FILMES PORNÔS CRISTÃOS - O QUE NOS FALTA AGORA?


Não é surpresa que vivemos uma crise de integridade e identidade evangélica diante do mundo em relação ao Evangelho. Hoje o mercado gospel produz todo tipo de “invencionices”, e os critérios para criar produtos parece responder muito mais à uma demanda de mercado, do que propriamente aos princípios éticos das Escrituras Sagradas.
Sem querer ser ortodoxo, mas pensando na abertura que há nos dias de hoje para “novas idéias” dentro das igrejas e da mente do povo de Deus, a mais nova tendência de mercado acontece dentro do universo pornô.
Já é sabido de muitos, que atrizes e atores pornôs estão se convertendo e deixando público suas crenças, porém encarando a profissão como uma forma digna de ser continuada, uma vez que a razão pela qual fazem o que fazem, está tão somente em garantir o sustento mensal da família.
Mas quanto a isso, cabe ao pastor dessas respectivas ovelhas ensiná-las, que algumas profissões ferem os princípios éticos, matrimoniais e pessoais instituídos pelo Evangelho, afinal “nem tudo convém...” (1Co 6:12).
O que realmente me chama a atenção é descobrir que estão criando uma mercado de “Filmes Pornôs Cristãos”. Com regras claras sobre o que seria um “pornô cristão” aos olhos da Bíblia??? (Que bíblia estes caras estão lendo?). Segundo os organizadores das primeiras produções, estes filmes possuem a “missão” de educar o povo de Deus na área sexual, fundamentados no “maior respeito” a instituição matrimonial criada por Deus, e cheio de regras para a participação dos atores, que devem ser devidamente casados e crentes batizados. (Bizarro...Né?) 
Apesar da linguagem limpa, dos casais devidamente casados, e de uma série de regras tidas como “cristãs”, ainda assim é um pornô. Naturalmente, esses produtores estão procurando uma via criativa e não condenatória para impor uma prática viciante no meio da igreja evangélica. Uma prática de fórum íntimo como o sexo, passa a ser vulgarizada dentro da igreja através de invencionices como esta. Igrejas não precisam de “filmes” para ser instruída, mas sim de princípios fundamentados na Palavra de Deus.
Na prática, o que tudo isso me indica, é ver que muitos líderes estão deixando de partilhar informações, convicções e dúvidas que poderiam se mostrar grandemente libertadoras para pelo menos parte de seus ouvintes. Pois uma vez que há produto, naturalmente há mercado, e se há um mercado dentro da igreja evangélica que consome esse tipo de “coisa”, é porque o evangelho que está sendo apreciado não é igual ao Evangelho das Escrituras Sagradas.

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