A UNÇÃO DE OXUM NAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS

O início da campanha eleitoral nos mostra as estratégias de alcance de votos e de mercados consumidores das ideologias dominantes. Neste caso, o PT como detentor da máquina administrativa oculta fatos e manipula estatísticas para se perpetuar no poder. Nisto não há nada de novo, sabemos que essa prática política é velha, mas o difícil de engolir, é ver estruturas representativas da igreja evangélica assumirem publicamente a venda de suas almas ao diabo.
A marionete petista Dilma Roussef visitou e conheceu a gana dos chacais assembleianos, e articulou com os tais, apoio à sua candidatura citando inclusiva Jesus Cristo em suas palavras. Dizendo que ela é a grande oportunidade para que todos tenham “vida e vida em abundância”. A cúpula da Assembléia de Deus deixou público o apoio a candidata, que logo em seguido foi ao nordeste do país receber das mãos de um pai de santo chamado Ivan dos Santos, um banho de cheiro com folhas de aroeira para agradar seu santo de cabeça, Oxum. Seguia sua agenda numa missa na basílica mundial do sincretismo religioso de Nosso Senhor do Bonfim ciceroneada pela primeira dama do estado da Bahia, Fátima Mendonça. Uma bagunça total entre fé e política.
Não que eu considere que fé e política não devam caminhar em sintonia, mas unir o céu e o inferno é uma pretensão que nem Deus tentou. Isso só nos mostra o quanto  o sistema evangélico está comprometido em sua fé, e as massas dessas denominações anestesiadas pela manipulação da Palavra de Deus. A ilusão do conformismo diante de um messias petista é um cenário que se repete. Não se esqueçam Paz e Prosperidade será a campanha do Anticristo. Quem viver verá!

4 comentários:

Anônimo disse...

Poxa é triste vermos esse tipo de situação, ainda mais pessoas que se dizem ser tão "usadas" e "direcionadas" pelo "espirito de deus".

Genteee... vamos abrir os olhos, os cristão estão cada vez mais aceitando o modernismo nas igrejas e em suas vidas, pensando que isso e aquilo não fara mal algum e vejo que muitas vezes, uma coisinha tão inofenciva, se torna algo destruidor.


Abraços e fiquem na paz
Thiago Lima
Tudo Novo. Tudo Azul.

walter disse...

e isso é a parte q nós sabemos.
Imaginou a parte oculta,tratada nos bastidores da sacristia assembleana?Me da arrepios pela espinha!!!

jaqueline disse...

Não é a primeira vez (e muito menos a última) em que igrejas "Vendem/negociam/mercantilizam a alma de seus fiéis/comunidade".
Quem porventura não se recorda daquela igreja, a qual eu fiz parte, que se associou ao Maluf?
Pra quem não sabe a palavra de ordem desta denominação (no sentido literal) para os fiéis e em especial para os oficiais (pastores, ministros e afins) foi á imposição do voto, sem choramingo ou argumentos.(Não suportei tal jugo humano e dela me desconjuntei)
Noutra ocasião e em outro ministério, com mais de mil membros, certo candidato a prefeitura de São Paulo chegou ao culto num domingo á noite, e pra surpresa/espanto de muitos que lá estavam o “ilustríssimo candidato” foi convidado pelo pastor (presidente) a se assentar no púlpito (bem ao seu lado). Quantos membros nunca foram chamados pra sentarem no púlpito?(quem foi de denominações onde sentar-se ao púlpito e ao lado do pastor presidente é a honra das honras...entende.)Não que me atenha a estas formalidades e puxasaquismos(me perdõe a expressão).
Será que retornamos a Idade Média onde o Clero dominava o povo com mordaça, cabresto e afins?
Será que tais atitudes cabem num um país democrático?
Confesso que ao olhar/vivenciar estas atitudes meu cansado coração geme... "A história tem mostrado que todas as vezes que o poder religioso abraça um poder político é por ele engolido e se descaracteriza. É sempre oportuno recordar que a Igreja não é da direita nem da esquerda nem do centro. É de cima." (A IGREJA E O PODER POLÍTICO: Isaltino Gomes Coelho Filho)

jaqueline disse...

Não é a primeira vez (e muito menos a última) em que igrejas "Vendem/negociam/mercantilizam a alma de seus fiéis/comunidade".
Quem porventura não se recorda daquela igreja, a qual eu fiz parte, que se associou ao Maluf?
Pra quem não sabe a palavra de ordem desta denominação (no sentido literal) para os fiéis e em especial para os oficiais (pastores, ministros e afins) foi á imposição do voto,exigiam submissão/obediência cega sem choramingo ou argumentos. Não suportei tamanho jugo humano e dela me desconjuntei.
Noutra ocasião e em outro ministério (em São Paulo, mais precisamente na Zona Leste), igreja que tinha na época arrolado mais de mil membros, certo candidato pra prefeitura de São Paulo chegou num culto de domingo á noite, e para surpresa/espanto de muitos que lá estavam o “ilustríssimo candidato” foi convidado pelo pastor (presidente) a se assentar no púlpito (bem ao seu lado)... Quantos membros nunca foram chamados pra sentarem naquele púlpito?(quem foi de denominações onde sentar-se ao púlpito e ao lado do pastor presidente é a honra das honras... entende.) Não que me apegue a tais formalidades que muitas vezes são meros puxa-saquismos (me perdoem a força da expressão)
Será que retornamos a Idade Média onde o Clero dominava o povo com mordaça, cabresto e afins?
Será que tais atitudes cabem num um país democrático?
Confesso que ao olhar/vivenciar estas situações meu cansado coração geme... "A história tem mostrado que todas as vezes que o poder religioso abraça um poder político é por ele engolido e se descaracteriza. É sempre oportuno recordar que a Igreja não é da direita nem da esquerda nem do centro. É de cima." (A IGREJA E O PODER POLÍTICO: Isaltino Gomes Coelho Filho)