28 de jul de 2010

Odorico Paraguassu, Deus e as eleições 2010

Se hoje pensamos em um dos candidatos para presidência da república, veremos que não há mais nada novo à oferecer pelos políticos hodiernos. Qualquer campanha já nasce problemática, pois nenhuma novidade será mais redentora, antes a promessa está em baixar todo e qualquer índice de problemas endémicos, isto é, a política será sempre paliativa e jamais resolverá as necessidades sociais, é como abrir uma conta em um banco com milhões em vermelho, e tentar cobrir com algumas moedas mensais, deixando sempre um saldo devedor histórico para o governo seguinte. Política é o novo ópio do povo. É a arte da ilusão no exercício do governo.
De qualquer forma, caminhamos para o cumprimento da profecia do personagem de Odorico Paraguassu, que tinha como vedete de campanha, a construção de um cemitério na telenovela O Bem Amado, e ele fazia de tudo para que seus eleitores usufruíssem da obra. Enfim, ele administrava uma política de morte. E é essa a política que vamos ver nestas campanhas.
Mas não se desespere! O mundo caminha para a reta final, e não importa muito o político que lá colocarmos, pois ele(a) concordará com os ditames globais de economia, educação, políticas públicas e saúde. Mas Deus continua soberano sobre os governos mundiais, e a escolha de nossos votos não representa apenas e tão somente o exercício pleno da democracia, mas nossa escolha é na verdade a escolha de Deus, a Bíblia diz que ninguém assume um posto de autoridade, se o Senhor não o colocar lá (Rm 13:1).
Dentro do pensamento reformado, qualquer atividade humana só possui pleno sentido por estar de acordo com a vontade soberana de Deus. E a bíblia, nos confirma que o desfecho final e escatológico  da história humana, se dará com um tirano outorgado pelo próprio Satanás em um governo mundial e autoritário e me parece que ele fincará seu trono através deste mesmo voto democrático. Até lá, só nos resta orar e pedir que Deus ilumine a mente daquele que se assentar no trono de autoridade do Brasil.

23 de jul de 2010

A Arca e a Igreja

No tempo da de Noé só existia um lugar seguro. A arca foi desenvolvida para ser um lugar seguro diante da catástrofe que estava por vir sobre a terra. O dilúvio mataria toda a carne, e todo ser vivente sobre a terra. A característica mais marcante era a segurança. Hoje no mundo, podemos assemelhar a arca com a igreja do Senhor. A igreja ainda é o lugar mais seguro para se estar neste mundo. A segurança é a primeira semelhança entre Arca e a Igreja.
A segunda semelhança era que a Arca não era o melhor lugar para se estar. Imagine o odor daquele ambiente, com todos aqueles animais, o incômodo de conviver com papagaios, maritacas, elefantes fazendo suas necessidades... A arca não era o melhor lugar para se estar, assim como acontece com a igreja. Nem sempre a igreja é o lugar onde você quer estar. Sei que muitas pessoas vivem momentos em que o último lugar onde você quer estar é na igreja, principalmente naqueles momentos em que nosso carácter ou vontade são confrontados. Esta é também uma semelhança marcante. Assim como arca, nem sempre a igreja é o melhor lugar para se estar. Apesar dos incômodos ou odores, ou ainda  as pessoas que você precisa aprender a conviver, a igreja apesar de não ser em determinados momentos o melhor lugar para se estar, ainda é o lugar onde você é tratado e melhorado, feito a imagem e semelhança de Deus. É através da igreja que você alcança o alvo de Deus para a sua vida.
Outra característica é a perfeição com qual a Arca foi desenvolvida. De acordo com Gênesis 6, cada parte da arca foi determinada por Deus. Na arca cada coisa tem o seu lugar. Na arca haviam regras, haviam normas a serem obedecidas. Quem ditava as regras da Arca era o seu engenheiro, Deus. Nenhum animal podia fazer o que queria. A girafa apesar de grande deveria abaixar sua cabeça (talvez uma metáfora para a prepotência humana?) para entrar na arca, assim como o leão não podia ser um predador ou caçador naquele ambiente, ele tinha seu lugar, mas ali dentro ele não era mais o rei dos animais, ele estava na mesma condição que todos os outros. A Arca tinha a função de preservar as espécies. A igreja foi desenvolvida com a mesma perfeição, na igreja apenas o dono da igreja dita as regras e apenas suas regras devem ser obedecidas. Noé, um tipo de pastor, deveria preservar a ordem e a organização do dia a dia da Arca no convívio com as diferenças de cada animal que estava na arca.
Podemos também encontrar semelhanças entre alguns animais e personalidades que encontramos na igreja de Cristo. Precisamos reconhecer que os animais não tinham a obrigação de mudarem seus hábitos, mas a Arca precisava preservar as espécies, portanto haviam regras ali. Essas regras valem pra nós hoje, como princípios de mudança: 2Co 5:17
Não somos animais, somos pessoas, não vivemos pelo instinto, nossa natureza pode ser transformada pela Palavra de Deus. O leão, a girafa, a hiena, o papagaio, não tinham a obrigação e nem a condição de mudar, pois são animais, e vivem pelo instinto animal. Eles obedeciam a regras e limitações que o próprio ambiente exigia, mas ao sair da arca mantinham seus instintos. Isso é uma característica dos animais irracionais, eles vivem pelo instinto, já os seres racionais vivem pela sua capacidade de discernir o bem e o mal, o melhor e o pior para nossas vidas.
Muitas pessoas obedecem algumas regras dentro do ambiente da Igreja, mas fora do ambiente da Igreja tornam-se novamente como pessoas instintivas ou almáticas, vivem pelos princípios de sua carnalidade e sua animalidade. A igreja quer e precisa transformar nossa vida, foi por isso que Jesus deixou este organismo na terra. O propósito original da igreja é produzir a sua e a minha transformação. Sermos aperfeiçoados até sermos levados por esta Arca espiritual à um novo mundo, uma nova vida, à um novo modo de existir. *
* Inspirado na ministração de Willy Garcia no mês de Junho em nossa Igreja.

20 de jul de 2010

"Oração, o oxigênio de nossa alma" - George Miller

Gostaria de convidar você nesta empreitada espiritual pela sua vida e a vida de sua igreja. Postei aqui 31 motivos pelos quais orar e 31 referências bíblicas que devemos sempre ler na Palavra de Deus e que nos motivem a viver um Evangelho pleno. Escolha a data que você quer começar e siga esta lista. Que Deus te abençoe ricamente!
Orar pela sua igreja: Atos 18:1-11
Orar pela sua liderança espiritual: Filipenses 3:9-14
Orar pela unidade ministerial: Filipenses 2:1-8
Orar pela Pregação da Palavra: 2Timóteo 3:14-17
Orar pelo seu testemunho cristão: 1Tessalonicenses 1:1-10
Orar pela sua frutificação ministerial: João 15:1-8
Orar para alcançar motivações certas: Mateus 22: 34-40
Orar por um padrão de boas obras: Tito 2:1-10
Orar agradecendo a provisão divina: João 21:3-14
Orar por uma capacitação ministerial: 2Coríntios 3:1-6
Orar pela evangelização: João 4: 1-30
Orar buscando dons espirituais: 1Coríntios 12: 1-11
Orar pelos seus talentos pessoais: Romanos 12:3-8
Orar pela esposa: 1Coríntios 7:2-6
Orar pelo marido: Efésios 5:23-28
Orar pelos filhos: 1Pedro 1:14-16
Orar pelo casamento: Hebreus 13:4
Orar pelos pais: Hebreus 12:9
Orar pelos missionários: Atos 14:21-26
Orar pelo por uma vida de adoração ao Senhor: Colossences 2:6-15
Orar pela família pastoral: Lucas 2:8-20
Orar pelo ministérios da igreja: 1Timóteo 3:1-12
Orar pelas crianças deste país: Romanos 16:12
Orar pelo desenvolvimento de ações sociais: 3João1:8
Orar pelos jovens 1Pedro 5:5
Orar buscando ações que apoiam boas iniciativas 2Coríntios 4:15
Orar pelo bairro e vizinhos: Lucas 1:57-65
Orar pelos desabrigados e moradores de rua: 2Coríntios 9:9
Orar pelos enfermos e doentes: Mateus 10:1-8
Orar pelos desempregados e necessitados: Filipenses 4:15-16
Orar por mais santidade ministerial: 2Timóteo 2:15-26

“A sua religião é aquilo que você faz quando o sermão acabou”

18 de jul de 2010

Palestra Incrível Deus - IPG Mogi das Cruzes

Gostaria de agradecer a toda Igreja Presbiteriana da Graça pelos grandes encontros aos domingos pela manhã em Mogi das Cruzes, onde estamos glorificando as maravilhas de um Deus criativo. Abraço aos amigos e irmãos queridos.


Pr. Alexandre orando por mim antes da palestra sobre discos voadores e a Bíblia, um dos temas.

Mais de 400 pessoas em média presentes em cada uma das quatro palestras. Valeu irmãos!

A "nova unção" do patriarca Terra Nova

Recentemente foram postados várias notícias sobre a “unção de patriarca”, concedida ao Apóstolo Rene Terra Nova pelo seu ministério em Manaus. Também faço parte de um ministério apostólico, e creio que tenho uma responsabilidade com a minha igreja, assim como com o movimento apostólico, de expressar minha opinião quanto ao ocorrido. Não concordo com esta unção, não acredito nela, e vejo que ela trará mais confusão sobre o mover apostólico em todo o Brasil. Uma vez que esta se resgatando conceitos e valores que hoje já não dizem nada para o cristianismo e para Cristo. 
A algum tempo atrás um amigo me falou sobre o conceito do patriarcado que estava se levantando na América Central, inclusive observando o princípio do casamento poligâmico, principalmente em igrejas de cunho messiânico ou de práticas judaizantes.
Diante disso, sei que muitos se valerão do chavão evangélico: “Não toque no ungido de Deus”. A frase “Não toqueis nos meus ungidos” (Sl 105.15) tem sido usada e abusada fora de seu contexto para os mais variados fins. Maus obreiros e falsos profetas se valem dela para ameaçar seus críticos; e até líderes evangélicos mal-orientados usam-na para defender certos “ungidos”. Outros ainda a empregam para reforçar a idéia de que não cabe aos servos de Deus julgar ou criticar heresias e práticas antibíblicas. Será?
Quando examinamos o contexto da frase acima, vemos que ela está longe de ser uma regra geral. Quando Paulo andou na terra, havia muitos “ungidos” ou que aparentavam ter a unção de Deus (2 Co 11.1-15; Tt 1.1-16). E Paulo jamais se impressionou com a aparência deles (Cl 2.18,23). Por isso, afirmou: “E, quanto àqueles que pareciam ser alguma coisa (quais tenham sido noutro tempo, não se me dá; Deus não aceita a aparência do homem), esses, digo, que pareciam ser alguma coisa, nada me comunicaram” (Gl 2.6).
Aparência, popularidade, eloquência, títulos, status, anos de ministério… Nada disso denota que alguém esteja sob a unção de Deus e que está imune à contestação a luz da Palavra de Deus. 
Muitos enganadores, ao serem questionados quanto às suas pregações e práticas antibíblicas, têm citado a frase em análise, além do episódio em que Davi não quis tocar no “desviado” rei Saul, que fora ungido pelo Senhor (1 Sm 24.1-6). Mas a atitude de Davi não denota que ele tenha aprovado as más obras daquele monarca.
Se alguém, à semelhança de Saul, foi um dia ungido por Deus, não cabe a nós matá-lo espiritualmente ou condená-lo ao Inferno. Entretanto, isso não significa que devamos silenciar ou concordar com todos os seus desvios do evangelho (Fp 1.16; Tt 1.10,11). 
O próprio Jônatas reconheceu que seu pai turbara a terra; e, por essa razão, descumpriu, acertadamente, as suas ordens (1 Sm 14.24-29). O texto de Salmos 105.15 em nenhum sentido proíbe o juízo de valor, até porque o sentido de “toqueis” e “maltrateis” é exclusivamente quanto ao dano físico.
Infelizmente, muitos líderes, pregadores, cantores e crentes em geral, considerando-se ungidos ou profetas, escondem-se atrás do bordão em análise e cometem todo tipo de heresia, egocentrismo ou mesmo pecado. Devem recorrer a outro texto de máxima importância que diz: “Não ultrapasseis o que está escrito” (1 Co 4.6). Caso queiram aplicar a si mesmos a primeira frase, que cumpram antes a segunda. Patriarcado está longe de ser uma unção, mas apenas uma invenção como forma de promover um “nível” mais elevado de domínio. é necessário que a Igreja Evangélica deixe para trás as coisas de meninos, e se preocupem com as coisas de Deus. A Ele toda a Glória.

14 de jul de 2010

VIVA COMO SE VOCÊ ESTIVESSE MORRENDO

Caso você não saiba, o dia te dá exatamente 86.400 oportunidades para você fazer valer cada princípio do Evangelho. Cada dia possui esse número de segundos.
Será que acreditamos que estamos desperdiçando tantas oportunidades assim?
Deveríamos viver a cada dia sabendo que estamos mais próximos da morte e isso significa mais perto de celebrarmos aquilo que alcançamos enquanto éramos vivos. Não falo aqui de prazeres, nem de materialismo, mas de vidas, de amizades que marcaram uma pessoa, de mudanças que você gerou em alguém que passou momentos com você.
Ir e fazer discípulos é uma ordem dada por aquele que tem o controle do tempo na mão, mas esse tempo está destinado para a produção e não para o desperdício.
No Reino de Deus nossa dimensão produtiva está relacionada diretamente com remir o tempo, com aproveitar as oportunidades e não deixar passar absolutamente nada que seja favorável para conquistar mais uma vida para o Reino de Deus.
Não sei se você já pregou ou falou de Jesus com alguém hoje? Mas enquanto você está lendo esta matéria, você está desperdiçando preciosos segundos de salvação.
É preciso lembrar que enquanto estamos divagando, outros estão morrendo, matando o tempo que os mata, levando-os mais longe do Criador.
Temos que viver como se estivéssemos morrendo a cada segundo, e saber que cada vez mais alguém em algum lugar morre longe de Deus. “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna...”(Rm 6:23)

12 de jul de 2010

Jesus não busca admiradores

Ao encontrar com Jesus, a maior dificuldade de um “seguidor” é deixar de ser um admirador, deixar de ser mais um que observa de longe, deixar de ser um simples expectador, um coadjuvante, para entrar no papel principal da grande trama espiritual, que é a vida renovada no Espírito. Jesus nos convida a sermos discípulos e não admiradores.
Muitas pessoas vivem desta mesma forma dentro das igrejas, dos templos ou mesmo das religiões chamadas cristãs. Vivem na marginalidade da fé. Faz parte, mas está com um pé aqui e outro lá. Um simpatizante que vive nas bordas do Cristianismo. Mas lembre-se, Jesus não busca admiradores.
É recorrente nos evangelhos ver como Jesus tinha uma parte de seu ministério onde lidava com as multidões. Mas ele não tinha grande expectativa nestas multidões. Apesar de chorar por elas, seu coração e esperança estava em doze homens que tinham largado tudo para seguí-lo. Ele lidava com os discípulos, de uma forma completamente diferente. Jesus não esperava nada daqueles que viviam na multidão, na platéia, como expectadores. Jesus esperava em seus discípulos uma atitude que mudasse toda uma realidade, apesar dos tropeços e falhas, cada discípulo foi um instrumento missionário à serviço do Reino de Deus.
Creio que o clamor de uma multidão não chama tanto a atenção de Deus, quanto o coração de um discípulo que o busca com inteireza. Deus não busca admiradores, mas discípulos, lembre-se sempre disso.

3 de jul de 2010

INCRÍVEL DEUS - PARTE 2



Igreja Apostólica Vida Nova
Este seminário começa dia 26 de Julho
A partir das 20:00h. 
Maiores informações: 11 3554-9105

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COBERTURA ESPIRITUAL E APOSTOLADO MODERNO