Existe muita gente “viva” no mercado evangélico. E essas pessoas não são vivas, porque conheceram o Espírito que vivifica, mas vivas porque em seus corações impera a lei do Gerson, o famoso ícone do Brasil dos conchavos e das falcatruas, do dinheiro da cueca, e das orações de agradecimento pela propina alcançada.

Gente “viva” que vive da exploração do incauto e do aproveitamento da fé ingênua. Gente “viva” que ganha em cima da maldição atribuída a Deus e da perseguição oriunda do Diabo. Gente “viva” que sobeja de “dons espirituais” e títulos honrosos, mas que naufraga no caráter da exposição da Palavra e na ética ministerial.

Gente “viva” que arranca a pele das ovelhas, e essas com suas esquizofrenias, apostam alto na recomendação da última revelação dada aos tais ungidos. Gente “viva” que mantém cativos aqueles que buscam suas teorias para a libertação. Gente “viva” fazendo um trabalho grandioso para alcançar um prosélito, tornando-o duas vezes mais digno do inferno.

Gente “viva”, muito viva, mas que não geram vida. Sepulcros caiados. Tiago diz que fé morta é aquela que nada faz, a não ser dizer que sabe fazer, sem nunca fazer nada. E aqueles que nada fazem, fazem muito, mas fazem apenas para si mesmos. Sendo assim crescem, mas crescem como o câncer cresce, crescem para a morte. Essa portanto é a fé morta de gente viva.

Um comentário:

LEVI ARAÚJO disse...

Mandou bem Bruno!

É triste demais confirmar a cada dia como o numero dessa "GENTE VIVA" cresce.

Misericordia!

Abração.