A Gripe Suína e as Profecias Bíblicas.

Estamos inseridos dentro de um contexto caótico ante a mais uma doença apocalíptica. O Vírus Influenza A (H1N1), transformou a “normal” gripe em um inimigo viral temido por todas as pessoas, em muitos continentes. Sei que posso encontrar contextos bíblicos para falar desta doença, como por exemplo, em Mateus 24:5-8 que nos dá algumas indicações importantes para que possamos discernir a aproximação do fim dos tempos: “Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores.”

Mas não devemos, entretanto, interpretar qualquer destes eventos únicos como uma clara indicação da iminente chegada do fim dos tempos. Deus nos deu informações suficientes para que possamos estar preparados, mas o que mais deveria chamar a nossa atenção, não seria o número de mortos, mas o surgimento desta peste, que tem um fundo extremamente obscuro, pois os últimos dias também seriam marcados por uma geração perversa e má, como o Apostolo Paulo nos adverte: “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios” (I Timóteo 4:1). Os últimos dias são descritos como “tempos perigosos” por causa do aumento do caráter maligno do homem e pessoas que ativamente “resistem à verdade” (II Timóteo 3:1-9; veja também II Tessalonicenses 2:3). E isso é extremamente significativo, pois verifiquei algumas informações sobre o surgimento deste vírus na internet e veja que fatos interessantes, encontrei sobre o assunto:

· O vírus H1N1 contém uma mistura de ADN de gripe aviária, gripe suína asiática e européia e gripe Humana.

· O vírus tem menos de 1% de probabilidade de surgir aleatoriamente e normalmente na humanidade.

· Já existem indícios que a empresa Novartis Pharmaceuticals de Basel, na Suíça, conspirou com corruptos “cientistas” e com o próprio governo dos EUA, para a projeção deste novo medicamento, o Tamiflu gerando bilhões de dólares em receita, (lembre-se que os EUA necessitavam sair da crise econômica em que estavam)

· O vírus foi disseminado propositalmente no México, país turístico para se ter eficiência na propagação mundial do vírus. (vizinho dos EUA)

· As patentes protegem a propriedade da vacina contra gripe e deve ser pedida e fixadas antes de o vírus pandémico for liberado, a fim de minimizar a concorrência e maximizar os lucros potenciais. A Novartis fez um pedido de patente nos EUA em Nov. 4, 2005, e o órgão responsável aceitou este pedido e concedeu aos E.U.A o código “20090047353A1″ para “Dividir a vacina contra influenza a “Adjuvantes” em 19 de fevereiro de 2009.

Enfim, existe uma grande probabilidade de estarmos diante de um quadro, caótico por custa da ganância humana e da profundidade do pecado inserido no homem. Cegos e ávidos pelo lucro e pela riqueza. Matando principalmente pessoas de classes menos favorecidas. Essa pandemia também coincide com a crise mundial, com a falta de empregos, e com a fome que pode vir a assolar o planeta. Este estado de pânico pode ser interessante para muitas organizações políticas e religiosas, além de um grande interesse econômico envolvido por trás de tudo isso.

Infelizmente, não temos como saber antecipadamente qual o efetivo papel desta nova crise no quadro profético que vivemos, sequer se ela tem algum papel, mas pelo alinhamento e acumulação de problemas que temos visto nos últimos meses, tanto em sinais genéricos, quanto específicos da profecia bíblica, tudo isto nos traz a certeza que os últimos dias podem aparecer em um horizonte muito mais próximo do que efetivamente imaginamos.


A Deus toda a Glória.

pr.brunoblog@gmail.com

Acesse estes links para sua pesquisa pessoal sobre a nova gripe e a verdade:

http://whataversity.wordpress.com
http://avoltaestaproxima.webnode.com
http://www.alertnet.org



Construindo Novas Babilônias

Certa feita, Nabucodonosor quando, um dia, passeava pelos corredores de seu palácio, disse: “Acaso não é esta a grande Babilônia que eu construí como capital do meu reino, com o meu enorme poder e para a glória de minha majestade?” (Dn 4.30).
Este é o mesmo sentimento que muitos dos que lideram igrejas por este país afora, e que têm gerado toda sorte de ira, frustração e ódio por parte de pessoas que se sentem lesadas por estas “igrejas”, assumem.
E os fatores que geram este tipo de comportamento nefasto estão fundamentados em 3 pilares. O primeiro deles é o sentimento de posse. Muitos deles se tornam os legítimos construtores e “proprietários” daquilo que ousam chamar de “Igreja de Jesus”. Um grande paradoxo, para dizer o mínimo. Mas isso não é novidade. Nabucodonosor também assumiu este comportamento quando imaginou que a Babilônia lhe pertencia.
Em seguida, transparece com enorme desenvoltura, o sentimento de poder. Quem tem mais poder? Deus ou o Super-pastor? Evidentemente, o Super-pastor, muitas vezes, imagina ter todo o poder para fazer daquele espaço geográfico que ocupa, o que ele bem entender. Se existe ao redor necessidades legítimas, isso não importa. Afinal, o pastor tem o poder para mudar, nomear e mandar como ele quiser. Com Nabucodonosor e a sua Babilônia aconteceu o mesmo. Ele chegou a dizer que detinha “enorme poder”.
Finalmente, transparece para mim algo ainda mais terrível: o sentimento de arrogância. Alguns destes pastores dizem que nada lhes impedirá de continuarem agindo desta maneira, mesmo que os outros protestem. Puro sentimento de arrogância e de soberba! Nabucodonosor afirmou que a Babilônia lhe servia também de motivo de muito orgulho. Na verdade ele foi mais sincero que muitos destes “pastores”, pois, ao menos disse que aquela cidade representava a “glória de sua majestade”. É por isso que em lugar de expandirmos o Reino de Deus, conquistando o respeito e a simpatia das pessoas, através de igrejas saudáveis e missionárias, em muitos casos, infelizmente, estamos construindo novas Babilônias e ganhando a antipatia de muitos. Pior, estamos sendo reconhecidos como um povo arrogante e manipulável. Resta a nós declarar perante o Cordeiro: “Senhor Jesus, tem misericórdia de nós!”