida. Iluminam com teorias, teologias, convenções, denominações, e idéias, mas a verdadeira luz, aquela que pode encher todo o ambiente do seu coração, é somente Jesus. Essa é a luz verdadeira, Jesus é a luz que ilumina, Jesus é a luz que JAMAIS SE APAGARÁ!

USINA 21 EM SÃO PAULO

Por Nany de Castro - www.guiame.com.br

O sábado do dia 7 de novembro reuniu em São Paulo a galera jovem cristã no 7º Usina 21. O auditório Rui Barbosa da Universidade Mackenzie foi o local de encontro de cerca de 500 jovens de diversas denominações, com objetivo de serem instrumentos de Deus na sociedade.

"A gente está trabalhando para dar ao jovem um sentido diferente para sua fé e vocação. O Usina é um espaço onde o jovem pensa, como ele, enquanto cristão, pode trabalhar para transformar a sociedade nas suas várias áreas", afirmou o vereador Carlos Bezerra Junior, idealizador do evento. Desde 2002, o Usina 21 já reuniu líderes cristãos como Ariovaldo Ramos, Ziel Machado, Ed Renê Kivitz, a senadora Marina Silva e o missionário Pedro do Boréu.

Antes das ministrações, os palhaços dos Jovens da Verdade coloriam o palco, dançavam e faziam os presentes se mexerem ao som de músicas agitadas e engraçadas.

Ariovaldo Ramos trouxe a mensagem principal, baseada no versículo de Mateus 18:11: "Porque o Filho do homem veio salvar o que se tinha perdido". O pastor apontou que Deus falasse de seu amor pelo homem, a trindade fez as três ações sociais para salvar a humanidade perdida. Primeira: a decisão de enviar Jesus para viver como humano e salvar; segunda: a criação de um universo provisório, aonde a morte não era o fim de tudo; terceira: empréstimo de sua bondade para o ser humano. "Porque até as pessoas que não amam a Deus, podem amar seu próximo", lembrou Ariovaldo, que ressaltou também que o fato de o Senhor não aprovar a construção de imagens de sua pessoa explica-se porque o próprio ser humano foi feito à imagem de Deus.

"A trindade em Cristo abraçou o sacrifício para que a gente pudesse existir. Como eu gosto de falar: ?Para que Deus pudesse dizer haja luz, ele primeiro teve que dizer haja cruz?", afirmou o Pr. Ramos.

Com 53 opções de oficinas para os horários da manhã e da tarde, a juventude pôde escolher desde temas relacionados à dança, comédia, trabalhos sociais, a assuntos como o abuso sexual infantil dentro da Igreja e disco voadores.

Apesar de a maioria ser jovem, outros segmentos da sociedade como os PMs de Cristo, representado pelo Major Alexandre Terra, também estiveram no Usina."O Usina 21 é um evento fantástico. Essa proposta de mobilização dos jovens para transformação social, como uma Usina de idéias, é fundamental para que o jovem tenha a sua visão ampliada sobre as possibilidades de atuar e transformar a sociedade. É fundamental que esse evento seja fortalecido e multiplicado na nossa cidade e estado", disse o Major.

As oficinas

Durante a manhã, o Guia-me participou da Oficina ministrada pelo vereador de São Paulo Carlos Alberto Bezerra Junior (PSDB). Nela, discutiu-se a violência sexual infantil e como a Igreja de Cristo pode ser um agente de conscientização e proteção das crianças. Para Bezerra Jr. é preciso punir os criminosos, porém não focar neles todas as atenções, e sim nas crianças violentadas, que precisarão de apoio e condições de tratamento psicológico, espiritual e social para um desenvolvimento saudável. "A pedofilia é um sintoma de uma sociedade doente", afirmou o vereador.

À tarde, o pastor Bruno dos Santos mexeu com a curiosidade de muitos cristãos. Os discos voadores e a possibilidade de vida inteligente fora da terra foram explanados de uma forma mais teológica. A ufologia foi explicada como uma pseudociência, que vem para substituir os antigos laços religiosos e trazer aos crentes em extraterrestres, esperança de uma vida que transcende a natural.

Para Bruno dos Santos, o evento, realizado na Universidade Mackenzie, tem um papel muito importante para a juventude. "A Usina 21 é mais do que um movimento, é um espaço aonde a gente pode discernir algumas coisas que estão acontecendo no momento social, político, teológico e afins. Porque falta esse espaço de discussão e debate entre os jovens hoje no Brasil e em São Paulo", explanou o pastor..

O sociólogo Gedeon Alencar também ministrou uma das oficinas. Nela, falou sobre o aumento do número de evangélicos no País. Para ele, o crescimento quantitativo não garante o qualitativo, e não implica também em mudança social.

Para o sociólogo, mesmo que os participantes do evento tenham sido em sua maioria evangélicos, é importante o caráter prático das oficinas. "A usina 21 é um evento evangélico, mas se caracteriza essencialmente pela ênfase prática e oficinas específicas da inserção social do jovens nesse momento, na questão da arte, da ecologia, na questão política. Nesses diferentes aspectos que, invariavelmente, dentro da Igreja a gente não fala muito", apontou o sociólogo.

Fonte:Guia-me

O CÉU NÃO É O LIMITE!

A Bíblia Sagrada sempre esteve a frente dos cientistas, uma de nossas mais recentes descobertas científicas, a clonagem e a manipulação genética, já é fato antigo nos relatos bíblicos, afinal todos sabem que Eva foi feita a partir de uma combinação genética de Adão. Mas muitas pessoas insistem em dizer que a Bíblia é um livro antiquado e moralista, quando na verdade a Bíblia é atualíssima em suas revelações, e uma das mais recentes tema ver com a discussão da existência de vida extraterrestre

Desde os tempos mais remotos, mestres da antigüidade, tanto na Suméria, como no Egito, na China, no México ou em qualquer outra civilização antiga, eram bastante versados na localização e nas órbitas das estrelas visíveis. Eles as tinham contado, catalogado e agrupado, declarando que o número total era de quase duas mil estrelas!

Mas a Sagrada Escritura estava muito à frente destes antigos cientistas. De acordo com a Bíblia, as estrelas são tantas quanto os grãos da areia na praia (Gênesis 22:17) e simplesmente não podem ser contadas! A imensidão do espaço celestial foi - e continua sendo - totalmente incompreensível para o homem. "Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensarnentos" (Isaías 55:9).

A origem e o propósito das estrelas, não deixavam mais perplexos os observadores da antigüidade do que os nossos astrônomos modernos. Naturalmente não há falta de teorias, e novas teorias estão sendo desenvolvidas com bastante freqüência com o propósito de explicar a origem e a evolução e a razão do universo ser como é. Algumas perguntas inquietantes na cabeça de muitos são: Por que o Universo sendo tão imenso, Deus não habitaria outros planetas como o nosso? Por que há tipos tão diferentes de estrelas e galáxias e fenômenos interestelares? Por que os outros planetas mais próximos são estéreis? Qual é o propósito dos pulsares e quasares? E assim por diante.

São muitas as perguntas e poucas as respostas, mas sabemos que a maioria das estrelas são úteis para dar luz, para a navegação e para a cronologia. São uma fonte de beleza e inspiração para a humanidade. Além disso, cada nova descoberta nos céus estelar aumenta o nosso espanto diante da imensidão do poder e da variedade do Criador. E assim como o salmista refletimos: "Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras das suas mãos" (Salmo 19:1).

Os entusiastas do assunto se aprofundam ainda mais na especulação de vida em outros planetas ou a origem do fenômeno OVNI. O grande questionamento está no fato de pensar se a vida foi especificamente criada para a Terra, e a terra para a vida? Até onde podemos observar, não existem nem mesmo planetas em outra parte, equipados para sustentar vida biológica. E mesmo se existisse, quando a estrela mais próxima se encontra a quatro anos-luz de distância, não há possibilidade racional de algum dia sermos capazes de nos comunicar com tais hipotéticos seres do espaço de tais hipotéticos planetas.

Por mais espantoso que possa parecer o homem está inescapavelmente confinado a apenas um pequenino ponto no vasto universo. Mas isso não negaria a possibilidade de vida (não podemos relacionar a idéia de seres viventes apenas a condição biológica) e diferentes energias em outros rincões do universo criado.

Desde a mitologia antiga as estrelas e os seres angelicais permeiam os acontecimentos históricos, e o imaginário coletivo. Seres angelicais podem possuir uma relação com este cosmo físico e real. Contudo, são seres espirituais, não físicos e, portanto, não estão restritos a forças gravitacionais e eletromagnéticas que controlam os corpos formados por elementos químicos.

Portanto há um exército de estrelas incontáveis nos céus e também um incontável exército angélico. Este parece que habita aquele e estão, portanto, intimamente relacionados, tanto nas Escrituras como na mitologia.

Mas apenas os anjos podem alcançar as estrelas, por que Deus colocou tão estranha fascinação e anseio pelo céu no coração do homem?
Quer saber mais sobre este assunto? Acesse a minha página no portal Guia-me: www.guiame.com.br
A Deus toda a Glória
Pr. Bruno dos Santos
(Este material foi preparado originalmente para a revista Célebre do mês de Novembro).

Meus novos textos. No portal Guia-me


Queridos amigos de caminhada blogueira. A partir de 1 de Outubro estarei escrevendo a partir do portal guia-me e destinarei este blog para informações de divulgação dos blogs parceiros e matérias interessantes. Meus textos e matérias estarão exclusivamente no portal GUIA ME.
Lá você vai poder também adquirir materiais exclusivos, como e-books meus, cd´s e escutar reflexões sovre variados temas. Espero vcs lá e de vez enquando passem por aqui para lerem outros blog´s interessantes.

A Deus toda a Glória
Pr. Bruno dos Santos

Descrente de alguns crentes, mas nunca de Deus!

Recentemente fiquei chocado ao conhecer um trabalho que acontece no interior de São Paulo, chamado: “Casa de Restauração Ministerial”. Uma ONG que ajuda pastores desiludidos com o ministério. Isso mesmo! Uma organização que atende pastores mortos pela pressão ministerial que vivem e que freqüentemente não suportam a exigência de seus líderes, tratados como vassalos pelas suas organizações, já não querem mais o seu chamado, nem admitem sua vocação, alguns até não crêem mais na igreja.

Mas antes de falar qualquer coisa, gostaria de refletir sobre algo que acontece nos bastidores das igrejas evangélicas brasileiras. Muitas denominações e ministérios nasceram da rebeldia particular e da tentativa de adaptar a Bíblia a uma vontade pessoal e não em coerência com a verdade bíblica. Quando não damos conta de negar nosso afã egocêntrico e seguir a fé corretamente, partimos para nossa criação do que precisamos e entendemos que é essencial para o mundo. Abraçamos uma espécie de esquizofrenia messiânica.

Uns afirmam que tiveram visões divinas, outros aparições de anjos e vozes celestiais, e como cada um depende da fé do outro para se firmar, encontram em mentes férteis desesperadas por crer, o terreno perfeito para a execução de seus planos e projeções pessoais. Tornam-se porta-vozes de Deus para aquela denominação ou ministério.

Criam-se os chamados “ministérios personais”. Em que toda teologia, doutrina e ênfase, é estabelecida pelo líder maior, um quase Papa Evangélico. Muitos ao procurar redesenhar ou questionar as práticas e opiniões são coagidos a “entenderem” que aquilo é a “visão de Deus” e ponto final, e que, caso ele não esteja “dentro da visão”, sua vida será fraca, de dificuldades e de rebeldia. Pois ele está questionando o “ungido” de Deus. Isto é um ultraje, e uma distorção da vocação pastoral e do chamado de Deus para o homem.

Reconheço que meu discurso é inadequado para a maioria dos religiosos, para os profissionais da religião, para os eclesiásticos, Pois esta reflexão toca nos “sonhos” tornados realidades ideais, sonhos estes pagos pelos que já foram chamuscados pela ira destes líderes ou pelos desavisados que inocentemente almejam um lugar no ministério, e que sustentam o estilo de vida do líder, sua ideologia e cegamente seguem suas determinações.

Meu pensamento pode parecer até anárquico, pois desarruma coisas tradicionais, adquiridas, consagradas, legalizadas, e institucionalmente reconhecida por muita gente. Mas, sei também que há algumas pessoas que sentem o peito oprimido, que buscam mais oxigênio, mais espaço, mais liberdade e que arriscam viver na incomoda situação de insegurança mesmo dentro das instituições as que pertencem.

Muitos quando vão sair, saem tarde, saem feridos, desiludidos, acabados em sua integridade moral, destituídos da realidade do perdão e do consolo, saem mortos e precisam de trabalhos como desta ONG, que restaura líderes, que restaura descrentes de crentes. A estes despedaçados pelo ministério quero deixar uma palavra amiga.

Você pode até abandonar uma visão ministerial, sem nunca deixar de seguir o Caminho. Tornam-se descrente de crente, mas sem tornar descrente de Deus e nem da sua igreja, pois Deus derrama sua Graça. Pois tenho entendido a célebre frase de Philip Yancey, em seu livro “Maravilhosa Graça” quando diz: “Rejeitei a igreja durante algum tempo porque encontrei bem pouca graça ali. Voltei porque não descobri graça em nenhum outro lugar”.


Quando Deus aperta o "Parafuso da Fé".


Perdi meu emprego pastor Bruno e preciso sustentar minha família, e agora o que faço? Por que Deus permitiu isso acontecer na minha vida? Além disso uma irmã disse que perdi meu emprego porque estava com algum pecado oculto na minha vida! Não sei o que pensar mais sobre este assunto!
Carlos XX XXXXX XXXXXX (Curitiba - PR)
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R: Diariamente, quando as adversidades nos atropelam, somos tentados a nos esconder delas, pedindo a Deus: “se possível passa de mim este cálice Senhor!”, e geralmente Deus parece não escutar este tipo de oração, pois a mesma feita pelo seu legítimo filho Jesus, tão pouco foi ouvida, mas a vontade de Deus se cumpriu no final.

Sei que sua situação não é nada fácil de lidar, mas penso que as adversidades nos tornam melhores e mais íntegros em nossa relação com Deus, pois somos através delas, modelados para nos tornar pessoas de fé. Anunciadores da esperança e confiança no caráter de Deus.

A adversidade não é um problema de “pecado escondido” como alguns fariseus gostam de pensar e afirmar, mas uma ferramenta que serve para apertar nosso “parafuso da fé” e sustentar nossa vida nas mãos de Deus.

A adversidade revela em “quê” nos estamos colocando a nossa confiança e a nossa esperança, a adversidade nos revela a qual deus servirmos de fato e de verdade. Por isso, Jesus só foi quem foi, diante da adversidade que viveu, e a nossa vida não teria o mínimo sentido se nós não atravessássemos problemas diariamente.
Portanto não pergunte “POR QUE isso aconteceu comigo?” Mas sim, “PARA O QUÊ, isso aconteceu?”. A Vontade de Deus é nos tornar cada vez mais perfeitos em nossa relação com ele.
Se qualquer coisa está atrapalhando meu caminho com Deus, Deus vai tirá-la de mim, ainda que eu pense que isso seja uma PERDA, na verdade será um GRANDE LUCRO, pois assim como Deus não nos dá nada além do que podemos suportar, Deus também não nos tira nada daquilo que não podemos perder.
Pense nisso e que Deus te abençoe ricamente em nome de Jesus. Na medida do possível, estarei orando para que Deus te fortaleça nesse momento.

NOVAS POSTAGENS NO PORTAL GUIA-ME

Gostaria que os seguidores, assim como aqueles que gostam de ler as postagens publicadas em meu blog acessem o Portal Guia-me. Nossa parceria tem sido uma grande benção e o portal é repleto de reportagens e notícias interessantes sobre o universo evangélico.
Portanto, todas as nossas postagens podem ser acompanhadas pelo portal também. Eu sou um dos colunistas juntamente, com queridos irmãos que escrevem sobre tudo. Um espaço de rico conteúdo pra você se divertir, se entreter e aprender. Que Deus abençoe ricamente a vida de todos vocês.

Por que meu Deus, por quê?


Por que aqueles que gostam de “batalha espiritual” não lutam contra a pobreza e a demanda social da população carente, entrando nas favelas e “decretando” o fim do domínio das trevas nestes lugares?

Por que aqueles que possuem unção para “governar” não administram presídios e detenções, e viabilizam projetos de sociabilização nestes lugares chamados “sem jeito” pela sociedade?
Por que aqueles que gostam de falar tanto de “cura interior” não fazem visitas a orfanatos e sanatórios para procurar curar os corações feridos destes lugares, e quebrar o sentimento de rejeição que eles tanto falam?
Por que aqueles que adoram discutir “teologia” não se unem em prol de um movimento educacional que promova melhoras tangíveis neste país, afinal não somos a religião do “livro”?
Por que aqueles que oram tanto pela prosperidade das pessoas, não criam agências de consultoria nas regiões mais pobres desta nação, e ensinam os mais necessitados a desenvolverem uma economia sustentável, promovendo uma melhoria na qualidade de vida dos mesmos?
Por que aqueles que gostam de “cantar” sobre Jesus e de testemunhar o “milagre” de Deus, não fazem shows beneficentes arrecadando mantimentos para os desabrigados da seca ou das enchentes, ou mesmo doando seus polpudos cachês para entidades carentes,...de vez em quando?
Por que os grandes pregadores ao invés de investirem milhões de dólares em canais de televisão, não criam programas de saúde preventiva ou investem na construção de orfanatos e casas de recuperação, ou mesmo na manutenção de missionários desassistidos no campo onde estão pregando com suor e lágrimas o Evangelho de Cristo?
Por que aqueles que afirmam ter o dom de curar não ficam de plantão nas entradas das clínicas de hemodiálises e nos hospitais de câncer?
E por fim, por que aqueles que são chamados Apóstolos, Profetas, Mestres e Pastores, possuem um forte aparato de seguranças, maquiadores, assessores de imprensa, advogados e empresários, coisas que nem Jeremias, Isaias, Pedro ou Paulo se valeram no seu tempo?
Neste universo de “por quês” fica apenas uma texto pairando em minha mente: “Pelos seus frutos os conhecereis...”
A Deus toda a Glória para sempre!
Bruno dos Santos

Apocalipse Now: Uma moeda global e o fim dos tempos.

A ONU defendeu a criação de uma nova moeda global para proteger os mercados emergentes do "jogo de confiança" da especulação financeira, em mais um dos golpes recentes contra o papel do dólar como divisa de reserva internacional. Para a Unctad (o braço das Nações Unidas para o comércio e o desenvolvimento), uma das hipóteses é a criação de uma espécie de banco central global (que também poderia ser o FMI, reformado), que emitiria uma moeda de reserva "artificial" --como o bancor, proposto por John Keynes, em Bretton Woods, em 1944.

O bancor seria uma moeda internacional destinada a ajustar os desequilíbrios nos balanços de pagamento dos países (que, no entanto, continuariam com suas próprias divisas). "Uma possibilidade é que os países concordem em trocar suas próprias moedas por uma nova, de modo que a moeda global seria lastreada por uma cesta de divisas de todos os membros", diz relatório da entidade, que considera o atual sistema de moeda de reserva (em que predomina o dólar) como um dos culpados da atual crise.

A Unctad afirma ainda que, ao contrário de hoje, tanto países que têm grande deficit (como os Estados Unidos) como os que possuem enormes superavit (caso da China) terão que ajustar as suas contas, não ficando mais a responsabilidade apenas com os primeiros. Segundo a entidade, o modelo atual tem um viés deflacionário, já que os países deficitários são obrigados a reduzir as suas compras no exterior quando não conseguem mais financiamento, enquanto os superavitários não têm o dever de aumentar as suas importações. A demanda menor, portanto, reduz o preço dos produtos.

Longe de enxergar uma grande “idéia” que reúne o mundo em torno de uma boa resposta a demanda financeira global, uma moeda única será uma passo imensurável ao ideal de globalização de forma prática e da institucionalização das formas mais vis de governo, pois os que estão no poder jamais abrirão mãos dele.

A institucionalização de uma moeda única trará ao mundo uma perspectiva de conforto e de consumo jamais imaginada, pois todos poderão comprar sem barreiras, nem freios econômicos. A força deste movimento nos revelará que não apenas a economia deve ser globalizada, como a forma de governar também, gerando pressupostos para realizar o mesmo em outras áreas da sociedade.

Uma só moeda, um só governo, uma só cultura e pronto! Vemos o ambiente preparado para um governo global, sem precedentes na história humana. Vejo que cada vez mais estamos perto de um desfecho apocalíptico. Apenas peço a Deus que guarde nosso coração no tempo da provação, e que possamos declarar a nossa fé, não apenas da boca pra fora, mas sabendo discernir os dias, pois os mesmos são maus, muito maus.

A Deus toda a Glória


Fonte original da matéria:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u620711.shtml

Marina Silva e o futuro do Brasil e do mundo.


Sabemos que estamos diante de mais uma corrida presidencial. E prefiro fazer minhas colocações políticas antes de qualquer apresentação de candidatos. Infelizmente não posso votar por ser um estrangeiro residente no país. Mas sempre procuro influenciar minha esposa quando ela vai votar.
Nesta eleição, penso que Marina Silva seja a melhor e mais apta candidata a governar esta nação. Não porque ela tenha algum projeto econômico salvador, ou que seja uma hábil articulista política, ou mesmo uma personagem carismática nos corredores do Congresso Nacional, e muito menos porque ela é evangélica. O que faz de Marina uma candidata forte ao cargo de presidente desta nação, é porque esta mulher carrega dentro de si uma enorme consciência ecológica e é uma das melhores ambientalistas do mundo.
Suas palestras sobre preservação ambiental são admiradas aos quatro cantos do mundo, e bem sabemos que nosso país carrega a responsabilidade de ser preservado do desenfreado desmatamento da fauna e flora brasileira, tão importante para o funcionamento do eco-sistema mundial.
A primeira ordem de Deus ao homem, que foi de cuidar do jardim e preservá-lo, já foi deixada de lado a muito tempo. Na ânsia de tornar-se rico, o homem tornou-se louco, pois suas conquistas cegaram suas necessidades mais básicas. Em breve o mundo ouvirá falar de desabrigados ecológicos e nações que desmedidamente usufruem de recursos naturais sem nenhum tipo de controle sofrerão as conseqüências mais catastróficas.
Oro à Deus, que o Brasil seja mais consciente nestas eleições, e pense muito no meio ambiente como a única moeda forte do futuro, e que Deus abençoe esta nação com um ou uma presidente a sua altura. Que Marina Silva seja abençoada, e que Deus seja louvado por tudo.

A Gripe Suína e as Profecias Bíblicas.

Estamos inseridos dentro de um contexto caótico ante a mais uma doença apocalíptica. O Vírus Influenza A (H1N1), transformou a “normal” gripe em um inimigo viral temido por todas as pessoas, em muitos continentes. Sei que posso encontrar contextos bíblicos para falar desta doença, como por exemplo, em Mateus 24:5-8 que nos dá algumas indicações importantes para que possamos discernir a aproximação do fim dos tempos: “Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores.”

Mas não devemos, entretanto, interpretar qualquer destes eventos únicos como uma clara indicação da iminente chegada do fim dos tempos. Deus nos deu informações suficientes para que possamos estar preparados, mas o que mais deveria chamar a nossa atenção, não seria o número de mortos, mas o surgimento desta peste, que tem um fundo extremamente obscuro, pois os últimos dias também seriam marcados por uma geração perversa e má, como o Apostolo Paulo nos adverte: “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios” (I Timóteo 4:1). Os últimos dias são descritos como “tempos perigosos” por causa do aumento do caráter maligno do homem e pessoas que ativamente “resistem à verdade” (II Timóteo 3:1-9; veja também II Tessalonicenses 2:3). E isso é extremamente significativo, pois verifiquei algumas informações sobre o surgimento deste vírus na internet e veja que fatos interessantes, encontrei sobre o assunto:

· O vírus H1N1 contém uma mistura de ADN de gripe aviária, gripe suína asiática e européia e gripe Humana.

· O vírus tem menos de 1% de probabilidade de surgir aleatoriamente e normalmente na humanidade.

· Já existem indícios que a empresa Novartis Pharmaceuticals de Basel, na Suíça, conspirou com corruptos “cientistas” e com o próprio governo dos EUA, para a projeção deste novo medicamento, o Tamiflu gerando bilhões de dólares em receita, (lembre-se que os EUA necessitavam sair da crise econômica em que estavam)

· O vírus foi disseminado propositalmente no México, país turístico para se ter eficiência na propagação mundial do vírus. (vizinho dos EUA)

· As patentes protegem a propriedade da vacina contra gripe e deve ser pedida e fixadas antes de o vírus pandémico for liberado, a fim de minimizar a concorrência e maximizar os lucros potenciais. A Novartis fez um pedido de patente nos EUA em Nov. 4, 2005, e o órgão responsável aceitou este pedido e concedeu aos E.U.A o código “20090047353A1″ para “Dividir a vacina contra influenza a “Adjuvantes” em 19 de fevereiro de 2009.

Enfim, existe uma grande probabilidade de estarmos diante de um quadro, caótico por custa da ganância humana e da profundidade do pecado inserido no homem. Cegos e ávidos pelo lucro e pela riqueza. Matando principalmente pessoas de classes menos favorecidas. Essa pandemia também coincide com a crise mundial, com a falta de empregos, e com a fome que pode vir a assolar o planeta. Este estado de pânico pode ser interessante para muitas organizações políticas e religiosas, além de um grande interesse econômico envolvido por trás de tudo isso.

Infelizmente, não temos como saber antecipadamente qual o efetivo papel desta nova crise no quadro profético que vivemos, sequer se ela tem algum papel, mas pelo alinhamento e acumulação de problemas que temos visto nos últimos meses, tanto em sinais genéricos, quanto específicos da profecia bíblica, tudo isto nos traz a certeza que os últimos dias podem aparecer em um horizonte muito mais próximo do que efetivamente imaginamos.


A Deus toda a Glória.

pr.brunoblog@gmail.com

Acesse estes links para sua pesquisa pessoal sobre a nova gripe e a verdade:

http://whataversity.wordpress.com
http://avoltaestaproxima.webnode.com
http://www.alertnet.org



Construindo Novas Babilônias

Certa feita, Nabucodonosor quando, um dia, passeava pelos corredores de seu palácio, disse: “Acaso não é esta a grande Babilônia que eu construí como capital do meu reino, com o meu enorme poder e para a glória de minha majestade?” (Dn 4.30).
Este é o mesmo sentimento que muitos dos que lideram igrejas por este país afora, e que têm gerado toda sorte de ira, frustração e ódio por parte de pessoas que se sentem lesadas por estas “igrejas”, assumem.
E os fatores que geram este tipo de comportamento nefasto estão fundamentados em 3 pilares. O primeiro deles é o sentimento de posse. Muitos deles se tornam os legítimos construtores e “proprietários” daquilo que ousam chamar de “Igreja de Jesus”. Um grande paradoxo, para dizer o mínimo. Mas isso não é novidade. Nabucodonosor também assumiu este comportamento quando imaginou que a Babilônia lhe pertencia.
Em seguida, transparece com enorme desenvoltura, o sentimento de poder. Quem tem mais poder? Deus ou o Super-pastor? Evidentemente, o Super-pastor, muitas vezes, imagina ter todo o poder para fazer daquele espaço geográfico que ocupa, o que ele bem entender. Se existe ao redor necessidades legítimas, isso não importa. Afinal, o pastor tem o poder para mudar, nomear e mandar como ele quiser. Com Nabucodonosor e a sua Babilônia aconteceu o mesmo. Ele chegou a dizer que detinha “enorme poder”.
Finalmente, transparece para mim algo ainda mais terrível: o sentimento de arrogância. Alguns destes pastores dizem que nada lhes impedirá de continuarem agindo desta maneira, mesmo que os outros protestem. Puro sentimento de arrogância e de soberba! Nabucodonosor afirmou que a Babilônia lhe servia também de motivo de muito orgulho. Na verdade ele foi mais sincero que muitos destes “pastores”, pois, ao menos disse que aquela cidade representava a “glória de sua majestade”. É por isso que em lugar de expandirmos o Reino de Deus, conquistando o respeito e a simpatia das pessoas, através de igrejas saudáveis e missionárias, em muitos casos, infelizmente, estamos construindo novas Babilônias e ganhando a antipatia de muitos. Pior, estamos sendo reconhecidos como um povo arrogante e manipulável. Resta a nós declarar perante o Cordeiro: “Senhor Jesus, tem misericórdia de nós!”

Tire suas dúvidas sobre a NOVA GRIPE

O Ministério da Saúde está fazendo todos os esforços possíveis para deixar a população informada sobre a Influenza A (H1N1). O trabalho da imprensa tem ajudado também a esclarecer os brasileiros sobre a nova gripe. O Ministério mantém no seu site www.saude.gov.br um espaço específico para o tema, que traz informações atualizadas, além de colocar à disposição da população o atendimento gratuito pelo Disque Saúde 0800 061 1997. Veja algumas dúvidas e as respostas:

1 - Qual é a previsão de produção da vacina contra a influenza A (H1N1) no Brasil?
O Instituto Butantan, ligado à Secretaria de Saúde do Governo do Estado de São Paulo, é responsável no Brasil por desenvolver as vacinas contra a gripe comum (sazonal) e estará à frente também do desenvolvimento da gripe contra a influenza A (H1N1). A vacina a ser produzida no Brasil estará disponível no próximo ano. Além de desenvolver a vacina, o MS avaliará, junto ao Butantan, a necessidade de comprar vacinas prontas de outros fabricantes.

2 – Haverá cadastramento de novos laboratórios para realização de exames de diagnóstico?
Atualmente, três laboratórios de referência fazem o exame de diagnóstico da influenza A (H1N1) no Brasil: Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/RJ), Instituto Evandro Chagas (IEC/PA) e Instituto Adolf Lutz (SP). Há a possibilidade, agora, de credenciamento de Laboratórios Centrais (Lacens) para centralizar a realização desses exames nos estados, além dos três laboratórios de referência. Isso já está em curso para os estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais, mas ainda não há data definida para essa habilitação.

3 - Como é realizada a distribuição do medicamento?
A distribuição dos medicamentos é centralizada. O Ministério da Saúde envia os remédios aos estados, respondendo às solicitações das Secretarias Estaduais de Saúde. Cabe a elas não só indicar as unidades de referência no atendimento da nova gripe, como também ampliar o número de unidades para realização do tratamento. Outras unidades podem ser indicadas para atender os casos e usar o antiviral.

4 - O Brasil tem medicamento suficiente para enfrentar a influenza A (H1N1)?
Sim. O Ministério da Saúde tem medicamento suficiente para enfrentar a pandemia de influenza A (H1N1). O MS tem um estoque de 9 milhões de tratamentos em pó. Eles foram adquiridos em 2005, época de uma possível epidemia de gripe aviária. Além disso, na terça-feira (21 de julho), o governo federal recebeu mais 50 mil tratamentos. Desses, 15 mil vão para o Rio Grande do Sul, estado entre os mais afetados pela doença. Outros estados com maior número de casos também receberam quantidade adicional de tratamento. Até o fim de julho, o MS vai receber mais 150 mil tratamentos. Nas próximas semanas, será um milhão a mais de medicamentos disponíveis, além do que está estocado em pó. O Ministério esclarece que o estoque de remédios está de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

5 - Quais os critérios de utilização para do medicamento fosfato de oseltamivir?
Apenas os pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas, desde o início dos sintomas, e as pessoas com maior risco de apresentar quadro clínico grave serão medicados com o fosfato de oseltamivir. Os demais terão os sintomas tratados de acordo com indicação médica. O objetivo é evitar o uso desnecessário e uma possível resistência ao medicamento, assim como já foi registrado no Reino Unido, Japão e Hong Kong. É importante lembrar, também, que todas as pessoas que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico, para indicação ou não de tratamento com o fosfato de oseltamivir.

6 - Quem está no grupo de risco?
O grupo de risco é composto por idosos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), pessoas com obesidade mórbida e também com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.

7 - Grávidas podem tomar fosfato de oseltamivir?
Não há registros de efeitos negativos do uso do fosfato de oseltamivir em mulheres grávidas e em fetos. No entanto, como medida de precaução e conforme orientação do fabricante, esse medicamento só deve ser tomado durante a gravidez se o seu benefício justificar o risco. Essa decisão deve ser tomada de acordo com indicação médica.

8 - Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?
Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.

9 - Quando eu devo procurar um médico?
Se você tiver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum.

10 - O que fazer em caso de surgimento de sintomas?
Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe deve procurar seu médico de confiança ou o serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento adequado. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos 68 hospitais de referência.

11 - Por que o exame laboratorial parou de ser realizado em todos os casos suspeitos?
Essa mudança ocorreu porque um percentual significativo — mais de 70% — das amostras de casos suspeitos analisadas em laboratórios de referência, antes dessa mudança, não era da nova gripe, mas de outros vírus respiratórios, ou não era de nenhum virus. Com o aumento do número de casos no país, a prioridade do sistema público de saúde é detectar e tratar com a máxima agilidade os casos graves e evitar mortes.

12 - Os hospitais estão preparados para atender pacientes com a Influenza A (H1N1)?
Atualmente, o Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento adequado para atender aos casos que necessitem de internação. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.

13 - Como eu posso me prevenir da doença?
Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.

Entre a Graça e a Desgraça.

Caro Pastor Bruno;

Recentemente ouvi um cd contendo uma mensagem sua sobre Livre-Arbítrio e Pré-destinação e gostaria que o senhor esclarecesse este assunto de uma forma mais clara pra mim. Somos livres ou não? Podemos escolher a Cristo ou não? Caso suas respostas sejam afirmativas, isso não seria fundamentalismo religioso?

Susana Gomes – São Vicente/SP

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Querida Susana; Graça e Paz do Senhor.

Não sou um fundamentalista religioso, apenas alguém (sem demagogia nenhuma) que necessita desesperadamente da graça de Deus que em salva Nele e para Ele. Creio sim, na escolha soberana de Deus sobre os homens (que a teologia nomeou de Pré-destinação), e para ser sucinto, vou tratar das seguintes proposições: Deus escolheu um número definido de pessoas para a salvação; o homem não tem livre-arbítrio que o capacite a crer no evangelho; os que crêem é porque foram previamente escolhidos; e os que não foram escolhidos não crêem.


1. Deus escolheu um número definido de pessoas para a salvação

Esta é uma verdade cristalina da Bíblia. Paulo escreveu que "devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação" (2Ts 2:13). Vemos aí que Deus fez uma escolha pessoal de pessoas para salvá-las. Qualquer tentativa de enfraquecer essa verdade, seja alegando que se trata de eleição para uma obra ou ofício, ou que se refere à eleição de um povo e não de indivíduos ou ainda que se trata de eleição de toda a humanidade, é lutar contra a clareza e a contundência da Bíblia, não apenas nesta passagem como em tantas outras onde a eleição soberana e graciosa é ensinada.

2. O homem não tem livre-arbítrio que o capacite a crer no evangelho

Igualmente verdadeiro é o fato de ninguém tem uma capacidade intrínseca de crer em Jesus Cristo por si mesmo. O próprio Cristo afirmou que "ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia" (Jo 6:44). É significativo que a palavra traduzida por trazer é a mesma que em outras partes da Escrituras é traduzida arrastar (Jo 21:11; At 16:19; 21:30; Tg 2:6), indicando que o homem só vai a Jesus arrastado por Deus. A fé não é uma faculdade do homem, mas algo que lhe é concedido. Por isso se diz que "a fé vem" (Rm 10:17) como um "dom de Deus" (Ef 2:8)


3. Os que crêem é porque foram previamente escolhidos

O testemunho bíblico é que apenas os que foram escolhidos na eternidade crêem em tempo oportuno. Lucas, pesquisador e historiador cuidadoso, registra que "creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna" (At 13:48). Vemos aí uma ordem entre eleição e fé. Essa mesma ordem aparece nos escritos de Paulo. Aos romanos ele escreveu "aos que predestinou, a esses também chamou" (Rm 8:30). Mais tarde, ao dizer que Deus "nos salvou e nos chamou com santa vocação" deixou claro que isso se deu "conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos" (2Tm 1:9).

4. Os que não foram escolhidos não crêem

Finalmente, a Bíblia ensina que "a fé não é de todos" (2Ts 3:2), mas os que crêem é pela "fé que é dos eleitos de Deus" (Tt 1:1). Jesus disse "mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas" (Jo 10:26). Somente quem foi escolhido por Deus recebe a capacidade de crer no evangelho, pois como já dito anteriormente, crer no evangelho e ir a Cristo não é uma habilidade natural do homem, chame-se isso livre-arbítrio ou qualquer outro nome que lhe queiram dar.

Quando se trata de verdades espirituais, não devemos nos apegar aos nossos pressupostos ou conceitos arraigados em nossa mente, mas devemos nos render ao que a Bíblia nos ensina. Graças a Deus pelo Seu Filho que me amou e a si mesmo se entregou por mim.

A Deus, toda a Glória.