Perguntas de um leitor do blog.

Querido Pr. Bruno, Paz de Deus. Acompanho seu blog, quase todos os dias e tenho me alimentado muito nele, mas venho vivendo uma experiência dura em minha caminhada ministerial. Tenho dificuldade de comunicação com o meu pastor, que mesmo sendo uma pessoa bacana, não leva muito a palavra de Deus a sério e sempre procura fazer prevalecer a sua própria opinião. Devo seguir irrestritamente a vontade de meu líder sem questionar, como ele mesmo afirma? E se não obedecer as idéias e princípios dele, me coloco debaixo de maldição diante de Deus? Durante um bom tempo, aprendi isso e peço sua ajuda, gostaria de saber sua opinião sobre estes assuntos.
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Graça e Paz, meu irmão!
Primeiramente gostaria de agradecer sua participação em meu blog, e fico feliz que as minhas postagens sirvam de refrigério para a sua alma. Mas, confesso que fiquei na dúvida quanto ao seu pedido, na verdade penso que você deseja que eu afirme aquilo que você mesmo já decidiu em seu coração e têm medo de declarar. Vejo que pela colocação de suas palavras, no seu interior, você já tem toda esta questão resolvida, apenas não tomou a devida providência. Portanto faça aquilo que deve ser feito.
Mas, também devo prestar um esclarecimento, quanto as suas duas últimas perguntas.
Primeiro: Você não deve seguir irrestritamente (segundo a Bíblia), nem o seu próprio coração que é enganoso, quanto mais o coração de uma pessoa que está investida de poder e influência sobre os outros e que procura afirmar sua opinião sobre os demais apenas pelo uso de seu cargo eclesial? É claro que a Bíblia diz que devemos nos submeter aos nossos pastores, quando estes pelo exemplo e caráter demonstram equilíbrio e nos passam confiança em suas idéias e princípios em acordo com a palavra de Deus, mas a palavra “irrestritamente”, além de arbitrária é incoerente com a proposta do Evangelho. “O maior seja aquele que mais serve...” Lembra? – Palavras de Jesus.

Segundo: Você está debaixo de maldição quando você segue uma pessoa que pensa que se não segui-la estará debaixo de maldição! Entendeu? Eu explico: “Maldito o homem que CONFIA (crê, coloca suas esperanças e salvação, nas idéias de um ser humano caído e limitado) em outro homem”. Veja bem, maldição acontece em nossa vida por muitos motivos, mas principalmente por seguirmos pessoas que possuem uma síndrome messiânica como este seu líder. Meu conselho é: “Vá arejar um pouco a mente”. Leia muito a Bíblia, busque o Senhor em oração e peça discernimento ao Espírito de Deus. E você verá que nem mesmo minha opinião vale qualquer coisa, sem que Deus fale primeiramente com você. E Ele fala, tenha certeza!

Que Deus te abençoe ricamente em Cristo.

Um sermão para bilionários


O que você vai ler a seguir é um trecho inédito de Você Está Louco! -- Uma Vida Administrada de Outra Forma, o livro do dublê de guru e empresário Ricardo Semler, editado pela Rocco. Com um tom confessional em que entremeia experiências pessoais e viagens exóticas com idéias heterodoxas sobre economia, administração e educação.

David Rockefeller, admirador do Brasil, certa vez me convidou para fazer um workshop com os 100 clientes mais ricos de seu Chase Manhattan Bank. Seria em Paris, no Hotel Ritz, com eventos sociais intensos, começando com Barbara Hendricks cantando para eles no Salão dos Espelhos de Versailles -- e por aí afora. Eram, claro, 100 bilionários. Para dizer a verdade, dois tinham apenas algumas centenas de milhões e eu reclamei com os organizadores dizendo que não estava acostumado a lidar com gente de menor poder aquisitivo. Meu interlocutor não entendeu a graça e passou alguns minutos se desculpando que esses dois haviam sido incluídos a pedido do private bank deles. O outro palestrante era George Bush, pai, e almoçamos juntos, discutindo a turma de convidados e como iríamos concatenar nossas falas. Resolvi que falaria com eles a respeito do sentido da vida. O diretor do banco ficou preocupado. Como em todas as minhas palestras, não havia script entregue antes da data, que quase todos os organizadores querem ver. Incluo assuntos lidos no jornal da manhã e ouvidos dos convidados pouco antes da palestra. É claro que isso deixa os organizadores mucho nerviosos, mas é vital para meu estilo de falar sobre algo relevante e atualizado.

Iniciei pedindo um levantamento de quem éramos. Os 100 ricaços, vestidos impecavelmente e distribuídos em poltronas de veludo vermelho pelo salão nobre e dourado do Ritz, me olhavam com desconfiança. Primeiro perguntei quantos deles haviam começado seus negócios com uma cifra como objetivo da empreitada -- apenas quatro eram herdeiros. Quase todos levantaram a mão. Na seqüência, perguntei quantos enxergavam seus negócios tendo como objetivo ganhar dinheiro ou, como se diz hoje em dia, reforçando o valor dos acionistas. Todos, exceto um, levantaram a mão. Pedi que cada um usasse o bloquinho fornecido para escrever a cifra que haviam colocado como alvo no começo de carreira. Em seguida, pedi que levantasse a mão quem havia superado a marca almejada, e cerca de 90 o fizeram.

"Pergunto", sussurrei com minha voz mais meditativa, "qual a razão para vocês levantarem toda segunda de manhã e irem ao escritório se já atingiram seu objetivo de vida como empresários?" Silêncio sepulcral. Uma tímida mão se ergueu. "Porque temos também um sentido social, queremos retornar algo à comunidade."

"Ah", retruquei, animado, "então vocês geram empregos, que são vitais para a sociedade, o que os enche de responsabilidade?" A maioria dos queixos balançou vigorosamente, e um alívio desanuviou o ambiente. Perguntei para onde iriam esses empregos se a empresa deles deixasse de existir: seriam simplesmente eliminados da face da Terra ou essas vagas seriam repostas por concorrentes que usurpariam a fatia de mercado em questão? Completei citando um estudo da Duke University em que ficou demonstrado que o nível de emprego global em nada depende do sucesso individual das empresas. Se o ramo está bem e alguém precisa do produto, haverá emprego. Se a empresa faz bobagem, um concorrente toma a fatia de mercado e contrata as pessoas. Se a tecnologia muda, a indústria como um todo demite e, muitas vezes em outro país, outras empresas contratam para entregar a nova tecnologia aos antigos clientes da empresa que demitiu. O resultado líquido é sempre perto de zero, e o que uma empresa faz individualmente não é relevante para o quadro de empregos.

Novo silêncio constrangedor. "Será então", disse com otimismo, "que a responsabilidade social de vocês se dá por meio de filantropia e devolução de dinheiro à sociedade?" Novamente os acenos, dessa vez mais desconfiados. "Quantos de vocês", continuei, "já doaram grandes quantidades de dinheiro, ou obras de arte, à sociedade?" Quase a totalidade acenou, entusiasmada. "E", investiguei com certa falta de tato, "quantas dessas doações foram feitas anonimamente, quantas alas de hospital ou de museu chamam-se agora Ala Anônima em homenagem à quantia que doaram?" Ninguém levantou a mão. Segui dizendo que, se as doações revertiam para a vaidade da família ou em prol da imagem da empresa, não haveria como aferir se eles tinham mesmo senso de responsabilidade social, o que deixava novamente em aberto a questão da motivação de ir ao trabalho toda segunda-feira. Nessa hora sugeri que talvez aceitassem que a razão não seria encontrada nos livros de administração e nos gurus de business, mas sim nos escritos psicanalíticos de Freud, Jung e R.D. Laing. "Vocês vão ao escritório toda segunda-feira para satisfazer a necessidade de sentir que estão vivos, que têm algo a cumprir enquanto estiverem na Terra, que seus talentos precisam de vazão. Vão trabalhar por questões de auto-estima e por não entenderem a razão pela qual estão vivos, nada mais -- e compreender isso com franqueza alivia muitas das sensações falsas que vocês dão como explicação fechada e resolvida."

Enfatizei que nunca havia conhecido alguém que fosse trabalhar apenas pelo dinheiro. Olharam-me com sobrancelhas levantadas, como se todos conhecessem dezenas de pessoas assim. Repeti que havia encontrado muitas pessoas que acreditavam ir trabalhar pelo dinheiro, mas que uma análise mesmo superficial já demonstrava não ser o caso. Dinheiro é instrumento de escambo. Em outras palavras, só serve para ser trocado por outra coisa. Não é de sua natureza -- como instrumento -- ficar parado. Dinheiro em excesso, como gasolina estocada num posto, é inflamável. Ganho em demasia vira um risco. Não é por outra razão que empresas que detêm caixa generoso, acima das necessidades previsíveis de capital, não conseguem mantê-lo em tesouraria por muito tempo. O conselho de administração, os executivos ou os acionistas encontram o que fazer com ele. Do excesso de caixa, inclusive, vêm muitas das maiores bobagens já feitas no mundo dos negócios. É nessa hora que surgem aquisições desnecessárias, fábricas faraônicas que depois ficam ociosas e planos de expansão de mercado fadados ao insucesso. Na melhor das hipóteses, esse dinheiro é distribuído aos acionistas e vira mansões, helicópteros e carrões. Muitas vezes, vira filantropia. O desperdício no ramo da filantropia, aliás, é outro exemplo do que o excesso de caixa pode gerar de desvios de bons propósitos. É só ver como as verbas, mesmo de empresas privadas, vão parar em projetos sem mérito ou apresentados por amigos e conhecidos, e a dificuldade intransponível de pequenos projetos com pé no chão ser financiados.

Basta ver biliardários como Bill Gates e Ted Turner, que demonstram os desvios que ocorrem quando há excesso de caixa. No começo, doam-se obras de arte, pergaminhos de Leonardo da Vinci e alas de hospitais. Mas, quando a fortuna continua aumentando, as dificuldades aumentam. Ficar doando de 1 milhão em 1 milhão de dólares não chega a distribuir o juro diário do dinheiro. É preciso encontrar projetos maiores. Turner financiou a recuperação do bisão americano, coisa de dezenas de milhões de dólares, mas em nada diminuiu sua fortaleza de Tio Patinhas. Em algum momento, todos eles, por questão de imagem e por ficarem perplexos com o que fazer com tanto dinheiro, chegam à mesma solução que as misses Universo: desejam a paz mundial. Tal qual tivessem descoberto Saint Exupéry e O Pequeno Príncipe, concluem que são responsáveis por tudo que cativam. Como cativaram o mundo, nada mais justo do que salvá-lo e gerar paz na Terra. Ted Turner e Bill Gates doaram, cada um, coisa de 1 bilhão de dólares à ONU e a projetos de paz no mundo. Ora, poucas doações são mais inócuas, dólar por dólar, do que à ONU e a institutos de paz mundial. Certamente é uma piada destinar bilhões de dólares a programas que envolvam burocracia institucional e quase duas centenas de países opinando. Mas é a solução de miss Universo (...).

Estocar dinheiro é contrário à nossa natureza, aparentemente. Quem já não fez o orçamento doméstico do ano seguinte prevendo poupar 12% da renda e terminou o ano com 8% negativos? Claro. No caminho, vamos achando coisas pelas quais queremos trocar o dinheiro, como se fosse escambo. Primeiro comida, depois casa, com aparelhos domésticos no meio do caminho, depois carro, viagens e assim vai. Estocar dinheiro é contrário à nossa natureza, aparentemente.

E fazer o dinheiro circular, seja comprando coisas, seja devolvendo de alguma forma às pessoas em volta, é talvez necessário. Orientais, árabes, africanos e indianos não mostram ter dúvida disso. Parece uma invenção ocidental, esta de acumular dinheiro no banco sem saber o que fazer com aquilo tudo. Mas, como vimos com Gates e Turner, ninguém sabe apenas estocar. Rapidamente perde, troca ou entrega de volta -- por questões de avareza ou vaidade, tanto faz.

Tem gente que leva a coisa do dinheiro a novas fronteiras. Certa vez, fui a um encontro curioso no sul da França. Tratava-se de um grupo árabe, baseado em Bahrain, formado por um xeque que havia convocado os amigos para um clube de investimentos. Era uma ação entre amigos. A pingada de cada um, porém, limitava o tipo de amigo: 20 milhões de dólares. Juntaram 50 amiguinhos, e com 1 bilhão de dólares saíram às compras. Comprar lojas de departamentos americanas, como a Saks, relojoarias suíças, como a Ebel, e uma dezena de redes de hotéis, fast food e varejo. Era uma turma que se divertia. Sofia e eu chegamos ao hotel de luxo que eles haviam fechado, depois de ver, na pista do aeroporto de Nice, um engarrafamento de dezenas de jatos particulares -- todos desse grupo. Ao jantar, fui sozinho, mulheres não estavam convidadas. Da cozinha vinham garrafas de tamanho especial -- conhecidas no ramo como metusaléns e jeroboams, com 5 a 10 litros de vinho cada uma -- de anos fabulosos, como 1929 e 1945. Com o detalhe de que nenhum dos árabes encostava em bebida, era apenas para os três ou quatro ocidentais que ali estavam. A meu lado sentaram-se dois xeques, um dos quais um saudita famoso.

Começamos a falar de riqueza, e perguntei como faziam para que seus filhos tivessem uma vida mais normal. Um deles respondeu que fazia questão de que eles fossem à escola a pé, como as outras crianças, e que andassem de ônibus. O outro, que tinha filhos adolescentes, concordou que era importante que não fossem muito mimados. O primeiro, espantado, retrucou: "Mas a sua filha está fazendo 18 anos, pediu um Airbus cor-de-rosa, e você vai dar!" "Sim, bem...", disse o outro um pouco constrangido, "mas também não posso negar tudo aos meus filhos." Depois soube que o filho, que não tem carta de habilitação, guarda no quintal uma coleção de 17 Ferrari.

Dinheiro, portanto, serve a necessidades, depois a desejos, emoções e excentricidades que um saldo de conta bancária impresso não fornece. E, como disse, nunca conheci alguém que trabalhe apenas por dinheiro, mesmo que ache que o faça.

A diferença entre certos evangélicos e o Evangelho de Cristo.

Para as lentes do mundo, hoje em nossa cultura, os evangélicos estão sendo inseridos em um contexto de igualdade de crenças e objetivos. O grande problema, é que dentro do “meio” chamado evangélico, existem “evangélicos” e “Evangélicos”, e aqui não estou salientando nenhuma crença ou teologia que nos diferencia, mas atitudes e valores.

Como cristão, quero dizer que tenho vergonha da atitude de alguns “evangélicos”, mas jamais terei vergonha de dizer que sou “Evangélico”, pois não comungo com certos tipos de crença e valores que o mundo chama de “evangélicos”, mas sim com os valores inseridos em minha vida pelas Escrituras de Deus e pelo exemplo de Jesus Cristo.

Aqui vão as minhas contribuições para podermos fazer a diferença entre “certos evangélicos” e os que seguem o “Evangelho de Cristo”.

1) Nem tudo chamado de “evangélico” é necessariamente bom.

Explicação: Muitos evangélicos são alienados. Vivem em um pequeno universo onde todas as coisas são explicadas por uma limitada visão gospel do mundo. Eles não lêem o que não é gospel. Não ouvem música que não seja gospel. Mas tentam fazer eventos como a "Noite Dance" depois do culto de sábado à noite para tentar competir com as danceterias e manter os jovens dentro da igreja (??????).

2) Nem tudo que acontece é batalha espiritual.

Explicação: Para alguns evangélicos, tudo, T-U-D-O... é batalha espiritual. Em todo canto ele vê uma luta de forças entre o bem e o mal, entre anjos e demônios. Não existe lugar para a natureza humana, para a conseqüência natural de nossas ações. Satanás é quem faz tudo de ruim acontecer. Conheci uma evangélica que orava para consertar sua máquina de lavar. Vi outra, há poucos dias atrás, que gritava, "pra trás de mim, Satanás!", só porque sua criança havia engasgado e estava tossindo.


3) Nem todos aceitarão os messias evangélicos.

Explicação: Existe na cabeça de alguns evangélicos um Complexo de Messias. Quando inserido em um contexto não-gospel (trabalho, escola, etc), ele sempre se acha o salvador do grupo, aquele que deve exercer a liderança e ter o maior destaque, sua palavra deve ser respeitada e ouvida, não pelo que suas ações dizem dele mesmo, mas porque ele é filho do rei. Ele se acha "a" luz que ilumina as trevas. Ele sempre se acha "o agente" do Espírito, aquele que será usado pra converter todo mundo.


4) Nem tudo que é evangélico é necessariamente espiritual.

Explicação: Muitos evangélicos fingem ter desprezo pelas coisas "do mundo", mas sempre tentam incorporá-las ao seu mundo gospel. Geralmente insistem em pensar a cultura e as modas a partir de seus próprios valores. Qualquer estilo musical, por exemplo, se torna "gospel". Rock gospel, pagode gospel, mpb gospel, mantra gospel. Danceterias gospel. Existem agora até grifes de roupa gospel. É o gueto gospel. Mas as mesmas coisas, se não forem "gospel", não prestam.

5) Nem todo evangélico está certo.

Explicação: Muitos evangélicos ao criticarem outras religiões, não discernem os critérios que eles utilizam para fazer tal julgamento. Como podem alguns evangélicos criticar certos católicos de idólatras? Se isso existe em nosso meio! Como podem certos evangélicos falarem de infalibilidade papal, mas, se alguém criticar certos evangélicos "ungidos" de Deus, eles lhe rogam uma praga?


6) Nem todo evangélico vai aceitar certas críticas.

Explicação: Alguns evangélicos esquizofrênicos sofrem também de um Complexo de Mártir. Eles sempre acham que estão sendo perseguidos, injustiçados, que estão sofrendo ameaças, e que uma grande conspiração mundial está sendo formada para perseguir a igreja verdadeira, que geralmente é a deles. Inclusive este texto, para eles, é uma destas perseguições. Para eles, nada do que está sendo dito aqui é verdade, mas pura perseguição "por causa da justiça" e “inveja do poder” sobre a vida dos tais.

Enfim por essas e outras é que nem tudo é farinha do mesmo saco, mas sim que algumas já foram levedadas com o fermento dos fariseus. Vergonha do Evangelho...Jamais!

Uma paráfrase de Jeremias 31

Deus anuncia um futuro melhor para sua gente, cansada de errar. Um futuro onde é possível viver com dignidade, onde todos agradecem alegremente a ele pelo perdão concedido, usando a criatividade (música, dança...). E isso inclui moças, jovens e velhos (13)!

O futuro que Deus promete ao seu povo é inclusivo – ele vai reunir os que estão espalhados pelos confins da terra, entre eles, cegos, aleijados e mulheres grávidas (8). Ele será o pastor desta comunidade (10).

Sião será uma cidade farta, onde haverá lugares para descanso, um lugar de pessoas satisfeitas com a bondade do Senhor (14). As mães não mais chorarão pelos seus filhos distantes, pois eles voltarão à casa materna (17). Deus também terá seu filho Efraim de volta - o filho que errou, mas se arrependeu (18-20).

No futuro que o Senhor desenhou para seu povo, “uma mulher abraça um guerreiro” (22), o fraco será fortalecido (25) e ninguém vai sofrer pelo pecado do outro, mas apenas pelo seu próprio erro (30).

O futuro que Deus quer para seu povo – e ele chegará – vai existir exatamente porque a vida recomeçará. Porque o Senhor fará uma nova aliança, um novo acordo, um novo pacto com o seu povo (31). Será uma aliança muito depois daquela feita nos dias do Egito. Será um novo tempo e um novo começo. Para Deus, futuro é recomeço.

O conhecimento sobre Deus, sobre a vida e sobre as pessoas será igual a todos, sem necessidade de sacerdotes, mestres, etc. (34)

Estas são palavras do Senhor, que tem autoridade para determinar os movimentos da natureza (35) e para cumprir seus próprios sonhos a toda gente que ele ama.