Você não anda angustiado? Um apelo de David Wilkerson

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Uma dolorosa reflexão sobre a passividade da igreja.

Por que meu Deus, por quê?


Por que aqueles que gostam de “batalha espiritual” não lutam contra a pobreza e a demanda social da população carente, entrando nas favelas e “decretando” o fim do domínio das trevas nestes lugares?

Por que aqueles que possuem unção para “governar” não administram presídios e detenções, e viabilizam projetos de sociabilização nestes lugares chamados “sem jeito” pela sociedade?
Por que aqueles que gostam de falar tanto de “cura interior” não fazem visitas a orfanatos e sanatórios para procurar curar os corações feridos destes lugares, e quebrar o sentimento de rejeição que eles tanto falam?
Por que aqueles que adoram discutir “teologia” não se unem em prol de um movimento educacional que promova melhoras tangíveis neste país, afinal não somos a religião do “livro”?
Por que aqueles que oram tanto pela prosperidade das pessoas, não criam agências de consultoria nas regiões mais pobres desta nação, e ensinam os mais necessitados a desenvolverem uma economia sustentável, promovendo uma melhoria na qualidade de vida dos mesmos?
Por que aqueles que gostam de “cantar” sobre Jesus e de testemunhar o “milagre” de Deus, não fazem shows beneficentes arrecadando mantimentos para os desabrigados da seca ou das enchentes, ou mesmo doando seus polpudos cachês para entidades carentes,...de vez em quando?
Por que os grandes pregadores ao invés de investirem milhões de dólares em canais de televisão, não criam programas de saúde preventiva ou investem na construção de orfanatos e casas de recuperação, ou mesmo na manutenção de missionários desassistidos no campo onde estão pregando com suor e lágrimas o Evangelho de Cristo?
Por que aqueles que afirmam ter o dom de curar não ficam de plantão nas entradas das clínicas de hemodiálises e nos hospitais de câncer?
E por fim, por que aqueles que são chamados Apóstolos, Profetas, Mestres e Pastores, possuem um forte aparato de seguranças, maquiadores, assessores de imprensa, advogados e empresários, coisas que nem Jeremias, Isaias, Pedro ou Paulo se valeram no seu tempo?
Neste universo de “por quês” fica apenas uma texto pairando em minha mente: “Pelos seus frutos os conhecereis...”
A Deus toda a Glória para sempre!
Bruno dos Santos

Apocalipse Now: Uma moeda global e o fim dos tempos.

A ONU defendeu a criação de uma nova moeda global para proteger os mercados emergentes do "jogo de confiança" da especulação financeira, em mais um dos golpes recentes contra o papel do dólar como divisa de reserva internacional. Para a Unctad (o braço das Nações Unidas para o comércio e o desenvolvimento), uma das hipóteses é a criação de uma espécie de banco central global (que também poderia ser o FMI, reformado), que emitiria uma moeda de reserva "artificial" --como o bancor, proposto por John Keynes, em Bretton Woods, em 1944.

O bancor seria uma moeda internacional destinada a ajustar os desequilíbrios nos balanços de pagamento dos países (que, no entanto, continuariam com suas próprias divisas). "Uma possibilidade é que os países concordem em trocar suas próprias moedas por uma nova, de modo que a moeda global seria lastreada por uma cesta de divisas de todos os membros", diz relatório da entidade, que considera o atual sistema de moeda de reserva (em que predomina o dólar) como um dos culpados da atual crise.

A Unctad afirma ainda que, ao contrário de hoje, tanto países que têm grande deficit (como os Estados Unidos) como os que possuem enormes superavit (caso da China) terão que ajustar as suas contas, não ficando mais a responsabilidade apenas com os primeiros. Segundo a entidade, o modelo atual tem um viés deflacionário, já que os países deficitários são obrigados a reduzir as suas compras no exterior quando não conseguem mais financiamento, enquanto os superavitários não têm o dever de aumentar as suas importações. A demanda menor, portanto, reduz o preço dos produtos.

Longe de enxergar uma grande “idéia” que reúne o mundo em torno de uma boa resposta a demanda financeira global, uma moeda única será uma passo imensurável ao ideal de globalização de forma prática e da institucionalização das formas mais vis de governo, pois os que estão no poder jamais abrirão mãos dele.

A institucionalização de uma moeda única trará ao mundo uma perspectiva de conforto e de consumo jamais imaginada, pois todos poderão comprar sem barreiras, nem freios econômicos. A força deste movimento nos revelará que não apenas a economia deve ser globalizada, como a forma de governar também, gerando pressupostos para realizar o mesmo em outras áreas da sociedade.

Uma só moeda, um só governo, uma só cultura e pronto! Vemos o ambiente preparado para um governo global, sem precedentes na história humana. Vejo que cada vez mais estamos perto de um desfecho apocalíptico. Apenas peço a Deus que guarde nosso coração no tempo da provação, e que possamos declarar a nossa fé, não apenas da boca pra fora, mas sabendo discernir os dias, pois os mesmos são maus, muito maus.

A Deus toda a Glória


Fonte original da matéria:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u620711.shtml