"TRANSAR ANTES DE CASAR GERA O DIVORCIAR" - Um bom casamento começa com um bom namoro!

Pastor Bruno, como posso saber se terei um bom casamento, se não experimentar uma relação sexual com meu namorado, com quem quero me casar? Somos da igreja, mas nenhuma palavra até hoje nos convenceu que se nos amamos de verdade, não podemos ter uma relação sexual antes do casamento? O senhor pode nos esclarecer essa dúvida?
(Carla XXXXXXXXX XXXXXX - Maringá/PR)
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Este é um verso que ensino pra moçada: "Transar antes de casar, gera o divorciar, por isso o melhor mesmo é esperar, mesmo se agonizar, sua hora vai chegar, mas só depois de casar!" Todos as vezes que ministro para jovens e adolescentes ensino este verso para memorizar um fundamento bíblico. Sexo só é bom na hora certa, e com a pessoa certa!
Estimada Carla, infelizmente esta verdade sobre o sexo "apenas" no casamento parece não possuir fundamento na nossa geração. A maneira leviana como as pessoas tratam o namoro, têm gerado casais infelizes e sistematicamente problemáticos no casamento. Eu explico:
Não é a toa, que esta sociedade pós-moderna, tenta de todas as maneiras subverter a instituição do casamento. A base do casamento é a permanência de ambas as pessoas em uma relação, seja ela boa para os dois, ou ruins para os dois. As experiências e eventos de perdas e vitórias, só acontece porque tem como base o compromisso em que o casal está aliançado. O compromisso de “permanecer” na relação. Isto é o que faz do casamento o que ele é. O divórcio nada mais é, do que a confissão de uma das partes (ou ambas) da autonomia da vida e dos sentimentos. O divórcio acontece porque um ou os dois desistem da “permanência”. 
O namoro é o espaço que um casal tem para administrar a “possibilidade” de convivência. No namoro podemos encontrar sinais claros de compatibilidade ou não entre um casal, e por isso, o namoro deve ser levado muito a sério.
Acontece que o namoro deve estar focado no caráter do parceiro, e não no corpo. O que vemos hoje entre os jovens (na grande maioria) casando mal, pois focaram suas realizações no corpo e beleza exterior (a maioria vive uma experiência sexual antes do casamento), e por isso se aventuram a acreditar que será este atributo que fará o casamento valer a pena! Erram drasticamente, pois os valores embutidos no caráter do parceiro é que fará uma relação valer a pena e lhe dará força para “permanecer”.
Aconselhamos nossos jovens dentro da igreja, a resistirem a tentação do sexo no período de namoro. Sexo somente depois de casados! Esta “norma” faz com que a cabeça dos futuros “pombinhos” esteja voltada para se auto-conhecerem nos valores e caráter e não focarem sua relação em seus corpos ou prazeres momentâneos. Isso não sustenta uma relação, apenas faz parte dela entre tantas outras coisas.
O namoro é um compromisso temporal e transitório, a instituição do casamento não, por isso existe um processo a ser vivenciado em ambas as relações. Alterar esse processo, vivendo no namoro, como se fossem casados, enfraquece e possibilidade de um bom casamento. Portanto a sabedoria está na forma como namoramos. Lembre-se:  “Um bom casamento, começa em um namoro que observa os valores corretos.” Quem permanece fiel as “regras” do namoro, será fiel na relação do casamento. É por isso que um bom casamento começa no bom namoro.

POR QUE ACREDITO NA MINHA IGREJA? Parte 2

Mensagem Ministrada na Igreja Apostólica Vida Nova

POR QUE ACREDITO NA MINHA IGREJA? PARTE 1

Ministração realizada na Igreja Apostólica Vida Nova


ATENÇÃO - AS CRISES FINANCEIRAS GLOBAIS E A BÍBLIA SAGRADA!

De acordo com alguns estudiosos, a maioria das últimas crises financeiras no mundo aconteceram entre os meses de Setembro e Outubro (de acordo com o calendário judaico, estes são os meses onde é celebrado o Ano Novo Judeu - Rosh Hashaná). Isto é significativo, pois deve ser um tempo de reflexão e arrependimento em relação as nossas atitudes com o semelhante e com o planeta, como nossa casa comum.
Temos visto que a maioria das crises financeiras mundiais, começaram ora com fatores naturais (catástrofes naturais, atos terroristas, etc.), ora com fatores internos de países que aparentemente parecem seguros em sua administração financeira (ex. o último caso foi a quebradeira de bancos americanos fortes, por conta do crédito imobiliário facilitado nestas instituições). É visível também, que a maioria das crises não possuem fatores lógicos claros, portanto, tudo isso merece um tempo de nossa atenção e reflexão. Por quê isto esta acontecendo no mundo todo? E de que forma tudo isso, pode afetar cada um de nós? E ainda, qual a relação disso tudo com a Bíblia?
Precisamos pensar em pelo menos dois pontos relevantes nesta reflexão sobre as crises financeiras globais, e o que a Bíblia fala sobre o assunto, vejamos:

Globalização: O mundo todo está conectado entre si, isso faz parte do sistema globalizado. Os espaços foram reduzidos e já não há barreiras para a crise afetar o mundo todo de uma só vez. Uma nação sofre com a crise de outra nação, e torna toda crise sistêmica. Há sempre um efeito dominó diante de cada crise. A globalização não poupa espaços diante das crises. É por isso que um país “sem expressão” econômica, pode desencadear uma crise nas maiores economias mundiais.
Analistas Financeiros: Eles são os sacerdotes dos mercados mundiais, prescrevem e enfatizam teorias com base no “jugo” da especulação. A especulação tem sua base na ganância humana, e é por isso que o mercado financeiro fala muito sobre “negócios futuros” (derivativos = dinheiro virtual). A maioria dos negócios gerados nas bolsas de valores mundiais, estão baseados nesse mercado de futuro, isto é, em um dinheiro que ainda será gerado, ou em valores que na verdade não são reais no presente momento (é este fator que gera as famosas bolas de ar financeiras). A maioria das pessoas que investem na bolsa, acabam vendendo seus “ativos” (negócios saudáveis, reais e rentáveis a longo prazo), para entrarem em investimento de risco nas bolsas.
Certa feita ouvi um rabino dizer: “Os homens mais ricos do mundo, como Warrem Buffett e Bill Gates não fizeram o seu dinheiro na Bolsa de Valores, mas com trabalho duro e criatividade” - e creio que ele estava coberto de razão.
Neste aspecto, a natureza torna-se um ótimo professor para nos ensinar como olhar para as finanças e como perceber a sabedoria divina no trato com as riquezas. De acordo com a tradição judaica, a chuva é uma grande benção, mas apenas quando chove no “lugar certo e no tempo certo”. Isto é, chuva só é benção quando cai na terra semeada e arada.
O trabalho dado ao homem, ao contrário do que muitos pensam, não é uma maldição por conta do pecado original, mas uma grande benção. Deus abençoa o fruto do nosso trabalho. Nunca foi a intenção de Deus ter filhos que nada fizessem ou construíssem no mundo. Deus trabalha pelo nosso trabalho. Deus valoriza com suas dádivas aquilo que fazemos e produzimos.
Todas as vezes que chove, o agricultor olhar para o céu, pois de lá vem a esperança da próxima safra. O verdadeiro sustento vem de Deus, pois sem ele aquilo que plantamos e produzimos não pode ser multiplicado pela “sua”chuva. Não temos ingerência sobre o céu, apenas sobre a terra, mas é o que vem do céu que é essencial para o crescimento. Temos apenas autoridade sobre a semente, mas não sobre a multiplicação dela.
Ao contrário do que pensam os banqueiros e bilionários do mundo todo, o controle das finanças globais ainda está nas mãos de Deus, o homem não é dono de nada, pois o mesmo não pode garantir a segurança “eterna” de seus bens e finanças. Dinheiro em hebraico, é também traduzido por sangue (hb: damim). O acúmulo desproporcional de bens é um grande insulto contra Deus. “Ter muito dinheiro”, assim como não querer ter “dinheiro nenhum” é uma grande falta de fé em Deus. É por isso que o salmista diz: “Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos. Melhor é para mim a lei da tua boca do que milhares de ouro e prata.” (Sl 119:71-72).
Concluo dizendo que as coisas mais monumentais que podemos fazer são falíveis, e o mercado financeiro é limitado e frágil. Deus ainda é a única coisa onde podemos DEPOSITAR nossa confiança, até mesmo em momentos trágicos e de grande dor. Nossa serenidade e equilíbrio emocional não podem estar na mão do mercado global, mas na mão do Criador de todas as coisas.