OS “PEQUENINOS” ASSASSINOS DE NOSSOS DIAS.


Histórias de crianças que cometem assassinatos ou crimes, é mais comum do que imaginamos. Infelizmente estamos vivendo em um mundo infestado de violência, cheio de incoerências sociais. E obviamente as crianças tornam-se presas fáceis desse sistema grotesco.
Ainda ontem, assistimos a mais um caso absurdo de uma criança de 10 anos, cursando o 4 ano primário, que atirou na professora e depois se suicidou, na cidade de São Caetano do Sul, em São Paulo. Abalados, educadores e pais se perguntam por quê? O quê levaria uma criança a cometer essa barbaridade? Parece que a resposta é mais simples do que imaginamos: O convívio diário com o descaso da vida e a violência como linguagem comum em nossos dias são o adubo deste sistema cruel.
Violência faz parte do dia a dia das crianças. Noticiários, filmes, e porque não falar dos vídeo games? Será que não prevíamos que a médio-longo prazo, a constituição psicológica destas crianças seria abalada?
De quem é a culpa? Do pai ou da mãe? Não creio! A culpa é do sistema que aceitamos e introduzimos dentro de nossos lares, sem nenhum tipo de critério ou avaliação, e expomos nossas crianças à ele, sem qualquer tipo de defesa ou proteção.
Escolas deixaram de ensinar princípios de moral e bom costume, os educadores estão impedidos de chamar a atenção das crianças, sua autoridade está desmoralizada por conta de uma política de “proteção ao menor” que o joga no fundo do poço existencial, os pais não são capazes de conter toda a demanda que sobre eles é jogada, e pra ajudar, a “lei da palmada” é defendida com toda a força por pessoas que acham as crianças incapazes de fazer mal. Pra definir, é o seguinte: O sistema ruiu e as crianças são as vítimas mais eficazes deste sistema. Seus crimes chocam pela frieza e crueldade, sinais estes que acreditamos existirem apenas nos mais vis assassinos, jamais em uma crianças. Ledo engano, estamos fadados a uma sociedade patologicamente doente, se não mudarmos nossos conceitos e princípios. Drogas, sexo, violência, fazem parte do dia a dia das crianças desde a sua mais tenra idade. Pais, políticos, psicólogos estão amedrontados com estes sinais apocalípticos. A desestruturação da família e a perda de valores absolutos e verdades fundamentais criou uma sociedade suicida, que mata e que se mata. Neste caso, somos vítimas e réus com mártires como este menino de 10 anos de São Caetano do Sul. Que Deus tenha misericórdia de nós, do Brasil e do mundo todo que sofre estas notícias toda semana.

SOMOS O QUE COMEMOS!

Já faz algum tempo, a minha família participou de um programa de televisão, chamado RECEITA DE FAMÍLIA, onde eles nos acompanharam por algumas semanas analisando aquilo que comíamos. Ao ver nossa família na tevê, percebemos que aquilo que comemos muitas vezes condiciona nossa vida. Assim acontece com a realidade espiritual. Aquilo com o quê alimentamos nosso espírito condiciona nossa espírito para o bem ou para o mal. Fica aqui a minha reflexão e a ajuda dos toques da nutricionista para o nosso corpo. Caso você queira ver outros episódios, este programa está passando todos os sábados na TV Brasil, canal, acesse: www. tvbrasil.org.br


BEIJINHO SAFADO


“E Jesus lhe disse: Judas, com um beijo trais o Filho do homem?” Lc 22:48
Um dos beijos mais famosos do mundo foi um beijo covarde, o beijo da entrega, da traição, da falsidade, da vileza, do cinismo, do dedo-duro e da safadice. Oriundo de um crente impostor, embusteiro, hipócrita e fingido. O beijo de Judas Iscariotes narrado nas páginas do Novo Testamento; era o sinal combinado para os soldados romanos darem o “bote” sobre Jesus, o beijo de Judas identificou quem era Jesus para os soldados romanos que deveriam prender e dar início ao processo de julgamento e crucificação do Messias.
Na cultura ocidental o beijo é considerado um símbolo de afeição, entre amigos representa tanto o cumprimento como a despedida. O beijo é o reconhecimento de que existe uma relação de respeito e admiração entre duas pessoas. Foi assim, com este ato que Judas traiu Jesus. Judas se valeu de um símbolo afetivo e utilizado nas relações significativas e íntimas, para entregar seu mentor.
Muitas vezes o tempo revela aos relacionamentos que “boas ações” estão encharcadas de “maus intentos”. Infelizmente é mais comum do que pensamos ver que símbolos de afeto, carinho e admiração, na verdade são armas utilizadas para a traição e o uso indiscriminado do relacionamento. Me recordo de um mulher que atendi a alguns anos atrás no meu escritório, que traída pelo marido, chorava dizendo que o tempo em que era traída, foi o tempo onde recebeu maior atenção, presentes e admiração do marido traidor. Isto é, as “boas ações” do marido davam à ele a força necessária para a manutenção da traição da esposa.
São inúmeros os casos que vemos hoje dentro das igrejas evangélicas. Homens e mulheres que se apresntam como muito espirituais, mas que no final dão o "bote". Pessoas podem usar símbolos verdadeiros de afeto, carinho e atenção como armas para seu jogo de manipulação e interesses. Essa maldade velada é destrutiva e maligna. Até mesmo o diabo pode se passar como “anjo de luz” para alcançar seus objetivos (2Co 11:14). Isto mostra que mesmo a beleza e o bom não estão isentos da maldade nesta geração de homens perversos.
Assim a história registra que Judas traiu a Deus com uma demonstração de atenção e afeto. Isso é o âmago da religiosidade, Judas era um religioso hipócrita, tão cruel quantos os fariseus. Ele estava fazendo algo certo, com o coração totalmente errado. Na maioria das vezes a maldade não mostra sua face, ela pode até mesmo vir disfarçada de um “beijinho safado”. Vigiai...Vigiai!

A Ele toda a Glória!