Eternidade - Quem sabe faz a hora, não espera acontecer!

A eternidade é a duração sem princípio, a existência sem limites ou dimensão, o presente sem o passado ou futuro, a infância sem a juventude ou velhice, e o hoje sem o ontem ou o amanhã.
O conceito de Martinho Lutero de eternidade era “a coisa completa ao mesmo tempo”. Agostinho tinha mostrado que não podia existir cem anos presentes. Sua ilustração era que se o primeiro daqueles anos está acontecendo agora, ele é presente, mas os noventa e nove anos futuros ainda não existem.
Ele concluiu que se o segundo ano está acontecendo, o primeiro se foi, o outro é presente, e o resto são futuros; portanto, não pode haver cem anos presentes. Quando alguém considera a veracidade desta declaração, ele pode substituir por mês, dia, hora, minuto e segundo, e a conclusão é que o presente não tem comprimento de forma alguma.
Além do mais, alguém não pode falar de passado ou futuro como tendo alguma realidade. Somente o presente tem realidade, e a eternidade pode ser expressa como “o imensurável presente”.
Quando Deus fala de Sua eternidade, Ele diz, “EU SOU” (Êxodo 3:14). Se ele tivesse dito, “EU ERA”, o significado seria que Ele foi e agora já não é mais. Além do mais, se Ele tivesse dito, “EU SEREI”, o significado seria que Ele ainda não é o que Ele será.
Einstein brigou com o problema de que não pode haver uma medida de tempo, porque ele não fica parado o suficiente para que se possa medi-lo. Por conseguinte, a conclusão é que a eternidade não é tempo, como um arco-íris, desaparecendo na eternidade em ambos os lados.
A eternidade não corre à partir do passado, ou uma certa quantia já teria sido gasta. Portanto, a eternidade é o permanente e imensurável presente. Por isso já vivo a eternidade para poder viver eternamente.

Um comentário:

Anônimo disse...

Presente é tudo. Passado e futuro não existem. Boa postagem, gostei.