29 de jun de 2011

(07) SETE TRAÇOS QUE PAULO PROCURAVA EM UM LÍDER.

Existe um grande número de líderes que exercem papéis singulares em suas congregações, mas existe um expressivo número que exerce papéis diferentes. Num momento ele pode ser uma conselheiro, no outro, um profeta, num outro momento um trabalhador geral, arrumando muitas coisas no templo, enfim, muitos líderes hoje são conhecidos como “multi-tarefas”. Lutam para construir um rebanho e um local adequado para a organização.
O problema é que a maioria destes líderes “multi-tarefas” perdem o foco, exatamente por estarem fazendo muitas coisas diferentes ao mesmo tempo. Para que um líder “multi-tarefas” seja mais eficaz naquilo que está envolvido, ele precisa ter certas características, e assim construir sua congregação debaixo de um ministério eficiente. Paulo nos ensina (07) traços na sua carta para Timóteo que nos ajuda a ser líderes mais eficazes, apesar do acúmulo de tarefas. Vejamos:
1. Professor - 2 Tm 2:02
Um bom líder precisa desenvolver seu povo. Treinar seus obreiros, estar capacitado para orientá-los, conseguir promover habilidades para que eles alcancem sucesso, isto significa ser um bom professor. Um líder de ensino.
2. Soldado - 2 Tm 2:3-4
Uma visão que não custa nada e não exige nada, também não vale nada. Todo soldado deve lutar por sua visão. Soldado que não está comprometido quando colocado sob pressão, não está apto para a luta. Como líderes, temos que lutar pela visão que Deus colocou em nossos corações.
3. Atleta - 2 Tm 2:05
A verdadeira marca de um grande atleta é a disciplina. O atleta abandona o que ele quer fazer para fazer o que ele precisa fazer. É o exercício do auto-controle em face da tentação. Os líderes devem ser disciplinados em sua abordagem, evitando sempre o desejo e a tentação a fim de alcançar a vitória sobre o resultado final.
4. Agricultor - 2 Tm 2:06
Um fazendeiro é sempre diligente em seus cuidados com a terra. As pessoas que você lidera são como um terreno fértil. E o Senhor os capacitou para que as sementes dêem seu fruto. Por isso o trabalho de um grande líder é fornecer as sementes e criar todas as oportunidades para fazê-las crescer e florescer. Um grande agricultor sabe como cuidar do seu campo.
5. Trabalhador - 2 Tim 2:15-17
Nada que é grandioso pode ser construído sem uma grande quantidade de trabalho. Deus certamente colocou o desejo de reconstruir os muros de Jerusalém no coração de Neemias, mas ainda assim, ele tinha que ir e fazer o trabalho duro. Seja um líder que não tenha medo de arregaçar as mangas e começar a trabalhar.
6. Recipiente - 2 Tim 2:20-22
Como líderes, somos vasos recipientes. Nós carregamos visão, paixão e experiência. Se nós queremos motivar e influenciar pessoas, a nossa paixão precisa ultrapassar a nossa capacidade. Por isso precisamos ser uma vaso transbordante, que motiva pelo entusiasmo e pela paixão de uma visão.
7. Servo - 2 Tim 2:23-26
Não temos melhor exemplo desta característica de liderança do que Jesus Cristo. Ele não veio para ser servido, mas para servir. O serviço é a característica máxima dos grande líderes. Muitos olhos estão sobre nós continuamente, para que através do exemplo de comprometimento e serviço, sejamos um referencial de liderança.
Faça uso desta pequena reflexão no seu grupo familiar, ou igreja. Saiba que estes são os traços que classificam um líder sobre a perspectiva de Paulo, para a Igreja do Senhor. Ele exigiu isso de Timóteo, procurou isso em Timóteo e cobrou isso de seu filho na fé. Como líderes, que Deus nos ajude sempre a cultivar estas características em nós.

27 de jun de 2011

MENTIRA - ALGUMAS VERDADES SOBRE ELA!

Dentro da natureza das coisas criadas, nada é mais devastador do que a mentira. A mentira é a personificação do engano em seus diferentes aspectos, totalmente nocivo ao homem. A mentira se apresenta em todas as esferas e ambientes da vida. Podemos muito facilmente crer na mentira, divulgar a mentira, e viver na mentira. Por isso ela é um instrumento dia-bólico (Jo 8:44), usado para a destruição do homem e degeneração de toda a criação. 
Por definição, a mentira é o discurso contrário à verdade, efetuado com o objetivo de enganar. Daí concluímos que o elaborador da mentira conhece a verdade e efetua deformações intencionais sobre o verdadeiro, para atingir o seu objetivo.
O objetivo máximo da mentira é nos impedir de distinguir o verdadeiro do falso. É confundir, é iludir, é enganar e, assim, nos levar a tomar decisões erradas (para nós), mas que “beneficiam” quem criou e espalhou a mentira.
Gosto da definição jurídica da mentira. Na verdade a mentira está relacionada muito mais com a intenção de enganar do que no engano em si, é o prejuízo que ela causa a uma pessoa, que vale no campo da jurisprudência, isto é, não é a mentira que é falada que está em jogo, mas o dano que essa mentira pode causar. É o propósito que nos leva a mentir que defini o grau de “destruição” da mentira.
Por isso a mentira é considerada um ato deliberado, tanto é deliberado, que se pode mentir dizendo a verdade, contanto que se queira enganar o outro com aquilo esta sendo dito, pois, o essencial na questão é que a mentira é levada, sempre, no sentido de fazer crer, ao alvo da mentira, aquilo que se deseja que -ele, o alvo, acredite.
Neste aspecto, a mentira está muito ligada ao ideal de crença, pois baseada nela, grupos de pessoas criam uma opinião pública, com a idéia de prejudicar o ideal de verdade, fazendo com que os “alvos” da mentira (pessoas) mudem a sua conduta em relação a verdade.
Precisamos saber que para a mentira alcançar seu objetivo ela não precisa alterar tudo, basta apenas que ela altere um ponto. Uma alteração, seja ela supressão ou extração, já é suficiente para transformar a realidade do ambiente ou da verdade.
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DIVULGAÇÃO - Esta é uma parte da palestra que será realizada no Dia 30 de Julho de 2011 no auditório Jovem da Igreja Apostólica Vida Nova, pelos prs. Willy Garcia e Bruno dos Santos no SÁBADO TEOLÓGICO sobre o tema:

MENTIRA - Algumas verdades sobre ela!
Local: Rua Dr. João Inácio Teixeira 78 - Mooca / Tel: 11 3554-9103

22 de jun de 2011

PERDIDO - MESMO ESTANDO DENTRO DE UMA IGREJA!

Existem pelo menos duas classes de perdidos dentro de uma igreja. A primeira seria aquele tipo de pessoa que está se aproximando do Evangelho. Que está conhecendo a palavra, frequentando com certa regularidade os cultos e que vive ainda a dúvida de aceitar ou não, a salvação e a reconciliação com Deus. Fazem muitas coisas erradas ainda, mas estão procurando o caminho certo, não é a estes que me refiro.
Quero falar da segunda classe de perdidos. Aqueles que estão na igreja conhecem bem todo o contexto cristão, conhecem inclusive as escrituras, observam os mandamentos, são consideradas pessoas religiosas pelos amigos, cumprem as normas da congregação, mas estão completamente perdidos. Talvez você esteja perguntando - Isso é possível? -   Não só é possível, como é mais comum do que imaginamos! Vejamos a seguinte história narrada no Evangelho de Mateus:
“Eis que alguém se aproximou de Jesus e lhe perguntou: "Mestre, que farei de bom para ter a vida eterna? Respondeu-lhe Jesus: Por que você me pergunta sobre o que é bom? Há somente um que é bom. Se você quer entrar na vida, obedeça aos mandamentos. Quais?, perguntou ele. Jesus respondeu: Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não darás falso testemunho, honra teu pai e tua mãe’ e ‘amarás o teu próximo como a ti mesmo’. Disse-lhe o jovem: A tudo isso tenho obedecido. O que me falta ainda? Jesus respondeu: "Se você quer ser perfeito, vá, venda os seus bens e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro no céu. Depois, venha e siga-me. Ouvindo isso, o jovem afastou-se triste, porque tinha muitas riquezas.” - (Mt 19:16-22 / NVI)
O jovem rico da narrativa de Mateus, era um membro acostumado com os preceitos religiosos, do tipo; “isso pode!”- “isso não pode!” Provavelmente um rapaz bem comportado, exemplar em seus procedimentos sociais, ativo na igreja, participativo nas programações dos cultos, enfim um bom membro eclesiástico, mas principalmente INFELIZ! - Por quê?
Porque ele não tinha certeza de que possuía a promessa de Deus em sua vida. Apesar de cumprir preceitos religiosos, ele estava em busca da verdadeira salvação. Questionou Jesus sobre o quê precisaria fazer para “herdar a vida eterna”. Não havia em si uma convicção inabalável de que seu comportamento religioso lhe garantiria a Graça de Deus. A observação de mandamentos não é sinônimo de salvação, mas obedecer é aos termos bíblicos, é a consequência do amor à Deus. É a decisão de amar a Deus acima de todas as coisas que me leva a obediência, e não a obediência sem amor que me leva à Deus. Jamais podemos desassociar estas duas coisas. Obediência que não reflete o verdadeiro interesse (amor) não é obediência mas religiosidade. Este era o problema do jovem, não o de ser rico, mas o de preferir muito mais a riqueza do que a Deus.
Deus não pode aceitar nossa espiritualidade, se Ele não possui a primazia em nosso coração. Se tudo o que temos e somos, não for para Ele primeiramente, nada do que fazemos pode agradar a Deus. Exercer uma religião sem um relacionamento íntimo com Deus, mesmo observando todas as regras geram um “vazio na alma”.
Muitos destes “perdidos” na igreja, estão tendo um vida religiosa, mas sem intimidade com o Rei dos reis. Viver uma religião sem amar a Deus, é a maior de todas as ilusões. É a nossa relação com Ele que gera uma vida de compromisso, não o contrário. Afinal que tipo de relacionamento pode dar certo se convivermos com alguém que de fato não amamos, ou não nos ama?

21 de jun de 2011

POR QUE A MINHA IGREJA NÃO CRESCE?

Esta pergunta é feita por inúmeros líderes hoje. Sabemos que pessoas saudáveis crescem, animais saudáveis crescem. Árvores saudáveis crescem, plantas saudáveis crescem. Portanto, igrejas saudáveis também crescem. O crescimento é uma característica sobrenatural do processo natural que Deus promove em todas as coisas vivas. E o corpo de Cristo, tal qual a Bíblia expõe, isto é, a igreja local, é uma coisa viva e portanto deve crescer. Assim, quando uma igreja não está crescendo, é útil perguntar: "Por que não está crescendo?"
Gostaria de expor cinco entraves ou obstáculos, que restringem o crescimento de uma igreja local. Se entendermos as razões do “não-crescimento”, fica muito mais fácil de diagnosticar com precisão os problemas que afetam o crescimento da igreja local.
Primeiro Obstáculo - O Pastor.
Existem três diferentes causas que inibem o crescimento da igreja por conta de um pastor, são eles:
* Um pastor que  não tem uma prioridade. Igrejas crescem quando seus líderes têm uma prioridade para alcançar os que não estão em uma igreja. Quando o pastor não possui uma perspectiva evangelística e um plano de ação, a igreja não acontece.
* Um pastor que não tem uma visão. As igrejas que crescem têm pastores que acreditam que Deus quer alcançar as pessoas em sua comunidade e assimilá-las no corpo, porque eles possuem um chamado específico e uma visão de alcance colocada por Deus em seus corações.
* Um pastor que não tem conhecimento. Um trabalho duro não é o segredo para um evangelismo eficaz. O segredo é potencializar o trabalho com mais inteligência e planejamento. Infelizmente, pouco é aprendido e ensinado sobre como efetivamente alcançar e assimilar novas pessoas para a comunidade local.
Segundo Obstáculo - Os membros da igreja.
Geralmente há um clero competente e hábil em toda a igreja para mostrar como as coisas Não Devem ser feitas. Vejamos:
* Membros que não têm prioridade para alcançar os perdidos. "Claro que nossa igreja deve atingir as pessoas!". Dizem alguns: "Mas não contém comigo! Eu tenho três filhos, um emprego, a filiação no clube de saúde, e um gramado para cortar. Alguém com mais tempo deve se sentir obrigado. Não acham?" Existem membros que acreditam que a prioridade de evangelizar e recepcionar novos membros é dever do pastor.
Membros que temem que pessoas novas vão destruir a "comunhão existente". Quando o grupo de “velhos amigos” é a prioridade número um em uma igreja, os membros irão agir de uma forma que comunica aos recém-chegados: "Estamos muito bem com as pessoas que temos, obrigado."
Terceiro Obstáculo - Uma Mensagem Irrelevante.
Igrejas crescem quando abordam as questões e preocupações das pessoas em sua comunidade e vida social. Quando relacionam o Evangelho com estes pontos de necessidades sociais, espirituais, familiares, etc. Geralmente as igrejas “estagnadas” são aquelas vistas pelos sem igreja como tendo uma mensagem irrelevante para a vida cotidiana.
Quarto Obstáculo - Usando os métodos errados.
Usar métodos inadequados é pior do que não usar nenhum método. Precisamos tomar cuidado para  não usar métodos inapropriados para o campo de colheita. Cada local possui uma caracteística diferente, assim como o agricultor deve conhecer o solo e a semente que esta sendo plantada, cada igreja deve assimilar um método adequado de trabalho para a área onde está inserida. Um método não necessariamente deve seguir o mesmo formato em diferentes regiões.
Quinto Obstáculo - Nenhum plano de assimilação.
Mais de 80% das pessoas que abandonam a igreja fazem isso no primeiro ano de sua filiação. Um novo membro não se torna automaticamente um membro ativo sem um plano intencional executado pela igreja para assimilar este novo membro em seu rol de membros demonstrando que essa comunidade está baseada no amor cristão e na comunhão espiritual.
Poderíamos enumerar várias outras razões, do por que igrejas não crescem?  Mas creio que estas são as principais razões da falta de crescimento. Se atentarmos um pouco veremos que muitas igrejas esbarram nestes obstáculos para que tenham um crescimento saudável. Deus nos criou para crescer, este é o processo adequado. Qualquer obstáculo de crescimento precisa ser diagnosticado e na medida do possível removido para que o propósito de Deus alcance o seu alvo.

20 de jun de 2011

OS CRENTES E AS FESTAS JUNINAS!


De acordo com os feriados previstos no calendário anual do Brasil, logo após o carnaval e a páscoa, a denominada “festa junina” é o evento mais comum, celebrado por milhares de pessoas no país. Cidades inteiras se mobilizam para festejar com danças, comidas típicas e música, uma homenagem a três santos católicos, a saber: São Pedro, São João e Santo Antônio.
Esta celebração é uma tradição portuguesa (país predominantemente católico) herdada desde a colonização e que foram facilmente incorporadas pelo folclore (ing. folk + lore  /  trad. gente + tradição popular). O teor destas festas oscila de região para região, o  espaço onde estas festas acontecem é sabidamente denominado “arraial”. Portanto o nome de “festa junina” é muito mais do que uma referência ao mês de Junho e Julho, quando acontecem estas festividades.
O solstício de verão de acordo com a astronomia é o momento em que o movimento do Sol atinge a sua maior declinação sobre a latitude da linha do Equador( afasta-se o máximo possível da linha meridional), ocorrendo duas vezes ao ano, em Junho e Dezembro. Portanto quando esse movimento ocorre no verão, a duração do dia torna-se mais longa, e quando ocorre no inverno a duração da noite torna-se mais longa. Em várias culturas antigas, este solstício, era celebrado com festas e costumes de religiões pagãs, proveniente das mitologias persas e hindus.
Esta festa é celebrada na maioria dos países europeus cristianizados. As primeiras referências em terras tupiniquins datam de 1603, através de missionários jesuítas. Aqui estas comemorações católicas-pagãs tornaram-se ainda mais sincréticas (misturadas) com outras tradições oriundas das religiões africanas.
Apesar de tantas referências pagãs-idolátricas, parece que a participação nas festas juninas por cristãos-evangélicos não causam nenhum tipo de problema! Será?
Ao que parece, o caráter religioso de tais festas desagradam o ideal de Deus para o cristão. Nestas festas ocorrem canções, rezas e comidas consagradas aos “tais santos” da igreja. A Festa Junina, na verdade remonta ao ideal das festas de colheitas, celebradas por povos antigos aos seus deuses, isto é, uma festa naturalmente idolátrica, com uma roupagem católica/cristã. Apesar de mudar a configuração da festa, o mandamento do Senhor continua o mesmo. Quando Deus introduziu o povo de Israel na terra prometida adverti-os severamente para que não usurpassem das mesmas práticas dos povos: "Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos." (Dt. 18:9).
Precisamos esclarecer que a palavra "apostasia", um termo muito comum nos dias de hoje, vem da mesma raiz grega que significa insurreição ou rebelião. Uma insurreição ou rebelião é levantar-se totalmente contra tudo que vem de Deus – e ao mesmo tempo uma mudança de direção espiritual. Isto é, uma aceitação das leis e atitudes contrárias ao ideal divino. Nesse contexto, apostasia não significa violação de leis isoladas, mas é a caracterização ampla da rebelião total contra Deus. A minha opinião é que devemos ignorar este tipo de festividade, e isso não nos molda nos padrões extremistas da fé evangélica.
A resposta para as dúvidas do cristão evangélico deve se firmar primeiramente na Palavra e em uma fé inabalável, assim como no aconselhamento com o próprio pastor, e com Deus em sua consciência, Cito uma passagem esclarecedora de Paulo: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma" (1Co 6:12). Eis o diferencial da liberdade cristã, permitindo ao homem viver no mundo sem ser governado espiritualmente ou culturalmente por ele.
Quanto ao fato das escolas estaduais, municipais ou particulares celebrarem estas festas, gostaria de esclarecer aos pais evangélicos. De acordo com o Planejamento Curricular Nacional, as instituições de ensino têm como dever preservar e transmitir valores culturais da nação, muito embora não tenham o direito de obrigar as crianças a participarem de qualquer festividade deste cunho. Porém, no caso das festas juninas e de outras comemorações com sincretismo religioso, para que as crianças evangélicas não passem por constrangimento por não participar. É bom verificar a proposta pedagógica e deixar claro o posicionamento religioso da família logo no início do ano letivo. Isso deve ser conversado com respeito entre pais, professores e pedagogos. Quanto a lei, o capítulo 2 do ECA (Estatuto da criança e do adolescente), garantem os mecanismos de proteção, no que diz respeito a liberdade religiosa do menor.

16 de jun de 2011

O QUE É SER SALVO?


SER SALVO É SER SAL, CUMPRIR O IDE E TOMAR INICIATIVAS QUE DEMONSTRAM EM QUEM NOS CREMOS. Os primeiros seguidores de Jesus foram chamados "cristãos" (At 11 - lit. pequenos cristos), exatamente por levarem a salvação onde quer que estivessem.

13 de jun de 2011

REPREENDER OS FILHOS. ATÉ QUE PONTO OS PAIS PODEM CHEGAR?

Hoje é comum escutarmos sobre violência doméstica nos noticiários. Precisamos de leis que incentivam o diálogo e não a violência, mas eximir os pais da possibilidade de corrigir os filhos através de um “corretivo no bumbum”, chega a ser um disparate. A questão que quero levantar é sobre a famosa “Lei da Palmada. O projeto, que ficou conhecido como “lei da palmada”, se propõe a alterar o artigo 18 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Nele, fica proibido o uso de castigos corporais de qualquer tipo na educação dos filhos. O castigo corporal é definido como “ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso de força física que resulte em dor ou lesão à criança ou adolescente”.
É claro que espancamento é crime, seja dos pais ou de quem quer que seja, mas a palmada jamais pode ser enquadrada neste artigo. A grande maioria das pessoas sabe a exata diferença entre a palmada e o espancamento. A palmada tem uma função educativa, enquanto que o espancamento pressupõe a violência. Chamar pais que educam seus filhos com palmadas de criminosos é um acinte.
Vivemos em um época, em que as tradições estão sendo atacadas sistematicamente, e hoje fica cada vez mais difícil a educação adequada dos filhos diante de tantas barreiras, o estado muitas vezes legisla sobre questões que não lhe compete legislar. Neste caso, os limites dados pelos pais aos filhos, através de uma palmada corretiva.
Gostaria de deixar alguns pontos para a reflexão dos pais que encontram dificuldades na educação dos filhos, e como usar a palmada corretiva de maneira adequada?
  1. É preferível ensinar seu filho(a) sobre as coisas certas e erradas antes que ele(a) cometa esses erros, do que repreendê-lo(a) depois do erro cometido.
  2. Ensine seu filho(a), de que eles são filhos de Deus, e portanto precisam ter um compromisso não somente com os pais naturais, mas também com o Pai Espiritual. Mesmo que os pais naturais não estejam por perto. Deus está com eles onde estiverem e vendo tudo o que fazem.
  3. Filhos(as) maiores de 12 anos já não podem mais receber corretivo físico, pois eles possuem plenamente suas capacidades intelectuais. “Portanto, mais vale uma boa repreensão para alguém inteligente, do que cem palmadas para um tolo.”
  4. O corretivo físico só deve ser tomado com o objetivo estritamente educacional. Jamais os pais poderão bater nos filhos como vítimas de mal humor ou problemas outros. Neste caso o filhos saberá que está apanhando pelo mau humor ou nervosismo, e não porque ele errou, isto é uma grande injustiça contra as crianças.
  5. Devemos tomar o cuidado de não bater nos filhos(as) em lugares do corpo que prejudicam sua saúde. O “bumbum” foi anatomicamente desenvolvido com essa finalidade.
  6. Ensine sempre o seu filho que tudo o que não é dele, é da propriedade de alguém e que é proibido pegar, que precisamos fazer uso de uma linguagem correta e bonita, e que é necessário orar ao acordar e ao dormir para termos um dia abençoado
Estes pequenos passos podem ajudá-lo(a) a melhorar o comportamento do seu filho(a).É importante salientar que devemos educar nossos filhos desde pequenos, através do diálogo e da explicação das coisas, e que é permitido a “palmada corretiva” até uma certa idade e com o único intuito de educar, concluindo que os pais devem ter controle emocional nestas horas para não tornar essa atitude antieducacional e maléfica.
Quanto a “lei da palmada”, mais uma vez o Congresso age desmoralizando a democracia neste país. O Congresso não tem a capacidade de desautorizar os pais, mesmo porque eles são incapazes de lidar com os criminosos já existentes. Não precisamos de mais jovens inconsequentes porque não receberam a educação adequada.
Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. (Pv 22:6)

8 de jun de 2011

A DESORDEM HOMOSSEXUAL É UM PROBLEMA TEOLÓGICO.

Há um anseio velado, escondido no coração de cada ser humano feito a imagem e semelhança de Deus, não importa sua condição social, sexual, religiosa, civil, etc. Fomos criados para conhecer e apreciar a Glória do Criador.
Existimos para proclamá-la, para provar dessa Glória a cada dia de nossa existência. Sim! Eu sei que estou trabalhando com o pressuposto da existência de Deus, e é sobre esse tema que reside toda rebeldia da criação: o “Conhecimento de Deus”. Nós reprimimos e desprezamos esse conhecimento, e a desordem e caos instaurado em toda a criação é a consequência dessa ação.
A desordem na vida sexual da sociedade é claramente exposta por Paulo na carta aos Romanos. (Rm 1:21-27)
Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.”(grifo meu)
Isto significa que ao trocar Deus por coisas banais, o próprio Deus entrega tais pessoas a uma desordem de valores e procedimentos que levam a uma vida de depravação. Quando o homem tem a capacidade de enxergar algo maior do que ele mesmo, neste caso Deus, seja através da Palavra ou das coisas criadas, o homem pode experimentar a cura da própria alma. O objetivo final do Evangelho é ver, mostrar e provar a Glória de Deus em Cristo. Ele é a imagem do Deus invisível (Cl 1:15)
A criminalização da sociedade instaurada pelo STF, ao considerar a homofobia um crime, é claramente uma arma contra os princípios teológicos da fé. Uma vez que toda argumentação filosófica sobre o tema se esvai diante da criminalização.
A própria natureza da criação afirma que existe apenas dois gêneros sexuais, homem e mulher. Não existe uma terceira via ou possibilidade. Ainda que os homossexuais neguem a Palavra de Deus, jamais poderão negar sua própria natureza. Mas por não conhecerem Deus, nem a sua palavra, jamais poderão compreender a sua própria natureza, e negam aquilo que são: homens ou mulheres.
Não adianta discutirmos a isenção ou validade da Pl 122. Essa discussão é teológica, não civil ou partidária. Ser homossexual não é uma opção sexual, mas uma convicção teológica. Todo aquele que nega sua própria natureza, nega obviamente a criação estabelecida pelo Criador. Nega o próprio Deus.

7 de jun de 2011

PODEMOS SER APENAS UMA COISA "SEM DEUS" - ORGULHOSOS!

O orgulho é um sentimento elevado (além da realidade) que a pessoa nutre sobre si mesma. Neste aspecto, o orgulho torna-se uma atitude negativa e destrutiva, pois eleva os valores da pessoa à um nível de inconsequentes resultados. O orgulhoso vive numa clara ilusão sobre si mesmo e sobre o mundo, fazendo com que sua vida seja baseada em sentimentos e conquistas falsas. O orgulho é o primeiro pecado mencionado na Bíblia. Ele sufoca, mata, destrói e derruba. A criatura orgulhosa acredita que pode viver sem a ajuda do Criador. 
Por isso o orgulho é uma das piores características do ser humano, a ponto de torná-lo desprezível aos olhos de Deus. Portanto o orgulho é um dos principais motivos que levam a pessoa a cometer transgressões graves na vida. O orgulhoso é alguém sem a “proteção Divina” e acaba se afundando em uma busca incessante de prazeres, desejos superficiais e escravo da sua má inclinação (carnalidade), passando todos os limites.
O orgulho em alguma forma é inerente a todos nós. Nenhuma criatura tem tantas razões para ser humilde quanto o homem; paradoxalmente nenhuma, possivelmente, possui tantas fontes de orgulho. O orgulho destrói a humildade, gera vaidade, transfere fé em Deus para fé em si mesmo. Existe no orgulho um senso de estar completo em si mesmo que destrói a base da espiritualidade, é por isso que o orgulhoso “não pode” ver a Deus. Sua sensação constante é: "Estou cheio e não preciso de mais nada”.
No AT, quando uma pessoa cometia um pecado ela precisava oferecer um sacrifício de um animal para expiar seu erro. No momento do abate do animal, a pessoa precisava colocar as mãos sobre o animal que estava sendo sacrificado e sentia, ao ver o sangue do animal sendo derramado, como se fosse seu próprio sangue que deveria estar sendo derramado por causa de suas transgressões. Deus, em sua infinita bondade, permitia que a pessoa poupasse sua vida através do sacrifício do animal. A principal motivação dos sacerdotes era que a pessoa refletisse sobre isso, e "quebrantasse" seu coração, se arrependendo dos erros cometidos e não voltar mais a errar. Esse arrependimento vinha junto com uma submissão ao Criador, que ajudava a pessoa a trabalhar seu orgulho, a verdadeira causa de suas transgressões. Esta foi a expiação de Cristo, precisamos de Jesus para retornar ao estado de humildade. Sem Ele em nós é impossível ser humilde.
A única solução para o orgulho é cultivar esta humildade de espírito, “porque deles é o reino dos céus”, como Cristo disse. “A soberba do homem o abaterá; mas o humilde de espírito obterá honra.” (Pv 29.23)

3 de jun de 2011

"DESIGREJADOS" - OS QUE ESTÃO FORA, QUERENDO ESTAR DENTRO!

Há um fato acontecendo dentro da igreja institucional e organizada, e que encontra eco em diversos sites na internet e reuniões acaloradas da cristandade dentro e fora das denominações. São os pejorativamente chamados “desviados”, afastados ou simplesmente; pessoas desencantadas com a igreja institucional por diversos motivos.
Entre estes, estão aqueles que abandonaram, não somente a igreja, mas também a fé cristã, isto é, entraram pelo caminho da apostasia. Mas existem aqueles que estão separados da instituição denominacional, querem ser cristãos “sem igreja”. Este movimento cresce todo dia com força, no Brasil e no mundo cristianizado. Muitas editoras estão lançando livros que debatem esta linha de pensamento, sobre os “desigrejados”, e analisando as consequências à médio e longo prazo deste movimento.
Concordo com alguns pontos dos “desigrejados”, principalmente aqueles que se referem ao uso indevido de autoridade eclesiástica, e ao processo disciplinar humilhante em que alguns foram submetidos.
Não carrego nenhuma ilusão quanto a igreja. Sei que homens imperfeitos fazem a gestão de diversos trabalhos e aconselhamento de inúmeros casos todos os dias. E que a falha, o erro e a limitação estão presentes em todas as áreas da sociedade, assim como na igreja. Mas jamais poderei concordar com a possibilidade de viver o cristianismo longe dela.
Cristianismo sem igreja, não é cristianismo, mas uma outra expressão religiosa. Diferente da proposta deixada por Jesus, uma vez que ele deixou uma igreja organizada, e estruturada desde o seu nascedouro. Tanto nos Evangelhos, quanto no restante do Novo Testamento.
O que acredito, é que a maioria dos “desigrejados” querem viver o cristianismo ao “seu próprio modo”. Viver o cristianismo, sem a comunhão, sem a disciplina, sem a integração dos irmãos, sem os cultos regulares, sem as ordenanças conforme a ordem do Senhor da Igreja. 
Jesus ordenou que seus seguidores fizessem discípulos por todo o mundo, e que fossem  batizados e ensinados em tudo o que ele havia mandado (Mt 28.19-20). 
Eles obedeceram as suas ordens e organizaram estas pessoas convertidas em igrejas apostólicas organizadas e baseadas nos ensinos apostólicos, com líderes bem definidos e preparados, e debaixo do governo espiritual de Jesus Cristo.

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SAIR DA IGREJA LOCAL OU LUTAR POR ELA?

Há uma grande realidade acontecendo todos os domingos em milhares de igrejas no Brasil e quiça no mundo. Pessoas estão saindo de um mini...