28 de jun de 2009

Um Inferno cheio de pessoas perfeitas e abençoadas.

Caro pastor Bruno; A paz do Senhor Jesus!
Vi em seu blog o vídeo do pastor Zapatta e fiquei admirado que uma pessoa que escreva tão bem sobre a Bíblia como o senhor possa acreditar que o exemplo deste homem, é um exemplo a ser seguido. Não lhe passa pela cabeça de que este pobre coitado é alguém completamente destituído da benção de Deus? Debaixo de grande maldição? Onde está a realidade da palavra de Deus na vida dele? Vivendo naquela miséria, naquele estado, com uma pobre mulher que o ajuda em todas as coisas? E aquela igreja submetida aos ensinos de um homem como ele? Jesus veio nos livrar de tudo isso que ele prega e vive neste vídeo, e creio que o senhor foi infeliz em postar um vídeo deste no seu blog. Não leve isso como uma crítica, apenas não creio que esse vídeo reflita a vitória de Cristo na cruz realmente. Que Deus abençoe.
Diácono Antônio Azevedo Filho.
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Caro Diácono Azedo....ops, Azevedo!

Infelizes serão todos aqueles que crêem no barateamento da Graça, em uma graça destituída de fé, de qualidade moral e ética, em uma graça que não contempla com paz o coração do aflito.

A Graça de Deus não tem a ver com a quantidade de realizações em nossa vida, nem com os alvos financeiros alcançados. A Graça tem a ver com o coração de Deus que nos ama, dentro de nossas próprias limitações e flagelos.

Esse evangelho triunfalista que você lê nas páginas das Escrituras, é o evangelho que prende o homem a terra, e não liga ele ao céu. É o evangelho que prega o Jesus pragmático e homocêntrico, é o evangelho que faz mal, porque é maligno, e é do Diabo, um exegeta que freqüenta a maioria das igrejas como a sua.

Uma coisa eu sei, o pastor Francisco Zapatta está mais próximo dessa Graça do que qualquer um de nós, pois a sua realidade exterior, deixa transparecer a sua realidade interior, diferentemente de pessoas “perfeitas” como nós. Outra coisa é que a sua igreja deve ter um censo correto do Evangelho de Cristo, pois com certeza não estão ali pela linhagem sacerdotal do pastor, ou porque ele é um fenômeno midiático. Estão ali porque percebem a Graça de Deus naquele “pobre” homem. Aliás, a Graça foi destinada aos pobres, fracos, oprimidos e cativos, pessoas como ele, não como você, perfeitas, merecedores de tudo o que têm e justíssimas em suas vidas.

Uma coisa é certa! Ou você está completamente certo, ou totalmente errado.!Se a segunda opção for verdadeira, você terá uma triste surpresa depois da morte. Encontrará um inferno cheio de pessoas perfeitas e abençoadas como você.

Que Deus ilumine seus olhos e te desperte para o Verdadeiro Evangelho.
A Ele toda a Glória.

26 de jun de 2009

Uma reflexão sobre a Vaidade Pessoal.

Nossa vaidade nos leva a desenvolver uma certa aversão aos fatos, especialmente aqueles que não combinam com o que gostaríamos que fossem os que efetivamente existem. Passamos a brigar contra a realidade e a substituí-la por nossas idéias. Num determinado momento, passamos a acreditar que nossas idéias correspondem aos fatos.

Não importa muito como achamos que o mundo e as pessoas deveriam ser. Temos que nos ater ao que é. Não importa acharmos que o amor é que deve nortear as relações entre as pessoas. Isso é o que alguns pretendem, mas não é o que todos querem e nem mesmo o que se observa na prática da vida.

O fato real é que muitas pessoas usam a palavra amor para encobrir seus interesses pessoais. A começar pelos mais egoístas, aqueles que não amam e que querem mesmo é ser amados (é sempre bom lembrar que eles correspondem a 50% ou mais da população). Não dizem que não amam; dizem que “amam ao seu modo”. Se for verdade que existem modos diferentes de amar, que não pelo caminho da entrega. Muitas vezes, quando são abandonados, dizem que estão sofrendo muito, ou que estão muito arrependidos, que estão sentindo muita falta, etc. Será isso verdade? Ou estão se colocando desta forma com o intuito de fazer forte chantagem sentimental?

A vaidade cega subtrai o bom senso, e nos afasta da realidade e do que realmente é possível para nós. A vaidade nos afasta da reflexão útil e nos leva a querer ganhar discussões. Acho que nós deveríamos nos voltar para os fatos e tentar interpretá-los de todas as formas possíveis. Mas os fatos e não aquilo que gostaríamos que eles fossem. Assim ganharemos mais amigos e menos problemas em nossa vida. Enquanto a vaidade reina, o amor espera e suporta todas as coisas.

25 de jun de 2009

Quando as circunstâncias não determinam o nosso cristianismo?

Sei que este não é um vídeo desconhecido de muitos, mas sempre impactante quanto assistido. A história do Pr. Zapatta, no Peru, é uma prova de que quando a eternidade invade a vida mortal, nós podemos nos despir do velho homem e sermos revestidos da Glória de Nosso Senhor em nossa insignificância. Essa é uma prova cabal de que títulos e reconhecimentos são meras formalidades da queda, e que aquilo que somos está além do que os olhos podem enxergar.

24 de jun de 2009

BLOG DO BRUNO: Quando não há eficiência vivemos apenas no desespero.

BLOG DO BRUNO: Quando não há eficiência vivemos apenas no desespero.

Quando não há eficiência vivemos apenas no desespero.

Você pode ser uma pessoa desesperada ou uma pessoa eficiente. O que você prefere ser? Você pode ignorar a sua responsabilidade e continuar a sua trajetória negativa até chegar o momento de você não ter outra escolha a não ser a de – desesperadamente – ter de tomar uma atitude. Ou, você pode dar de si mesmo um pouco mais a cada dia, aproveitar toda oportunidade para fazer algum progresso e colocar-se numa posição de tanto quanto possível assumir controle sobre suas próprias circunstâncias.

Adquira o hábito de fazer o que é melhor e não do que é meramente mais fácil. Na realidade, busque os desafios mais difíceis e lide com eles nos seus próprios termos em vez de esperar até que os tempos difíceis te encontrem. Se você desejar, você pode encontrar uma quantidade enorme de desculpas e razões para não tomar uma atitude, mas essas desculpas não acrescentarão absolutamente nada de valor à sua vida. Mas você pode optar por viver a sua vida retirando o melhor de cada momento ao retirar o melhor de cada oportunidade que surgir à sua frente.

22 de jun de 2009

Na ausência de líderes se criam ídolos.

Alguns líderes na igreja de hoje, não estão investidos de autoridade espiritual, mas de certos direitos formais dados pela organização que preside. São incapazes de liderar, apenas gerenciam, aquilo que outro plantou e regou.

O líder é uma peça estratégica no desenvolvimento de qualquer organização, pois ele é o responsável direto pelo desenvolvimento daqueles que se submetem aos seus princípios e lições.

A baixa qualidade de nossas igrejas se dá pelo fato da baixa qualidade de nossos líderes. Muitos estão abaixo da média, e são, na maioria das vezes liderados pelas circunstâncias.

É também por isso que os “grandes” líderes são na verdade grandes ídolos. Pois na ausência de verdadeiros líderes se criam ídolos. E por conta disso desenvolvemos dois sistemas administrativos na igreja. Um do líder, outro do ídolo.

* O ídolo prioriza estruturas e sistemas; o líder prioriza pessoas.

* O ídolo mantém; o líder desenvolve.

* O ídolo controla; o líder possibilita gestão compartilhada.

* O ídolo depende de controle; o líder inspira confiança.

* O ídolo se envolve com a emoção, o líder sabe avaliar com a razão.

* O ídolo se vale do medo, o líder se vale da ética.

* O ídolo é inconstante, o líder é perene.

* O ídolo mata, o líder inova.

* O ídolo é servido, o líder é servo.

A religião é fruto da idolatria, o verdadeiro cristianismo é fruto de Jesus Cristo.

A quem você se submete? A líderes ou a ídolos? Cuidado!

20 de jun de 2009

Cuidado com uma busca desenfreada.

A completa "entrega a Deus", a menos que esteja protegida pelo conhecimento dos métodos pelos quais o Espírito de Deus se revela, pode abrir a vida do crente para a invasão dos espíritos das trevas. Deve-se ponderar sobre isso com muito cuidado quando se tem o desejo de receber dons ou presenciar manifestações. A distri¬buição de dons e manifestações é função única e exclusiva do Espíri¬to Santo, que dá "distribuindo-as, como Lhe apraz, a cada um, indivi-dualmente" (1 Co 12.11). O crente que busca a Deus deve ter os olhos fixos no Trono, não ambicionando dons específicos (a menos que eles sejam revelados como coisas que deveria "ambicionar" - 1 Co 12.31; 14.1). O que a alma rendida deve buscar é a vontade de Deus como seu principal e único objetivo, vigiando sempre para que sua mente não se prenda a coisas que possam promover carnalidade e ser assunto de vontade própria. Muitas, muitas são as almas sérias que inconscientemente desejam, com inveja não-reconhecida, ter o que vêem em outros.

15 de jun de 2009

Sobre a revelação em um "verdadeiro" profeta.

Creio que um teste vital para um profeta é sua disposição de transmitir uma palavra dura da parte de Deus, e depois sua disposição de suportar a rejeição e a perseguição resultantes, que é o fardo normal do ministério profético. Este é um teste de entrega e consagração a Deus.

Um outro teste vital é ser capaz de permanecer em silêncio quando Deus não falou, a despeito da aparente urgência do momento. Este é um teste de honestidade e integridade perante Deus.

Um terceiro teste vital é permanecer calado sobre algo que Deus lhe revelou claramente, mas que ainda não liberou para falar. Este é um teste de maturidade e segurança em Deus.

Alguns profetas querem garantir o crédito de ter recebido uma revelação da parte de Deus. Às vezes, são como crianças que sabem de um segredo e não suportam guardá-lo; precisam contar para alguém.

Só porque Deus divinamente abriu seus olhos para uma certa revelação, não significa necessariamente que deve compartilhá-la. Penso que algumas palavras proféticas que as pessoas entregam para a igreja inteira, na verdade, eram apenas para si mesmos.

9 de jun de 2009

A Pedra nos sapatos dos Pedros.

Faz tempo que não escrevo aqui no Blog, mas estava com saudade de escrever. Andei meio ocupado nestes últimos meses, com muitas coisas, mas voltei, pois escrever pra mim é um meio de libertar minhas idéias.

E a última tem a ver com aquilo que Jesus diz para Pedro no Evangelho de Mateus, no capítulo 16, versículo 18: “E eu lhe digo que você é Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não poderão vencê-la”.

Na interpretação mais aceita deste texto, todos os estudiosos afirmam que aqui encontramos a razão da existência da Igreja. Manter o ministério de Cristo ativo entre os homens. Ela é o corpo místico de Cristo atuando contra as investidas do reino das trevas. A tal “pedra” de Jesus é a revelação que Pedro possui. Não é, nem Pedro (que simboliza a sucessão papal), nem qualquer outra pedra doutrinária, mas o próprio Cristo.

E isso nos dá muito que pensar. Se a igreja não está sobre a Pedra de Pedro, não existe vitória, não existe Reino de Deus e não existe Espírito Santo atuando. O que vemos são puras expressões de religiosidade e tradições humanas mantidas pela força da tradição papal ou petrina, seja ela católica ou evangélica.

Pedro é humano. Mas o Cristo é divino, e esse é o caráter da igreja. Isso significa expressar a leitura e o contexto de Cristo ante o mundo. Significa amar como Cristo amou, cuidar como Cristo cuidou, ensinar como Cristo ensinou, e se entregar como Cristo se entregou. Tudo que não é isso, também não é Cristo. Pois é sempre mais fácil ser Pedro do que ser o Cristo.

Será que estamos na Pedra de Pedro, ou estamos em Pedro apenas?

· Todo ministério que invoca sobre si mesmo o poder para “ajudar” Jesus é Pedro.

· Todo ministério que torna público seu “amor” por Jesus é Pedro.

· Todo ministério que confessa que fará “tudo” por Jesus é Pedro.

· Todo ministério que diante da pressão do mundo “nega” a Jesus é Pedro.

· Todo ministério que prefere a surdez da consciência (quando arranca ouvidos com seus sermões cheios de intenção de poder) é Pedro.

· Enfim, é Pedro porque é pedra de tropeça e não Pedra de Revelação.

E essa sempre será a pedra no sapato dos Pedros e dos Papas de nosso tempo: Jesus, o Cristo!

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COBERTURA ESPIRITUAL E APOSTOLADO MODERNO