FELIZ ANO NOVO À TODOS!

A Todos Irmãos, Amigos e Seguidores deste Blog: UM FELIZ ANO NOVO CHEIO DE GRAÇA E ALEGRIA NO SENHOR!

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Pr.Bruno dos Santos: "Não quero pregar aquilo que ainda não vivi" - 21/12/2010

Entrevista exclusiva com Pr. Bruno dos Santos no Portal GUIA.ME

Pr.Bruno dos Santos: "Não quero pregar aquilo que ainda não vivi" - 21/12/2010

Obrigado por me acompanharem no Blog!

Quero agradecer minha esposa, filhos, família e a minha Igreja Vida Nova pelo ano que está quase encerrado. Quero agradecer também todos os que acompanharam o Blog durante o ano de 2010. Vocês foram importantes na dimensão que algumas palavras deste blog alcançaram na rede, e até mesmo em debates dentro de algumas igrejas. Desejo à todos, um feliz natal e um ótimo final de semana com familiares e amigos. Que a Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo seja sobre cada um, na segundona (27) estarei postando mensagens de edificação para começar 2011 cheio dessa Graça Maravilhosa. Que todos sejam ricamente abençoados. A Ele toda a Glória!

O CLIMA ATUAL E A PROFECIA DE ISAÍAS.

     Quando assisti (uns dois anos atrás) ao documentário do ex-vice-presidente americano Al Gore, “Uma Verdade Inconveniente” (lançado em 2006), fiquei chocado com a forma como tratamos o nosso planeta. O filme é um alerta sobre o aquecimento global e como num curto prazo de tempo, podemos ruir o ecossistema de todo o planeta.
     De acordo com o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (PIMC), apoiado pela ONU , as temperaturas globais poderão aumentar entre 1,4° C e 5,8° C entre 1990 e 2100. Esse aumento das temperaturas, por sua vez, poderá provocar outras mudanças, inclusive no aumento do nível dos oceanos, e alterar a quantidade e o padrão das chuvas. É bem provável que tudo isso aumente a frequência e a intensidade de eventos meteorológicos extremos como inundações, secas, ondas de calor, furacões e tornados ao redor do mundo. Isso já é assistido por nós nos noticiários nacionais e internacionais.
     A revista Superinteressante, em outubro de 2005 trouxe uma reportagem sobre: O Começo do Fim. Há um trecho que diz: “A temperatura média do planeta subiu 0,7ºC no último século. Nas últimas décadas, geleiras tidas como eternas começaram a derreter, enchentes e secas se tornaram mais violentas, ondas de calor mataram milhares […] E o pior: foi só o começo. Nos próximos 100 anos, prevê-se que a temperatura aumentará entre 1,4ºC e 5,8ºC. Se considerarmos que 0,7ºC causou tudo isso, dá para dizer que a palavra “apocalipse” não está longe de descrever o que vem por aí. O aquecimento global não é uma ameaça distante: é um perigo palpável, real, e está bem na sua frente.”
     Há também um grupo de cientistas que está afirmando algo surpreendente sobre as mudanças climáticas e o aquecimento global. Segundo esses cientistas, estes fenômenos são causados por alterações no sol e não devido somente à liberação de gases de estufa da Terra. Estudos cuidadosos durante os últimos vinte anos mostram que seu brilho geral e a energia desprendida aumentam levemente à medida que sobe a atividade das manchas solares até seu ponto mais alto em um ciclo de onze anos. Recentemente satélites tem fotografado explosões cada vez mais intensas na superfície solar. Um trabalho do norte-americano Leon Golub, publicado pela revista Astronomy, mostra que erupções solares podem ser as fontes de aquecimentos na coroa, como se fossem “flashes”, carregados de raios alfa, gama e ultra-violeta. A emissão desses raios é uma ameaça à nossa camada de ozônio, pois elas exercem pressão de fora para dentro, forçando a camada.
     Existe portanto uma grande preocupação sobre o tema do aquecimento global, e esse assunto já faz parte da agenda dos partidos verdes e institutos científicos ao redor do mundo, que defendem uma nova mentalidade de desenvolvimento social sustentável. Mas o quê a Bíblia diz sobre esse tema? Qual é o conceito da Palavra de Deus sobre a nossa relação com o planeta terra?
     Há milhares de anos, Jesus profetizou que haveria mudanças no clima: “Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados.” (Lc 21:25-26).
     Deus ao criar o homem, o colocou como mordomo do planeta. O grande gerente da terra que trabalharia para a harmonia de todo o sistema, mas o homem se rebelou contra Deus e alterou sua relação com a natureza, prejudicando a si mesmo e ao planeta. Todas as leis instituídas por Deus na condução e manutenção do ecossistema, devem ser respeitadas. Não somente as leis morais dos dez mandamentos. As leis da natureza, as leis do ar, as leis da camada de ozônio, as leis da física e da química, etc. Toda lei quebrada traz consequências sérias no convívio com a natureza. Hoje o aquecimento global é uma consequência da transgressão das leis da vida e da nossa existência ligada ao ecossistema. 
     O profeta Isaías é um dos mais contundentes sobre este tema, ele diz: “Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores. Porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos, e quebram a aliança eterna”. (Isaías 24:5). Mas em particular, há uma profecia em Isaías que chama a atenção diretamente para o aquecimento global, e que confere a desconfiança dos cientistas quanto ao aquecimento sistemático do sol. O profeta afirma: “A luz da lua será como a do sol, e a do sol, sete vezes maior, como a luz de sete dias, no dia em que o SENHOR atar a ferida do seu povo e curar a chaga do golpe que ele deu.” (Isaías 30:26 - Grifo do autor)
     Temos que ter em mente que o sol é o primeiro astro citado no discurso escatológico de Jesus. Ele disse que haveriam sinais no sol. O termo “luz” citado na profecia de Isaías, refere-se ao calor que será sete vezes maior que o atual, ou igual a soma do calor de sete dias consecutivos. O que cada um de nós já notou é que nos últimos anos, o verão tem se intensificado, os invernos tem sido menores e às vezes nem chegam a incomodar. Os fenômenos ocorridos no sol estão desencadeando mudanças na nossa atmosfera, dando origem a outra série de distúrbios, nos mares, pólos, no derretimento acelerado das geleiras, etc. Neste caso, o homem é imensamente afetado conforme é narrado em outras profecias bíblicas. 
     Estes sinais que vemos no clima e na natureza, são um anúncio da breve volta de Jesus, e um prenúncio do juízo determinado por Deus para o fim de toda a terra. Nada há que possa ser feito, e mesmo uma consciência mais “verde” pode retardar, mas não muda os resultados finais desta ação “natural”.
     Como cristão, não me eximo de ajudar o planeta e o ecossistema, mas isso tudo que está acontecendo não é só fruto do descaso humano, mas um plano bem articulado de Deus para cumprir cada profecia anunciada pelas Escrituras. Para quem não possui fé no Criador e Consumador de todas as coisas, esta é a pior de todas as verdades inconvenientes: O fim está próximo!
Sites consultados:

Promoção de Natal: Jesus em Liquidação!

O que mais vemos no período natalino são promoções, ofertas e saldões espalhados para todos os lados da cidade. Tudo está em liquidação, até mesmo a fé em Cristo. Hoje existe “Jesus e cristianismos” para todos os gostos e todas as fés. Jesus pentecostal, Jesus histórico, Jesus denominacional, e até mesmo Jesus “sem igreja”, pois o importante é conhecer as demandas do mercado gospel e produzir a satisfação da clientela.
Jesus torna-se uma marca e um subproduto quanto a ênfase está naquilo que é adquirido em nome dele. O conceito de sociedade de consumo (termo criado na sociologia e economia moderna) está ligado ao de economia de mercado e, por fim, ao conceito de capitalismo, que tudo vende para obter mais e mais de outros produtos. Jesus, neste caso, é vendido para dele se obter aviões, mansões de luxo, carros importados e outras materialidades desconectadas da realidade da fé pregada pelo Jesus bíblico.
O mundo gira em torno do consumo e no mercado da fé isso não é muito diferente. Existe um sem número de igrejas que extrapolam os ensinamentos bíblicos sobre finanças e criam verdadeiras empresas de agiotagem evangélica. Pregadores populistas condicionam a satisfação das necessidades básicas de uma pessoa ao montante de donativos financeiros por ela entregue aos cofres da igreja que está sob “seu” comando. Essa manipulação psicossocial recria o “espírito de Geazi”, que se aproveitando da benção divina alheia, procurou tirar vantagem daquela situação, (2Rs 5:1-27).
Sendo assim, Jesus tornou-se um produto muito lucrativo em um mundo carente de esperança. Não adianta combater a teologia da prosperidade, se a sua base está na sociedade de consumo. Essa mentalidade consumista que “compra” Jesus para dele obter bens materiais, saúde e sucesso está fadada as campanhas de liquidação das igrejas que o “vendem”. Por isso, a genialidade dos marketeiros da fé que inventam coisas como: trízimo, benção da dupla honra, unção da multiplicação e outras aberrações e heresias, fazem tanto sucesso nesse mercado.
Neste natal, o Jesus promocional, disputa o décimo terceiro salário com as grandes redes e magazines mundiais, é um Jesus em liquidação. São campanhas promocionais imperdíveis, com o seguinte slogan: “Leve o nosso Jesus para a sua casa e receba uma porção dobrada de benção pela metade do preço dos concorrentes. Adquira o seu e seja eternamente (in)feliz”

Crentes podem ir em um motel?

Caro pastor Bruno, acompanho suas reflexões na internet e vejo bom senso naquilo que o senhor escreve. Gostaria de fazer uma pergunta que incomoda muito a mim e a minha esposa. Desde que fazemos parte do corpo de diáconos da nossa igreja, fomos avisados entre outras coisas, de que crentes não podem frequentar motel, porque isso trará maldição para a nossa vida e o nosso casamento. Isso é verdade? Qual a sua opinião sobre esse assunto? Posso ou não posso levar minha esposa em um motel?

João Antonio Dias - Carapicuíba / São Paulo
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Bem, meu irmão, o que não falta em nosso meio são mentes legalistas e ignorantes quanto o assunto é sexo. Ainda hoje, isso é tabu pra muita gente. É claro que você pode ir com sua esposa (um casal devidamente casado) em um motel e aproveitar uma boa noite de relacionamento sexual. Isso faz bem pro corpo, pra alma e para o casamento. Mas, vamos pontuar algumas coisas antes que nos crucifiquem!
Não existe um lugar que podemos considerar impróprio para o ato sexual. Adultério e fornicação são disfunções da alma, e isso acompanha o ser humano onde ele estiver. Se não podemos frequentar motéis por conta do que é praticado lá dentro, então não podemos frequentar farmácias, churrascarias, supermercados, teatros ou cinemas, etc. Pois as mesmas pessoas que frequentam motéis, também frequentam estes outros lugares.
Já vi vários textos bíblicos serem citados para crentes não usarem motéis. Todos os textos em sua maioria, são utilizados fora do contexto para criarem uma culpa legalista nas pessoas casadas que desejam ir a um motel. O fato é avaliar a motivação que me leva em um motel, e tudo se torna simples de se resolver.
Cantares ou Cânticos, é o livro mais erótico da Bíblia, e lá, o noivo se satisfaz com as carícias da noiva em um lugar paradisíaco, isto é, um lugar que favorece a relação sexual dos dois. Um ambiente erótico que ajuda o casal a desenvolver sua sexualidade de forma mais plena. Se o motel contribui para essa plenitude, então não vejo nenhum mal.
Devo ir a um motel porque amo minha esposa e me relaciono mais livremente (privacidade) com ela lá do que em casa, com telefones tocando, filhos, vizinhos ou cachorros. Nossa relação sexual e a satisfação do outro, é mais importante do que qualquer lugar que estejamos. O que torna um lugar impróprio são as motivações egoístas como fantasias sexuais que envolvem terceiros na relação, fetiches relacionados a humilhação, taras e apetrechos em pênis ou vaginas de borracha para “apimentarem” uma relação. Se a minha satisfação não estiver na minha esposa somente, então qualquer lugar se torna impróprio, até mesmo a cama onde o casal dorme. Afinal sexo só é bom, quando faz bem para os dois e glorifica a Deus que o criou dentro das paredes do matrimônio.
Legalizar ou criar regras para a liberdade sexual de um casal, é um pecado grave dos legalistas de plantão, e deixo aqui a sabedoria do Apóstolo Paulo que diz: Já que vocês morreram com Cristo para os princípios elementares deste mundo, por que é que vocês, então, como se ainda pertencessem a ele, se submetem a regras: "Não manuseie! " "Não prove! " "Não toque! " Todas essas coisas estão destinadas a perecer pelo uso, pois se baseiam em mandamentos e ensinos humanos. Essas regras têm, de fato, aparência de sabedoria, com sua pretensa religiosidade, falsa humildade e severidade com o corpo, mas não têm valor algum para refrear os impulsos da carne. (Colossenses 2:20-23) (Grifo meu - NVI)

A síndrome da figueira seca - O perigo de um fé mentirosa.

Numa manhã ensolarada, Jesus voltava de Betânia para Jerusalém, e encontrou uma figueira frondosa, carregada de folhas verdes e que provavelmente estava carregada de figos, ao ver que a figueira só possuía folhas e nenhum fruto, Jesus amaldiçoou aquela figueira fazendo-a secar, e a história bíblica conta que a figueira secou-se imediatamente, pois ela anunciava aquilo que ela não era.
Vivemos no mundo do cinismo. As pessoas não são quem realmente elas são! Mas ao encontrar o Evangelho, somos convidados a viver aquilo que realmente somos, a confessar nossas limitações, taras e deslizes pessoais. Creio que aquele que conhece o caminho, a verdade e a vida, mas vive uma dimensão de fé e vida completamente diferente daquilo que prega ou anuncia, está amaldiçoado.
Quando falam da falência do Cristianismo fico indignado, pois falido está o homem com suas pseudo-verdades e elucubrações, falidos estão os sistemas que geram pessoas que não são. Jesus veio expressar o ser verdadeiro, nele não havia mentira, não havia engodo, Jesus não se moldava aos sistemas fechados e exclusivos. O evangelho que Jesus pregava a restauração o homem a imagem e semelhança de Deus, mas segundo Deus, e não segundo o que o homem pensa de Deus.
Portanto, a maior mentira é a mentira religiosa, o maior engano é o engano religioso, é aquele que diz ser aquilo que não é em Deus, estes são malditos e amaldiçoados por si mesmos. Por isso o arrependimento é um exercício diário da alma. E a auto-avaliação não tem valor sem obras expressadas fora da própria pessoa, isto é, uma fé que não afeta o ambiente em que a pessoa participa não é fé, é religiosidade, é folha sem fruto, é figueira enganosa. Como diz Tiago, é fé morta.
Apesar das explicações bastante subjetivas sobre fé, a função da fé é bastante objetiva: dar frutos. Fé sem frutos, é religiosidade, é farisaísmo, é tudo o que Jesus abomina. Deus não deseja um céu cheio de pessoas, mas de pessoas com um fé verdadeira, assim como Ele não busca simples adoradores, mas verdadeiros adoradores. Portanto o maior crime diante de Deus não é não ter fé, mas dizer que se tem uma fé que não serve para absolutamente nada, assim como aquela figueira no caminho para Jerusalém.

Crentes com Depressão. Isso é Real!

Quero expressar aqui, a minha indignação em relação a alguns segmentos da igreja evangélica, e principalmente alguns líderes muito mal informados, que relacionam o estado de depressão psíquico com algum tipo de prisão espiritual ou endemoninhamento.
Um homem como o profeta Jeremias seria classificado imediatamente como maníaco-depressivo, mas isso não significa que ele estava isento de possuir um arelação com Deus, afinal Deus tanto contempla a nossa alegria quanto a nossa tristeza como estados do ser.
Muitas são as causas da depressão. Ela pode ocorrer como fruto de uma disfunção neurológica de natureza química, pelo uso de entorpecentes como drogas e álcool, pelos traumas de perdas e acúmulos de complexos existenciais, como uma predisposição genética, e até mesmo como fundo de natureza espiritual, como uma opressão de cunho maligno.
Existem causas “dignas” de uma depressão e causas obscuras. Mas, tratar este sintoma com tanta leviandade por certos líderes cristãos, é que me causa um desconforto enorme. A falta de informação dentro das igrejas quanto a realidade da depressão é alarmante.
A depressão é antes de tudo uma angústia da alma. Ela pode ter causas objetivas ou subjetivas, o fato é que na maioria dos casos, a ajuda médica é necessária, e é preciso tomar um enorme cuidado no aconselhamento de pessoas que se encontram neste estado. Muitos líderes, por falta de conhecimento ou para não demonstrar certa “fraqueza” espiritual, propõem intermináveis reuniões de oração e libertação, e na maioria dos casos registrados a situação se agrava. 
É necessário sensibilidade e compaixão, afinal o próprio Jesus viveu momentos de depressão no Jardim do Getsêmani, e por isso ele tem compaixão daqueles que padecem desse mal. Crentes podem ter depressão sim, e isso é mais real e rotineiro do que a nossa vã filosofia triunfalista acredita.

E SE O PAPAI NOEL FOSSE EVANGÉLICO?

Papai Noel é um mito social, uma criação com base na tradição católica baseada na história de São Nicolau e na imaginação coletiva atribuída aos valores chamados cristãos. Pra quem não sabe, o gordinho simpático de barba branca que chamamos de Papai Noel foi criado pela fábrica americana de refrigerantes, a Coca Cola em 1930, como uma estratégia de marketing que funciona até hoje. Mas em muita coisa, o papai Noel para ser aceito tomou atributos parecidos com Jesus, como uma espécie de imitação secular. Vejamos algumas comparações do mito criado e de Jesus Cristo:
Jesus tem os cabelos brancos como a lã (Ap 1:14)
Noel tem cabelos brancos
Jesus tem barba (Is 50:6)
Noel tem barba branca
Veste um manto vermelho (Ap 19:13)
Noel tem roupa vermelha.
A hora de sua vinda é uma surpresa (Lc 12:40)
Ninguém sabe que horas Noel chega em casa.
Ele vem do norte (Ez 1:4)
Noel mora no polo norte
Trabalhou como carpinteiro (Mc 6:3)
Noel faz brinquedos de madeira
Vem como um ladrão a noite (Mt 24: 43-44)
Noel entra pela chaminé ou uma porta destrancada
Distribui dons entre os homens (Ef 4:8)
Distribui presentes entre as pessoas
Senta-se em um trono (Ap 5:1)
Noel tem um trono onde delega suas ordens
Convida as crianças a irem a ele (Mc 10:14)
As crianças vão até Noel para pedirem seus presentes.
Por se tratar de uma imitação secular de Jesus, Noel transmite idéias contrárias aos ensinamentos bíblicos, mas e se realmente Noel fosse evangélico? Suas idéias e ideais seriam completamente diferentes dos que são apresentados hoje dentro do contexto natalino social, ele deixaria de ser uma imitação barata de Jesus e ensinaria os seguintes princípios para o natal:
O importante não é o que você ganha, mas quem você é.
Mais é a vida do que o sustento, e o corpo mais do que as vestes. Lc 12:23
Que é Deus quem nos julga e não a nossa própria consciência.
Porque em nada me sinto culpado; mas nem por isso me considero justificado, pois quem me julga é o Senhor. 1Co 4:4
Que Deus nos abençoa, não baseados em mérito, mas em Seu Amor.
Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Rm 5:8
Não adianta ganhar o mundo inteiro e perder a sua essência.
Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? Mc 8:36
Ter tudo que desejo não é sinal da benção de Deus em minha vida.
Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus. Lc 12:21

Se Papai Noel fosse evangélico, nós celebraríamos as pessoas e não as coisas. Celebraríamos a vida e não as conquistas. Celebraríamos o Cristo encarnado no ser de cada filho e filha de Deus. Ah... se Papai Noel fosse Evangélico!!!

Pastores interessados ou Pastores interesseiros?

Conta-se a história de um homem que foi a um sacerdote e disse: — Pastor, quero celebrar um culto de ação de Graça pelo meu cachorro.
O Pastor ficou indignado:
Como assim? Um culto para agradecer pelo seu cachorro?
É meu cachorro de estimação — disse o homem. — Eu amava aquele cachorro, e gostaria que o senhor orasse por ele, pelo tempo que convivemos juntos.
Não oramos por cachorros aqui — disse o sacerdote. — Você pode tentar na igreja da esquina. Pergunte a eles se podem fazer um culto para você lá.
Enquanto ia saindo, o homem disse ao sacerdote:
Eu realmente amava aquele cachorro. Estava planejando até dar uma oferta de um milhão de dólares por esse culto
Espere um pouco — exclamou o pastor. — é que Você não disse que seu cachorro era evangélico.
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Hoje a classe de pastores vive uma divisão clara de ética e compromisso com o ministério. Alguns são pastores que oram pelas suas ovelhas, se preocupam com elas, e nutrem as melhores expectativas pelo seu crescimento, procurando ensina-las no caminho correto do Evangelho de Cristo. Outros são os lobos roubadores, gente sem escrúpulo, que estão preocupados com “os bens” das ovelhas, em tirar e tosquiar sua pele e tudo o que possuem.
Parece que na história da Igreja sempre tem sido desse jeito. Desde o início da era cristã, a igreja precisou conviver com essa dicotomização do ministério falso e verdadeiro, daquele que é chamado pelo Senhor e daquele que se aproveita da fé alheia. Daquele que busca para salvar e daquele que encontra para perder. Daquela que dá de Graça e daquele que tira toda a Graça das pessoas.
Toda cabeça que vê o Evangelho na base do custo benefício, prega um evangelho anátema, é maldição. Pior do que um não-evangelho é um pseudo-evangelho. Por isso um fariseu religioso estava mais no inferno do que uma prostituta promíscua aos olhos de Jesus. Cuidado com aqueles pastores que demonstram um interesse porque são interesseiros e não interessados. Cuidado!

Onde estão os "Jonas" do Rio de Janeiro?

"E não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que há mais de cento e vinte mil pessoas, que não sabem discernir entre a mão direita e a mão esquerda, e também muitos animais?" (Jn 4:11)
Inúmeros textos bíblicos revelam a preocupação de Deus com certas cidades do tempo bíblico, sejam estas cidades pagãs ou escolhidas por Ele para um propósito. Em nosso tempo o coração de Deus está sobre o Rio de Janeiro, cujo símbolo é um Cristo Redentor.
Jesus chorou ao contemplar Jerusalém de fora, e creio que hoje chora pelo Rio de Janeiro. O Rio está vivendo um tempo terrível e calamitoso. A cidade maravilhosa parece estar debaixo de grande juízo. Gente sóbria e querida sofre com a artilharia das milícias dos morros e da corrupção generalizada que tomou conta do Rio de Janeiro.
De acordo com as mais recentes estatísticas, é necessário entender que o crescimento da Igreja Evangélica no Rio de Janeiro trouxe apenas uma subtração para as outras religiões, sem todavia gerar mudanças substanciais para a cidade. É a salvação da alma e a perdição do corpo. Por isso vemos mesmo em morros, favelas, ou nos grandes centros urbanos do Rio de Janeiro, inúmeras igrejas, mas quase nenhum efeito social/moral de maior impacto.
Com isso, não quero dizer, que não exista um trabalho sério executado por algumas pessoas sérias, e realizado por igrejas sérias. Mas esse crescimento da religião evangélica no Brasil de modo geral e especificamente no Rio de Janeiro, não surte efeito avassalador como alguns alardeiam.
Mas este não é o momento de discutir erros e acertos da igreja. Quero me unir aos irmãos que anseiam por um Rio de Janeiro restaurado. Que o número de orações para a cidade seja maior que o número de mortos e desgraçados por esse momento que se abateu sobre o Rio. Que Deus também levante alguém como Jonas neste tempo, para pregar arrependimento e intercessão pela cidade maravilhosa, que esta semana chora sua dor e angústia.

Deus ama quem não merece!

O quê você faria com um amigo que o traísse todas as vezes que você precisasse contar com ele?
E com uma pessoa que você nunca negou um favor, ao pedir um único favor a ela, ela o negasse?
O quê você faria com um funcionário que sempre fizesse o contrário das suas ordens?
O quê você faria com alguém, em que todas as vezes que você desejasse conversar com ele, ele procurasse uma desculpa para não conversar com você?
O quê você faria com alguém maltratasse os seus filhos, quando você os deixou ao cuidado dessa pessoa?
O quê você faria com uma pessoa, se descobrisse que ela te usou apenas por interesse, para obter alguma coisa, e jamais voltaria a te procurar?
O quê você faria com alguém que todos os dias diz que te ama, mas no fundo ela se prostitui facilmente com seus amantes?
O quê você faria com alguém que gosta mais daquilo que você tem, do que daquilo que você é?
Com certeza nenhuma resposta destas perguntas seria: “Eu amaria essa pessoa mesmo assim!”
Mas é exatamente isso que Deus faz conosco. Mesmo traindo-lhe, mesmo buscando Ele por algum outro interesse, Ele nos ama incondicionalmente. 
Deus ama quem não merece o seu amor. Esse é o amor incompreensível de Deus. Por isso o deus da religião não pode contemplar o Deus do Amor. Deus ama e isso está acima das cadeias eclesiásticas, das performances espirituais. Deus nos ama, e o seu amor supera qualquer barreira.
Deus amou uma prostituta mentirosa como Raabe, Deus amou um mentiroso contumaz como Jacó, Deus amou um perseguidor assassino como Paulo, Deus amou um traidor como Judas Iscariotes, Deus amou um adúltero como Davi, Deus amou um endemoninhado como o homem de Gadara, Deus amou um ladrão como aquele que foi crucificado com Jesus, Deus amou uma impura como a samaritana, e uma meretriz como Maria Madelana. Deus ama! E esse amor não está condicionado aquilo que oferecemos a Ele, mas ao fato de Deus ser amor.
Seu amor não espera, seu amor realiza. Seu alvo de amor está em pessoas imperfeitas, perdidas, algozes, viciados, desiludidos, rejeitados, doentes, presos, enfermos na alma e no corpo. Seu alvo é o mundo que perece e as pessoas que o rejeitam. Deus ama quem não merece!  E isso é Graça!

Deus não é "evangélico"!

O termo evangélico tem suas raízes etimológicas na palavra grega “Evangelho” ou "Boa Notícia" - ευαγγελιον (evangelion). Nesse sentido, ser evangélico significa ser aquele que crê no Evangelho, que é a mensagem de Jesus Cristo.

Durante um bom período histórico, o termo "evangélico" foi usado para referir-se a tudo o que concerne ao Evangelho de Jesus. Principalmente após a Reforma Protestante, esse termo passou a ser usado de uma maneira crescente pelas denominações que surgiram posteriormente, e então identificavam os membros de tais denominações como "evangélicos".

Ser evangélico, no sentido real da palavra, era crer e obedecer ao Evangelho de Jesus. Porém, atualmente, em virtude da apostasia (desvio da fé) generalizada nestes tempos finais, o termo "evangélico" foi banalizado à uma outra concepção na mentalidade das pessoas. Em função disso, o termo "evangélico" perdeu seu significado real e sentido original na compreensão geral.

Hoje o termo está identificado com aqueles que salientam um determinada marca da política, uma abordagem moralista e freqüentemente legalista da vida, e um certo tipo de imitação "cafona" do estilo de vida do “popstar gospel”, seja ele um pregador famoso ou cantor e artista. Para alguns o termo compreende um emocionalismo exagerado que eles vêem nos canais religiosos, ou ainda “algo” ligado a “dar muito dinheiro para a igreja”. Para outros ainda o termo compreende hipocrisia, falsidade e justiça própria.

Os “evangélicos” de hoje, refletidos na cultura e sociedade mais ampla, estão intimidados por um deus que não é Deus! Louvar ao deus de uma experiência pessoal, ou o deus de preferência pessoal ou denominacional é louvar um ídolo. E então a fé se torna um reflexo do mercado de consumo. É uma fé para o consumo  rotulado “gospel” e não uma fé para a transformação da vida. Neste caso ser “evangélico” é cultuar um ídolo e não o Deus da Bíblia, tornando-se um produto  desassociado da história da Igreja e do propósito divino. Neste ponto Deus deixa de ser “evangélico”, pois ele está distante de tudo isso que “hoje” chamam de “evangélico”!

Não confunda santidade com alienação.

Temos o péssimo hábito dentro das paredes da igreja de proteger aqueles que dela participam das coisas que acontecem fora das paredes. Quando falamos de santificação, logo pensamos em não nos misturamos com os “mundanos”. A igreja torna-se uma redoma e é hermeticamente fechada contra o “mundo”.
Não podemos impedir o trânsito de pessoas pelas portas da igreja. O ir e vir é o movimento desejado por Jesus. Devemos nos envolver com o mundo, sem contudo nos influenciarmos pelo mundo. Precisamos estar no mundo para tornar o mundo melhor e mais saudável e não nos escondermos do mundo. Nosso chamado para ser sal e luz significa estar entre as coisas do mundo. Aqueles que são chamados, também são aqueles que são enviados.
A igreja precisa estar infiltrada em todas as teias que constituem a sociedade e influencia-lá de dentro pra fora. Se afastarmos nossos membros do mundo, estaremos alienando eles das realidades que precisam ser mudadas. E portanto estaremos trabalhando contra o desejo de expansão do Reino.
Santidade significa separação, mas essa separação não é geográfica ou espacial, é uma separação de valores e conceitos. O amor de Deus só pode ser demonstrado mediante o ajuntamento e a empatia com pessoas que não crêem ou expressam a mesma fé que o cristão crê e expressa.
A igreja evangelística é aquela que vive no meio do mundo, que se mistura com a massa e a levada para o bem da massa. É o bom fermento de Cristo. A igreja santa é aquela que age no mundo e muda o mundo a partir de sua convivência com ele. A igreja alienada é aquela que não sai das paredes do templo e que tudo acontece escondido, sem que o mundo veja. A igreja de Cristo é santa, mas jamais alienada, por isso ele andava em meio as prostitutas, ladrões e discípulos. Pense nisso!

“A Xenofobia também chegou na Igreja Evangélica”. Eu explico!

Semanas atrás, a internet e suas redes sociais se transformaram em palco da discussão da xenofobia no Brasil, e a celeuma foi causada pelas declarações da paulista, estudante de Direito, Mayara Petruso, alavancada por uma declaração no twitter: “Nordestino não é gente. Faça um favor a SP, mate um nordestino afogado!”.

Acontece que Mayara não foi a única a dizer isso publicamente, vários outros “brasileiros” também passaram a agredir os nordestinos, revoltados com o resultado final das eleições, que elegeram Dilma a primeira mulher presidenta do Brasil.

O que as pessoas não sabem é que São Paulo é composto em sua grande parte de imigrantes e filhos de imigrantes, na sua maioria nordestinos! Não é a toa que o deputado mais votado pelos “paulistas”, pasmem, foi Titririca um nordestino! Desassociar a cultura paulista do nordeste é descaracterizar São Paulo. Pra todo lado que olhamos podemos ver traços dos nordestinos nesta cidade. Além é claro da contribuição ao país de nordestinos como: Graciliano Ramos, José Lins do Rego, Ariano Suassuna, João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira, o nosso querido José de Alencar, Patativa do Assaré, sem citar o genial Chico Anysio. Todos filhos do nordeste brasileiro que tornaram este país mais culto e mais engraçado.

Mas tomei o gancho deste assunto para dizer que na igreja evangélica também ocorre uma xenofobia “velada”, não contra raças ou etnias, mas contra pensamentos e reflexões doutrinarias.

Xenofobia no dicionário significa; “Aversão aos estrangeiros”. E quando você trata ou aceita um doutrina diferente daquela declarada na denominação X, você torna-se um excluído, um rejeitado porque não está no mesmo “espírito”, na mesma “unção” dos outros.

Pasmem, mas há até igrejas que pregam “contra” outras igrejas. Pentecostais que falam mal de históricos, históricos que humilham pentecostais, enfim, há um sem número de pessoas que usam suas denominações para atacar outros e considera-los “inferiores” ou "menos abençoados".

O que existe não são diferenças denominacionais, mas a falta de compreensão e aceitação entre as partes. A xenofobia dentro da igreja pode ser a causa de um silêncio do Espírito, e a razão pela qual um grande avivamento que mudaria as estruturas do nosso país não aconteceu ainda. Como diria John Stott: “A razão pela qual existem ateus no mundo é a desunião dos cristãos entre si”.

Pastores Gays? Isso é possível?

O pastor americano Jim Swilley (51) surpreendeu recentemente os  milhares de fiéis da megaigreja Church in the Now, que ele fundou um quarto de século atrás em Atlanta, Geórgia. Pai de quatro filhos e recém divorciado, depois de 21 anos de casamento, ele anunciou durante um sermão no mês passado: “Existem duas coisas em minha vida de que tenho certeza absoluta. Eu não pedi por nenhuma delas. Ambas me foram impostas. Não tenho como controlá-las. Uma é o chamado de Deus na minha vida. A outra é a minha orientação sexual”.
Jim Swilley decidiu assumir sua condição de homossexual em frente a toda a congregação. Disse que já havia conversado com a família, que o apóia, e que Debbie, sua ex-esposa e também pastora da igreja,  sempre soube disso. Swilley afirma que sabe que é gay desde a infância e tentou esconder o quanto pôde. Porém, precisava ser sincero com o que ele está vivendo, que a mensagem que prega é “Deus o ama como você é”. Afirma ainda que se a maioria dos membros da igreja saírem, ele começará tudo de novo. (Fonte: Pavablog).
Seria possível aceitar a idéia de um ministro homossexual? Aqui não estou questionando existirem homossexuais entre os frequentadores de uma igreja, mas seria aceitável que um líder e sacerdote, alguém que tem o chamado divino para inspirar outras pessoas a serem pessoas mais plenas e resolvidas consigo mesmo, possa ser um homossexual?
Esta é uma questão difícil e envolve várias etapas nesta resposta. Primeiramente, ser homossexual é contrário a própria natureza, com “contrário” não quero dizer errado, mas aquilo que nega a natureza da fisiologia constituída por Deus nos seres humanos. Se Deus criou dois gêneros, é necessário que eles respeitem sua própria natureza. Homem (gênero masculino) e Mulher (gênero feminino). Um homem que quer ser mulher ou vice-versa, é a negação do que se é para querer ser o que se não é. Isso chamamos de homossexualismo.
Por si só, o homossexualismo é conflitante, pois negar a própria constituição é viver uma luta constante e gerar sobre si mesmo uma negação da personalidade e do gênero. Nenhuma alma é capaz de suportar tamanha pressão dentro do corpo.  Um homossexual ao olhar no espelho, vê em si mesmo a negação do que deseja ser, portanto homossexualismo não é uma questão de corpo, mas uma questão de alma. É uma enfermidade da alma, um mau funcionamento da consciência, pois o que nega não é o corpo em si, mas a consciência que conhece a verdade sobre a natureza do ser. 
Não acredito existirem brechas na teologia cristã que dêem aval para as igrejas permitirem sacerdotes homossexuais. Negar a participação de homossexuais nos cultos e trabalhos da igreja é um verdadeiro preconceito, mas permitir que esse conflito permaneça em uma vida sacerdotal, é negar o poder de Deus para libertar, curar e restaurar as coisas como as coisas devem ser. Um pastor pode surpreender sua igreja, afirmando sua homossexualidade, mas deve ser tratado, curado e restaurado em sua alma, pois aquilo que ele vive não é o poder de Deus agindo em sua vida, mas a condescendência de sua própria vontade e desejo. Creio que tais pessoas precisam de ajuda, não para serem aceitas, mas para serem mudadas.
Todo sacerdote é chamado para exercer a vontade de Deus. E a principal vontade de Deus é aceitar a forma como ele nos constituiu, quer sejamos homem, quer sejamos mulheres.
Em resumo, alguém pode ser gay, mas ao conhecer o amor de Deus e a salvação em Cristo jamais poderá permanecer gay. Continuar na prática contrária a de Deus é negar o seu poder e o seu amor. Ou se é gay ou se é cristão!

Dilma Roussef e a Rainha de Sabá.

Uma das mulheres mais enigmáticas das histórias bíblicas é com certeza a Rainha de Sabá. Alguém que desconhecemos o nome, mas não a história; Ficou famosa por investir um alto tesouro em conhecer Salomão e sua sabedoria. Cerca de um milênio antes de Cristo, a rainha de Sabá, (onde hoje fica o Iemen, um país no extremo sul da Arábia), assim exclamou ao ouvir a sabedoria,  e presenciar as riquezas e as glórias do grande rei Salomão: “Não me disseram metade.”
Essa importante mulher, em sua época, poderia estar tendo conflito de alma pelo fato de todas as grandes questões da vida - sobre Deus, o futuro, a morte - não terem respostas. Ela queria sabedoria para ajudá-la a aprender a viver, a governar e ajudar os outros. Porém, riqueza nenhuma, ou fama ou conselhos podiam responder os gritos de sua alma. As carências mais profundas do seu ser continuavam não atendidas. Qual relação este assunto teria com a mais nova presidente do Brasil? 
Dilma foi moldada e preparada pelo seu antecessor para estar no lugar onde está e através do voto democrático colocada no mais alto cargo do país. Terá que governar com o coração de uma mulher e os pulsos de um homem este país ainda tão desigual. Ela deverá enfeitar-se de adornos de alma e não de corpo. Espero que sua capacidade como governante não seja mero reflexo de seu padrinho político, mas que ela tenha personalidade e alma para buscar o melhor para o seu país, assim como a Rainha de Sabá.

AS VEZES PARA CRER É PRECISO DUVIDAR!

“Pai perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem!
Esta oração é a prova que a mente de Cristo não é materialista! Deus não pensa nas categorias humanistas, a igreja em sua grande massa perverteu o Evangelho de tal maneira que a confusão está institucionalizada, e aquilo que as pessoas chamam de evangélico, em quase nada se parece com a doutrina de Cristo, a não ser o fato de usarmos a mesma Bíblia, obviamente com interpretações dissonantes entre si.
De acordo com Paulo, onde se prega um evangelho diferente do Evangelho de Cristo, esse lugar ou pessoa deve ser considerado maldito (anátema). Antonio Vieira dizia que a palavra de Deus na boca do Diabo, é considerada palavra do Diabo. Isto é, o simples fato de utilizarmos a Bíblia não faz de nós seguidores de Cristo. A vida cristã não está relacionado com usar uma Bíblia, mas em interpreta-lá e vive-lá de acordo com os princípios que norteavam a Igreja dos Apóstolos do Cordeiro.
A. W. Tozer afirmava que a fé verdadeira não é focar nossa atenção naquilo que não podemos ver procurando satisfazer nossa mente carnal, mas antes, ter o poder moral de confiar em Deus apesar das circunstâncias. Eu concordo plenamente com isso, afinal não podemos confiar em nossa capacidade imaginativa, nossa fé deve ser uma postura real diante do mundo e perante o Senhor.
Estamos vivendo um tempo em que as virtudes estão sendo vencidas pelos vícios, já não possuímos referenciais altruístas em nossa geração. O ideal de nossa geração é obter o último lançamento eletrônico, não porque precise ou seja de fato necessário, mas porque as coisas lhe conferem valor. Já não valemos o que somos, valemos o que temos.
O grande problema é que procuramos satisfação fora de nós, e Jesus sempre disse que a verdadeira satisfação estaria dentro de nós se Ele estive em nosso interior fazendo morada e convivendo dia a dia em nossos pequenos e grandes conflitos pessoais, nos ajustando para ser sua imagem e semelhança.
Se o evangelho dos evangélicos atuais não nos torna melhores, então este não pode ser o verdadeiro Evangelho. Creio na capacidade de transformação que Deus delegou a Sua Palavra, e se ela não transforma mais, estamos ouvindo palavras de homens. As vezes para crer é preciso duvidar! A Ele toda a Glória!

O QUE HÁ EM COMUM ENTRE MACEDO E MALAFAIA?

Estive analisando os fatos que correram na internet nestas últimas semanas, e que envolveram o Bispo Macedo e o Pastor Malafaia (a controvérsia entre o profeta velho e o profeta falso).



Na verdade analisei porque os dois teriam interesses em participar de uma discussão política que não lhes compete, uma vez que tornar público o voto pessoal não parece ser ético, em vista que de serem pessoas públicas e influentes?
Por quê entrariam em debate sobre este ou aquele candidato, pois convenhamos, não estamos querendo saber quem é melhor??? Estamos discutindo quem é o MENOS PIOR entre Dilma e Serra, ou não?

Muito simples a resposta à isso tudo:

O ministério público arquivou todos os processos contra a IURD e o Bispo Macedo, e isso custaria um preço neste período de campanha eleitoral, o voto de mais de 5 milhões de pessoas que compõem a igreja Universal, além das claras montagens editadas pelos noticiários e portais da rede Record que defendem Dilma e atacam Serra.

Do outro lado temos o “o pastor mais famoso do movimento evangélico” (de acordo com o Ratinho, é claro), o Pastor Malafaia que defende José Serra. Afinal Silas Malafaia também representa um “nicho” eleitoreiro grande, são aqueles oriundos e  dissidentes das Assembléias de Deus e que vêem nele uma “outra via” da denominação, além disso Silas possui um desejo enorme de uma concessão na teve, e isso é um ótimo motivo para defender a candidatura de Serra, pois caso ele ganhe, com certeza Silas conseguirá o que quer, esperam e vejam.

Discussões como aborto, guerrilha, maconha, etc., são apenas o pano de fundo para justificar suas REAIS intenções. Termino dizendo que os dois estão certos quando falam um do outro: Um é profeta velho e o outro é profeta falso, nisso eu concordo!