DEUS ACREDITA EM VOCÊ?

Vivemos um tempo de grandes paradoxos. Todos exigem seus direitos, anulando o direito dos outros. A abundância de coisas neste século gerou uma humanidade insatisfeita por não ter aquilo que não precisa, mas acha que é necessário. Temos milhares de seguidores nas redes sociais e quase nenhum amigo de verdade. A idade madura é tida como velhice traumática, a a imbecilidade juvenil é a grande aposta do mundo que virá. Os grandes nomes da literatura mundial escrevem livros para o atender o consumo, e não para mudar pessoas. Enfim, esse é o século do Anticristo.
O século do Anticristo é o século da confusão, da bagunça institucionalizada do homem e da fé em Deus. Os liberais que me perdoem, mas já estamos vivendo o século do Anticristo. Um falso ecumenismo esconde as verdadeiras intenções políticas da unidade religiosa. Uma religião mercadológica que atende uma demanda de consumo, e usa terminologias bíblicas para vender seus “produtos”. Os oradores de hoje preparam a mente das pessoas para aceitar a apatia de uma espiritualidade fria que enxerga Jesus, como “um cara legal”, tipo um gerente de banco do céu, que vai “liberar” muita prosperidade a juros baixíssimos, que custam apenas a nossa fidelidade financeira a instituição. A igreja de hoje parece bastante com o mundo de hoje, ela já não é mais uma supracultura, mas esta misturada e levadada com toda sorte de modismos. E é por isso que a igreja vira sal pra ser pisado, e não pra ser usado para dar sabor a vida. A igreja pode ter errado muito na história, mas a Bíblia jamais errou!
E é diante desse quadro desanimador, que a Bíblia é sistematicamente atacada pelos chamados “pensadores” que se valem de uma filosofia feita com cacos históricos. As falsas lógicas usadas pelos ateus, que acreditam nos quatro jumentos do Apocalipse: Richard Dawkins, Christopher Hitchens, Sam Harris e Daniel Dennett. Servem apenas para mudar a fé na religião pela fé na ciência e na razão. Mas que deixam o homem no mesmo labirinto metafísico: Porque existimos? Os que crêem tanto na razão, devem no mínimo saber que existimos por “alguma” razão. Uma razão fora da nossa existência, e é essa “razão”, que os que crêem chamam de Deus, portanto a pergunta que eu tenho em mente agora é: Será que Deus acredita em mim?
Essa pergunta, depende diretamente da minha resposta à outra pergunta: Será que eu acredito em Deus? Bem, se eu acredito em Deus, então não vou viver uma vida mentirosa e farsante, vou me submeter aos valores claros expressos na Palavra de Deus para normatizar minha vida e portanto, Deus terá fé em mim também, pois vivendo de maneira bíblica poderei ser uma semente de esperança para um mundo colapsado. Isso é buscar uma razão superior a você mesmo, isso é viver pela fé.
Já, se eu não acreditar em Deus, (não me refiro aqui a uma energia cósmica e pulsante, impessoal e imperceptível pela racionalidade, pois isso não é Deus, mas uma idéia de Deus) então viverei a minha vida acreditando em mim mesmo, e na minha capacidade de ser quem eu sou, determinando a minha vida com valores e idéias que “creio” estarem certas, sem seguir nenhum parâmetro ou ordem moral acima de mim mesmo. Fazendo do meu "eu" o próprio deus, e o problema é que eu não me garanto!
Assim é o mundo que vivemos hoje, este é o mundo sem Deus, e o século do Anticristo, esse é o mundo chato dos racionalistas e ateus. Esse é o mundo cruel dos homens que se fazem deuses de si mesmos. Eu já fiz a minha escolha: Creio em Deus, e espero que Deus também creia em mim! E você, Deus acredita em você?

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