Uma reflexão sobre a Vaidade Pessoal.

Nossa vaidade nos leva a desenvolver uma certa aversão aos fatos, especialmente aqueles que não combinam com o que gostaríamos que fossem os que efetivamente existem. Passamos a brigar contra a realidade e a substituí-la por nossas idéias. Num determinado momento, passamos a acreditar que nossas idéias correspondem aos fatos.

Não importa muito como achamos que o mundo e as pessoas deveriam ser. Temos que nos ater ao que é. Não importa acharmos que o amor é que deve nortear as relações entre as pessoas. Isso é o que alguns pretendem, mas não é o que todos querem e nem mesmo o que se observa na prática da vida.

O fato real é que muitas pessoas usam a palavra amor para encobrir seus interesses pessoais. A começar pelos mais egoístas, aqueles que não amam e que querem mesmo é ser amados (é sempre bom lembrar que eles correspondem a 50% ou mais da população). Não dizem que não amam; dizem que “amam ao seu modo”. Se for verdade que existem modos diferentes de amar, que não pelo caminho da entrega. Muitas vezes, quando são abandonados, dizem que estão sofrendo muito, ou que estão muito arrependidos, que estão sentindo muita falta, etc. Será isso verdade? Ou estão se colocando desta forma com o intuito de fazer forte chantagem sentimental?

A vaidade cega subtrai o bom senso, e nos afasta da realidade e do que realmente é possível para nós. A vaidade nos afasta da reflexão útil e nos leva a querer ganhar discussões. Acho que nós deveríamos nos voltar para os fatos e tentar interpretá-los de todas as formas possíveis. Mas os fatos e não aquilo que gostaríamos que eles fossem. Assim ganharemos mais amigos e menos problemas em nossa vida. Enquanto a vaidade reina, o amor espera e suporta todas as coisas.

Quando as circunstâncias não determinam o nosso cristianismo?

Sei que este não é um vídeo desconhecido de muitos, mas sempre impactante quanto assistido. A história do Pr. Zapatta, no Peru, é uma prova de que quando a eternidade invade a vida mortal, nós podemos nos despir do velho homem e sermos revestidos da Glória de Nosso Senhor em nossa insignificância. Essa é uma prova cabal de que títulos e reconhecimentos são meras formalidades da queda, e que aquilo que somos está além do que os olhos podem enxergar.

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BLOG DO BRUNO: Quando não há eficiência vivemos apenas no desespero.

BLOG DO BRUNO: Quando não há eficiência vivemos apenas no desespero.

Quando não há eficiência vivemos apenas no desespero.

Você pode ser uma pessoa desesperada ou uma pessoa eficiente. O que você prefere ser? Você pode ignorar a sua responsabilidade e continuar a sua trajetória negativa até chegar o momento de você não ter outra escolha a não ser a de – desesperadamente – ter de tomar uma atitude. Ou, você pode dar de si mesmo um pouco mais a cada dia, aproveitar toda oportunidade para fazer algum progresso e colocar-se numa posição de tanto quanto possível assumir controle sobre suas próprias circunstâncias.

Adquira o hábito de fazer o que é melhor e não do que é meramente mais fácil. Na realidade, busque os desafios mais difíceis e lide com eles nos seus próprios termos em vez de esperar até que os tempos difíceis te encontrem. Se você desejar, você pode encontrar uma quantidade enorme de desculpas e razões para não tomar uma atitude, mas essas desculpas não acrescentarão absolutamente nada de valor à sua vida. Mas você pode optar por viver a sua vida retirando o melhor de cada momento ao retirar o melhor de cada oportunidade que surgir à sua frente.

Na ausência de líderes se criam ídolos.

Alguns líderes na igreja de hoje, não estão investidos de autoridade espiritual, mas de certos direitos formais dados pela organização que preside. São incapazes de liderar, apenas gerenciam, aquilo que outro plantou e regou.

O líder é uma peça estratégica no desenvolvimento de qualquer organização, pois ele é o responsável direto pelo desenvolvimento daqueles que se submetem aos seus princípios e lições.

A baixa qualidade de nossas igrejas se dá pelo fato da baixa qualidade de nossos líderes. Muitos estão abaixo da média, e são, na maioria das vezes liderados pelas circunstâncias.

É também por isso que os “grandes” líderes são na verdade grandes ídolos. Pois na ausência de verdadeiros líderes se criam ídolos. E por conta disso desenvolvemos dois sistemas administrativos na igreja. Um do líder, outro do ídolo.

* O ídolo prioriza estruturas e sistemas; o líder prioriza pessoas.

* O ídolo mantém; o líder desenvolve.

* O ídolo controla; o líder possibilita gestão compartilhada.

* O ídolo depende de controle; o líder inspira confiança.

* O ídolo se envolve com a emoção, o líder sabe avaliar com a razão.

* O ídolo se vale do medo, o líder se vale da ética.

* O ídolo é inconstante, o líder é perene.

* O ídolo mata, o líder inova.

* O ídolo é servido, o líder é servo.

A religião é fruto da idolatria, o verdadeiro cristianismo é fruto de Jesus Cristo.

A quem você se submete? A líderes ou a ídolos? Cuidado!