Em eleição, todo político vira religioso e todo religioso vira político! Veja a Aliança Cristã para o Civismo.

      Venho recebendo montanhas de e-mails que enchem minha caixa postal sobre os respectivos candidatos políticos e suas pretensões políticas “satanizadas” de acabar com a igreja e o cristianismo, como se Deus colocasse na mão de homens a decisão da história.
O fato é que levantar a bandeira política em detrimento de quem é mais cristão é uma grande falácia, uma vez que em épocas de eleição todo político vira religioso e todo religioso vira político.
Proponho aqui uma coisa que deve ser feita: “Uma Aliança Cristã para o Civismo”. Uma unidade de valores, que nós como cristãos defendemos, e que ninguém se levante em “nome” deste ou daquele, mas da Palavra de Deus. Inspirado em um escrito de Jim Wallis deixo aqui a minha contribuição para que essa aliança cristã para o civismo seja feita.
Assim os candidatos a qualquer cargo público saberão que não nos preocupamos apenas com “quem” ganha, mas sim “como” ganham e “porquê” ganham.
Passe adiante esta idéia, e expresse as suas idéias sobre o exercício da sua cidadania com base nos fundamentos do cristianismo que nós advogamos ao mundo. Estes são os oito pontos principais da nossa ACC (Aliança Cristã para o Civismo).
  1. Comprometemo-nos que o nosso diálogo com o outro vai refletir o Espírito das Escrituras, onde a nossa postura diante do outro, deve ser "pronto para ouvir, porém tardio para falar e tardio para irar-se" (Tiago 1:19).
  2. Acreditamos que cada um de nós, assim como nossos companheiros são criados à imagem de Deus. O respeito que devemos à Deus deve ser refletido na honra e respeito que mostramos uns aos outros em nossa humanidade comum, especialmente na forma como falamos uns dos outros. "Com a língua bendizemos ao Senhor, e com ela amaldiçoamos aqueles que são feitos à semelhança de Deus ... isso não deve ser assim" (Tiago 3:9-10).
  3. Prometemos que quando discordamos, nós vamos fazê-lo respeitosamente, sem impugnar falsamente motivos aos outros, atacando ou questionando os outros em sua fé, e reconhecendo com humildade que em nossa limitada opinião humana vemos apenas um reflexo obscuro como em um espelho. (1 Coríntios 13:12). 
  4. Nós estaremos sempre atentos a linguagem que usamos para expressar nossas divergências, não sendo nem arrogante nem prepotente em nossas crenças pois sabemos que: “Antes da ruína, gaba-se o coração do homem, e diante da honra vai a humildade." (Provérbios 18:12).
  5. Reconhecemos que não podemos funcionar juntos como cidadãos da mesma comunidade, seja local ou nacional, a menos que estejamos conscientes de como tratamos uns aos outros em busca do bem comum e na vida comum que partilhamos juntos. Cada um de nós deve, portanto, "deixar a mentira, e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo" (Efésios 4:25).
  6. Comprometemo-nos a orar por nossos líderes políticos. Aqueles com os quais podemos concordar, bem como aqueles com os quais podemos discordar. "Eu peço que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças, para os reis e todos os que estão em posições elevadas" (1 Timóteo 2:1-2).
  7. Acreditamos que é mais difícil odiar os nossos adversários e nossos inimigos quando estamos orando por eles. Pois juntos podemos lutar para sermos testemunhas fiéis ao nosso Senhor, que pediu, que todos sejam um. (João 17:22).
  8. Jamais se esqueça, não é o medo que determina o nosso voto, mas sim os nossos valores, afinal Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação. (2Timóteo 1:7).

A morte já não mata mais!


Dizem as escrituras sagradas: "Para tudo há o seu tempo. Há tempo para nascer e tempo para morrer". A morte e a vida não são contrárias. São irmãs. A "reverência pela vida" exige que sejamos sábios para permitir que a morte chegue quando a vida deseja ir.
Há um momento na vida de todos nós que a morte chega, e ela é temida por ricos, pobres, sábios e loucos. Todos temem a morte! Geralmente por que desconhecemos o que vem depois dela. Toda religião se propõe a falar de vida após a morte, mas não explica qual é o caminho para alcançar essa dimensão de existência. 
Historicamente, apenas uma pessoa morreu e ressuscitou, a saber, Jesus Cristo, e apenas ele tem o poder real sobre a morte que cerca toda e qualquer existência. Por isso ele declarou a respeito de tudo que se fala sobre a morte: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Evangelho de João 14:6)
Em Cristo, a morte já não possui mais a última palavra, a morte não determina mais o fim, a morte é a apenas uma passagem que nos leva para viver em uma dimensão mais plena, por isso aquele que está em Cristo já não teme mais a morte. Mas se você ainda não possui essa convicção sobre esse dia que a cada dia se aproxima mais de você, é tempo de entregar sua vida e seu caminho para Ele, pois só Jesus Cristo pode alterar esse destino. Em Jesus, a morte já não nos mata!