NÃO CREIO NO FIM DO MUNDO, MAS CREIO NO MUNDO DO FIM !


A data que corresponde ao nosso 21 de Dezembro de 2012 no calendário Maia, indica o fim de um ciclo, e não o fim do mundo, portanto o mundo não terminará tão cedo. Mas muita coisa mudou no velho mundo.

As pessoas estão mais frias em seus relacionamento. A violência aumentou nas grandes cidades. Nossos celulares e carros nos dão valoração, somos respeitados por aquilo que temos. A crise financeria parece não ir embora tão cedo. O Oriente médio continua em guerra. O preconceito ainda é uma realidade diária em um mundo “pós-moderno”. Na verdade estamos vivendo uma crise coletiva, um conflito interior e social.

Aquilo que éramos já não faz tanto sentido, e aquilo que seremos ainda é um mistério. Por isso a  “sensação” do fim de mundo nos assombra e inquieta. E Hollywood ajuda a massificar essa idéia com seu cinema espetacular e espetaculoso.

Bem, na verdade foram-se os Maias e o mundo ficou. Não creio no fim do mundo, mas creio no mundo do fim, como  a Bíblia relata: “Saiba disto, nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis” - (2Tm 3:1)

O FURACÃO SANDY E AS PROFECIAS BÍBLICAS


O furacão Sandy esta sendo considerada uma tempestade de proporções bíblicas. Seu anúncio pela agência americana de meteorologia foi um alerta sério sobre as suas consequências em 9 das maiores cidades norte-americanas. Apelidado de "Frankstorm", o furacão alcança a costa americana as vésperas da festa de Halloween, um feriado macabro. 

É importante lembrar que esse furacão foi o único acontecimento depois das Torres do 11 de Setembro a parar Nova York e a bolsa de valores, e exatos 11 anos após os ataques. Estamos entrando no mês 11, e esse número na bíblia sintetiza fracasso humano e condenação. São apenas sinais que pressagiam tempos difíceis para a humanidade, e que pioram a cada ano.

Há uma profecia incomum no livro de Provérbios que nos dá a dica do quê esta acontecendo com a grande cidade de Nova York e os EUA como um aviso mundial do Senhor para todas as pessoas da terra:

"A sabedoria clama em voz alta nas ruas, ergue a voz nas praças públicas; nas esquinas das ruas barulhentas ela clama, nas portas da cidade faz o seu discurso: Até quando vocês, inexperientes, irão contentar-se com a sua inexperiência? Vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria? E vocês, tolos, até quando desprezarão o conhecimento?

Se acatarem a minha repreensão, eu lhes darei um espírito de sabedoria e lhes revelarei os meus pensamentos. Vocês, porém, rejeitaram o meu convite; ninguém se importou quando estendi minha mão! Visto que desprezaram totalmente o meu conselho e não quiseram aceitar a minha repreensão, eu, de minha parte, vou rir-me da sua desgraça; zombarei quando o que temem se abater sobre vocês, quando aquilo que temem abater-se sobre vocês como uma tempestade, quando a desgraça os atingir como um vendaval, quando a angústia e a dor os dominarem.

Então vocês me chamarão, mas não responderei; procurarão por mim, mas não me encontrarão. Visto que desprezaram o conhecimento e recusaram o temor do Senhor, não quiseram aceitar o meu conselho e fizeram pouco caso da minha advertência, comerão do fruto da sua conduta e se fartarão de suas próprias maquinações. Pois a inconstância dos inexperientes os matará, e a falsa segurança dos tolos os destruirá; mas quem me ouvir viverá em segurança e estará tranqüilo, sem temer nenhum mal". 
Provérbios 1:20-33

Que Deus nos dê sabedoria para entender estes tempos.

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POLÍTICA E EVANGELHO, O QUE PENSO?


Existe ainda certa relutância por parte de muitos evangélicos que acreditam na premissa: "Religião não se mistura com política", porém, este é um sistema organizacional absolutamente necessário para que haja ordem e democracia entre as pessoas de uma sociedade. Política não pode ser algo alheio a muitos e acessível a poucos, mas DEVE SER COMPARTILHADA ENTRE TODOS, pois é algo que reflete na vida de todos.
Porque se contentar apenas com o crescimento numérico de igrejas, enquanto que, o Evangelho pode penetrar em todas as camadas da sociedade? Porque não acreditar que o Evangelho pode curar a maneira adoecida e equivocada de se fazer política? A Igreja não estará cumprindo de fato a sua missão, enquanto, apenas os templos religiosos estiverem abarrotados de pessoas ávidas pela prosperidade material, pacificação emocional ou qualquer outra intenção que não seja de fato a realidade de viver o Reino de Deus e a sua justiça.
Na mente das primeiras gerações de cristãos ficou a imagem de Jesus como alguém que passou pelo mundo fazendo o bem (At 10.38). Ao anunciar o evangelho do reino, ele apontou como uma de suas características a sensibilidade diante da dor alheia e a prontidão em assistir os desafortunados. Até mesmo o Antigo Testamento, está repleto de preceitos e narrativas referentes à temática social. As figuras do pobre, do órfão, da viúva e de outras pessoas em situação de desamparo povoam as Escrituras Hebraicas.
Há quem diga abertamente que o Evangelho nada tem a ver com política. Há quem deplore que se discuta o que se chama vulgarmente de “questões políticas” na igreja. Quando vemos alguns péssimos exemplos dos políticos evangélicos, até entendemos a razão desse tipo de ojeriza à política. Mas, em geral, é fruto de uma pregação evangélica distorcida que aliena as pessoas, fazendo-as pensar que as questões políticas e sociais nada têm a ver com espiritualidade.

A relação entre cristianismo e política não deve ser confundida com a relação entre igreja e estado. A separação entre igreja e estado foi uma preciosa conquista da democracia. Ela garante a liberdade de culto e garante que, na ausência de uma religião oficial do estado, nenhuma instituição religiosa será privilegiada pelas leis do país. Isso nada tem a ver, no entanto, com a relação entre cristianismo e política. O verdadeiro cristianismo, me parece, está envolvido nas questões sócio-políticas até o pescoço. Ou talvez deveríamos dizer: até a cabeça, que é Cristo.
Como teólogo, tenho convicção que a Bíblia e o Evangelho nos convidam a um sério engajamento com os problemas sociais, econômicos e políticos. Mas como o sociólogo Paul Freston, diz: “Nossa preocupação tem que ser com a promoção do Evangelho e não com a promoção dos evangélicos”. Precisamos de políticos com uma ênfase nos princípios da Palavra de Deus, precisamos muito mais de políticos evangélicos, do que evangélicos na política.

IGREJAS SEM TEMPLOS E TEMPLOS SEM IGREJAS


Já fui em muitas igrejas que não possuíam templos, e já fui em muitos templos que não continham igrejas. Isso mesmo! Existem igrejas sem templos, assim como templos sem igrejas. Igreja e templo são coisas distintas.

Igreja é o ajuntamento de pessoas reunidas em torno do Cristo, de seus valores e estilo de vida. Igreja é a comunidade que comunga os mesmos ideais, em unidade espiritual.  Que come do pão e bebe do vinho que simbolizam o Corpo de Cristo. Igreja é gente de carne e osso, limitada, pecadora, aprendizes da vida, discípulos de Jesus. Igreja é vida!

Templo é prédio, organização, lugar do ajuntamento. Necessário, mas não imprescindível. Templo é lugar de adoração, e não a adoração de um lugar. Templo é espaço, nada mais. Ponto geográfico de pessoas para adorar a Deus. Templo é bom, mas igreja é melhor. 

Templo sem igreja é frieza espiritual. São os templos que precisam da igreja e não o contrário. Apesar de alguns valorizam mais o templo do quê pessoas, ainda assim, Deus não amou as pedras, Deus amou o mundo humano, e por eles deu a própria vida.

Precisamos de um templo, é bom ter um templo, mas é melhor sermos igreja. Templos construímos com pedras e cimento. Igrejas levantamos através de relacionamentos. Sua argamassa é o amor. Sua porta o perdão, suas janelas a restauração, por onde entra a luz de Cristo, através do compromisso de um com outro.

A igreja de Atos era Igreja sem templo, reunidas nas casas, e as vezes no templo, mas onde estavam era Igreja de Cristo. Hoje existem muitos templos que acham que são igrejas, mas a escatologia histórica nos adverte. Jesus virá buscar a sua igreja, e nenhum templo, por isso tomemos urgência na necessidade de sermos igreja, o quando antes, antes que Ele volte!

APRENDENDO COM A FÉ DOS CORINTHIANOS...


Já vou logo dizendo, sou são-paulino! Mas creio que podemos aprender muito sobre fé e espiritualidade observando torcedores em um jogo de futebol. Tenho acompanhado, como admirador de futebol, (afinal, estou cercado de corinthianos em casa) a campanha do Corinthians na taça Libertadores da América. E que sofrimento, mas a torcida não esmorece. O útlimo jogo entre o Timão e o Santos foi equilibrado e tenso. Inúmeras vezes, as câmeras observaram as expressões dos torcedores e eles estavam vivendo, ansiosos, as decisões dos pés de cada jogador.
O que move um time, todos sabemos, é a sua torcida. Time sem torcida não recebe mérito algum. Ninguém jogo apenas pela equipe, mas por algo muito maior que a equipe. A torcida é a força motora de um time, e muitas vezes, é a torcida que leva a equipe para a vitória. Portanto, a pergunta principal é: O que motiva uma torcida? E a resposta é, a Fé. Isso mesmo! A fé move a torcida, que crê, por pior que seja o time, que pode vencer, e que pode atravessar as barreiras e conquistar um campeonato.
Esse clima que vem da arquibancada, essa “fé”, movimenta milhares de pessoa em um mesmo propósito. Milhares de pessoas, com vidas completamente diferentes, se unem e se abraçam por uma mesma causa. Diferentes classes sociais, torcem e vivem por um mesmo objetivo, que é ver a vitória do seu time. Pulam, gritam e se envolvem naquelas duas horas. Estão envolvidos com toda a força movimento o time. Jogam onze profissionais, mas o que faz um time acontecer, são as milhares de pessoas na arquibancada que acreditam naquele time. Talvez seja por isso, que futebol e religião não se discutem! Que maravilhoso, ver as diferenças econômicas, sociais e ideológicas desaparecerem, quando todos em uníssono torcem pelo time.
Não seria isso um exemplo, uma analogia do nosso culto à Deus? Não deveríamos estar em unidade de “espírito” motivados pela vitória de alcançar o prêmio principal? Não deveríamos deixar de lado nossas diferenças culturais, sociais e até mesmo ideológicas, para juntos caminharmos no time dos apóstolos, aqueles onze e depois doze, que deram a sua vida por uma causa tão nobre? Será que não podemos aprender com as torcidas de um grande time, a desenvolver melhor a nossa espiritualidade cristã? Será que não se encaixa perfeitamente as palavras de Jesus neste contexto: “Pois os filhos deste mundo são mais astutos no trato entre si do que os filhos da luz.” (Lucas 16:8b).
Existem torcedores fanáticos, entusiasmados, que expressam sentimentos calorosos e intensos pelo seu time. Independentemente das falhas, do zelo, dos excessos, o fato é que todos vestem a camisa do seu time, e defendem arduamente aquilo que crêem, que ele está no melhor time, na melhor torcida, na melhor fase. Não importam as derrotas, ou até mesmo se não tiveram vitórias, o que importa é que eles crêem! E crêem pra valer. Talvez devéssemos aprender com eles, os corinthianos, ou santistas, ou são-paulinos, ou palmerienses, qualquer torcedor de verdade tem algo para nos ensinar; o entusiasmo em crer na vitória do time do Evangelho de Cristo!

CARTA ABERTA AOS PASTORES DA VIDA NOVA

Quando cheguamos (eu e a Silvia) na Igreja Apostólica Vida Nova, éramos como algumas das ovelhas que lá chegam. Desconfiados, machucados e marcados pela ingenuidade, imaturidade, preconceitos e religiosidade que praticávamos, oriundas de outras experiências, de outros ministérios, de leituras particulares, tentando encontrar culpados para o momento em que atravessávamos, mas no fundo sabíamos, éramos terra seca.
Lembro-me de uma tarde de libertação no escritório da igreja, em que participei, junto com minha esposa, e com eles, então para nós ainda “desconhecidos”, Willy e Janete. Enquanto nos ouviam, nossos demônios e temores, saíram pelas lágrimas de amargura e tristezas destas experiências passadas. Ali começou uma jornada rumo à uma Vida Nova, não falo de uma igreja, mas da experiência de fazer parte de uma família. Choraram conosco, lutaram conosco e se alegraram conosco. Achei que não encontraria mais verdadeiros pastores, mas sim, eles existem! 
Logo então fomos levados à conhecer um casal de pastores, que possuem um ministério de intercessão muito bem estruturado, e claro, mais uma surpresa, aprendemos que pastor também ora, e é nesse pilar que fazemos um verdadeiro ministério! Oração na VN é levada a sério. E aprendi que a oração é o fôlego da alma na vida de um pastor. Conhecemos o Paulo e a “grande” Dinéa, que força que eles deram pra gente! E aprendi que existem amigos de verdade, e em alguns momentos, são mais chegados que irmãos.
Logo em seguida, conheci o corpo de pastores da VN. O pastor Airton, nosso grande contador de histórias muito boas de ministério. O pastor Domiciano Andrade, que coloca seu sobrenome em todo mundo, porque perto dele a gente se sente da família. O pastor Silvio que batalha firme pra cada membro da igreja aprender mais sobre a Palavra de Deus. O pastor Marco Antonio Duarte (guarde esse nome!) que é o delegado de polícia mais “pastor” que eu já conheci na vida. 
Os pastores de jovens, Roberto e Simone, que ajudam os pais da igreja a serem pais de filhos melhores. Os pastores Wagner e Fabrícia, que proporcionam nada menos que um “Encontro com Deus” aos novos membros da família VN. Aos restauradores, pastor João e pastora Ana Amélia, que toda “segundona” a noite, ministram vidas e restauram histórias naquela igreja. A pastora Cristina, que cuida com afinco das células nos lares, a pastora Nira que assiste as necessidades daqueles que quase ninguém assiste.
Aos pastores Geraldo e Vânia, que cuidam dos casais da nossa igreja. Aos pastores Edgar e Rita pelo ministério de Adoração da VN. Aos pastores Marcos e Arlete  responsáveis pela cantata mais famosa da Mooca, e que tornam o nosso culto possível  e perfeitamente audível. Aos pastores Walter e Marisa, que ensinam a gente a cuidar de uma parte importante das nossas vidas, nossas finanças. A pastora Nazaré, enfermeira de corpos e de almas na Vida Nova. E claro, não podia esquecer de jeito nenhum, dos pastores: Neiva, Dora, Seitiro, Olga, Magali, Marcelo e Ana (quase lá), essa gente faz a gente querer ser bons pastores. Se esqueci de alguém, perdoem-me...
Escrevi esta homenagem porque esta semana é comemorada o DIA DO PASTOR. Dia 10 de JUNHO. Tenho o privilégio de fazer parte deste time. Valeu galera. Sigamos em frente. Nosso Sumo Pastor, Jesus de Nazaré, merece o melhor desta terra. Vemos longe, porque estamos apoiados em ombros de gigantes. Deus os abençoe ricamente.

O QUE É UM MILAGRE?


O homem moderno tende a considerar os milagres como ocorrências extraordinárias, uma quebra das leis que regem a natureza existente. Para aquele que crê, o milagre faz parte da natureza existente como expressão do domínio de Deus, e intervenção para agregar à sua obra criativa mistério e beleza. 
Os milagres não são novos elementos, mas uma “nova ordem” dos elementos cotidianos na criação. Seu objetivo máximo não é o entretenimento, nem o encantamento, nem a diversão, mas despertar a fé educada pela normalidade da vida.
Existe uma grande diferença entre o milagre que é um despertamento divino e que nos leva para Deus, e a magia que é uma manipulação humana, e nos faz cultuar homens. O milagre de Deus é tudo aquilo que afeta a nossa normalidade e transforma a vida em justiça e domínio do Criador, enquanto magia é utilizada pelo homem segundo sua conveniência e necessidade.

O PROBLEMA NÃO É A UNÇÃO, MAS A NOÇÃO!

Um levantamento feito pela organização Global Action (www.globalaction.com), concluiu que 62% dos pastores não possuem um treinamento formal, e a grande maioria deles, têm um nível escolar menor do que o 6º ano do ensino fundamental. O problema é que uma pesquisa feita pela mesma organização, também concluiu que mais de 79% de cristãos ocidentais não arriscaria fazer parte de uma igreja em que o pastor não tivesse o mínimo de qualificação educacional. Aliás, este tem sido um dos fatores predominantes no êxodo de evangélicos para outras religiões. Estes dados crescem a cada ano.
Esta notícia é uma estatística que revela um sintoma crescente no meio evangélico, a igreja denominada cristã, adoece por conta da falta de noção de muitos que se chamam cristãos. Falta-nos a vontade de sermos razoáveis com os nossos limites e convicções. Temos dificuldade em admitir nossos erros e exageros, e por isso ficamos estigmatizados e ridicularizados. Não adianta nos escondermos por detrás de uma “pretensa perseguição”, sejam de demônios, sejam de pessoas. O fato é que muitos evangélicos por não compreenderam a “unção”, erram na noção, e deixam marcas contrários ao Cristianismo na sociedade.
Cultos exageradamente místicos, como se Deus nos excluísse da realidade existencial e nos fizesse viver na “espíritosfera”. Crentes que conhecem mais o Diabo, a ira de Deus e o Inferno, e jamais revelam o amor de Deus, nem nas atitudes, nem nas palavras. Gente que cria uma verdadeira disputa ministerial, proclamando mais o ministério do que o Reino de Deus. Pessoas convertidas à homens, e não ao Evangelho de Cristo. Verdadeiros exércitos de séquitos, liderados por lobos vorazes e líderes que rejeitam a verdade e o amor, se apoiando em experiências que revelam mais o coração dele, do que o verdadeiro trabalho do Espírito. Tudo isso junto, é o que a Bíblia chama de joio.
Mas na verdade o problema não é esse joio crescendo no meio da igreja, Jesus nos advertiu a esse respeito (Mt 13:24-30). O problema é a falta de ação de quem é trigo, de quem é luz, de quem é imagem e semelhança de Cristo. Precisamos fazer mais, ir além, quebrar estes paradigmas e sair da zona de reclamação e conforto de nossas igrejas, interagindo mais do fazem os que são joio. Acreditamos que a simples reclamação e apontamento dos erros é suficiente para mudar um quadro. Mas isso é um erro, Jesus não apenas reclamou, ele interagiu com o povo e lutou contra o espírito de religiosidade de sua época. É isso que precisamos fazer, e por isso concluo dizendo: O nosso problema não é a unção, mas a noção!

CRENTES TÓXICOS

Existe um problema sistêmico em toda organização que envolve pessoas, e a igreja não está isenta desta praga social. Refiro-me aqueles indivíduos que prejudicam, adoecem e matam com pequenas porções de veneno psico-emocional o Corpo de Cristo. Fazem uso da falsidade, da informação truncada, de uma mentira repetida, de uma história mal contada, para difamar e corromper amizades, projetos, sonhos e a unidade da Igreja. Estes “crentes” são tóxicos e fazem mal.

Como pastores, deveríamos administrar valores e princípios bíblicos, e não egos e vaidades. Essa toxina entre os crentes corrompe o Corpo e tira dele o foco principal, que é agradar o Cristo, Dono e Senhor da Igreja. Infelizmente pela falta de conhecimento bíblico, muitos se deixam corromper, por esta toxina que arranca a vida e semeia a morte do amor entre as pessoas. Deixando-nas secas e desconfiadas de tudo e de todos.

É por isso que aqueles, que antes eram grandes irmãos, tornam-se inimigos mortais. Aqueles que antes tiveram experiências de comunhão entre si, hoje competem em ministérios diferentes. Aqueles que faziam juras de amor, hoje trocam farpas publicamente. Esse é o trabalho dos crentes tóxicos, trazer desavenças e operar a discórdia no meio da comunidade. Viciando outras nessa toxina da discórdia.

Tolos são os que acreditam nessa toxina. Tolos os que se deixam levar por informações infundadas. Tolos aqueles que assassinam o valor de uma amizade e o potencial de uma relação, porque cegamente acreditam na discórdia, em detrimento do poder do amor.

Mas os que conhecem a Palavra sabem de antemão que no final o amor sempre vence. Isso é bíblico! Se um dia disseminarem a discórdia contra você, retribua com o amor. Não assassine o seu propósito, nem faça valer a opinião do teu inimigo. Quando retribuo na mesma moeda, torno-me igual aquele que me acusa. Esteja vacinado contra esse tipo de gente!

A Ele toda a Glória!

FILHO DO HAMAS DECLARA PUBLICAMENTE SEU AMOR POR ISRAEL

Fiquei impactado ao assistir este vídeo, uma declaração pública de um filho do sheik muçulmano Hassan Yussef, membro fundador do Hamas palestino, de seu amor hoje por Israel e sua conversão ao Deus de Israel. Assistam, e poderemos compreender melhor a razão das guerras no Oriente Médio.

APRENDENDO COM A FÉ DE TOMÉ - MP3

Uma pregação que relata a crise que pode acontecer, mesmo com alguém que professa a sua fé em Cristo. De todos os discípulos de Jesus, talvez o mais injustiçado seja Tomé, exatamente porque muitas vezes parecemos com ele.


Ouça a mensagem em áudio aqui:




JESUS ENSINA-ME A PERDER!


Vivemos em uma sociedade terrivelmente impessoal e consumista. Estamos acostumados a reter tudo que for possível para nós, sem nos preocuparmos com absolutamente nada. Dai os resultados que vemos hoje, na natureza, na sociedade, enfim, em tudo o que nos cerca.
O homem se tornou refém de sua própria ganância de ser o máximo em si mesmo. Sem externar, sem compartilhar, sem dividir. O ser humano não sabe perder. Não sabe perdoar, o ser humano não sabe ficar sem ter.
Por isso, precisamos reaprender a deixar de ter. A não possuir, pois aquele que tudo deseja unicamente para si, é o mais pobre dos seres humanos. O prazer de ter só poder ser potencializado se somos capazes de perder. Se adquirirmos algo, que somos incapazes de viver sem, então é esse algo que nos adquiriu.
Por isso hoje usamos muito mais as pessoas para conquistar coisas. E deixamos de lado pessoas, por causa das coisas, sejam eles materiais ou imateriais.
Quantos amigos você perdeu, por que foi incapaz de perder “aquela” discussão?
Quantos casamentos acabaram por que você foi incapaz de perder o seu orgulho?
Quantos familiares se desentenderam por que foram incapazes de perdoar uma dívida?
No quê está baseado nossas relações hoje em dia? Na perspectiva de ganhar alguma coisa!
Consigo entender a lógica arrebatadora de Jesus no sermão da Montanha, quando Ele diz que bem aventurado é aquele que chora, pois será consolado. Precisamos aprender a conviver com a perda, precisamos aprender a conviver com aquilo que deixou de ser nosso. Precisamos aprender a conviver com frustrações e sonhos não realizados.
Por isso acredito que riqueza e pobreza são dois lados de uma mesma moeda. Acreditar que bem aventurado é somente aquele que possui, é um grande erro de interpretação bíblica. Jó foi alguém que soube perder, perdeu com dignidade. Louvou a Deus pelo que Ele deu e por aquilo que Ele tirou. Saber perder não é conformar-se com a perda, mas entendê-la como necessária para uma outra perspectiva da vida.
Todas as vezes que perdemos, precisamos olhar a vida sem auto comiseração. Deus está nos dando uma nova chance de fazer aquilo que deixamos de fazer. Esta lição serve para muitas situações. Seja luto, seja falência, sejam relacionamentos destruídos. Uma das orações mais difíceis que podemos fazer é esta: “Jesus, ensina-me a perder!”

O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER?...TEOLÓGO???


Quando era menino, jamais pensei que um dia seria um teólogo. Imaginava outras profissões, não uma vocação para a idade adulta. Ser teólogo não é ser um profissinal da fé, mas um vocacionado por Deus. Já ouvi muitos questionamentos sobre teologia, dentro das igrejas. E é quase uma unanimidade, entre irmãos de algumas delas quando dizem: “Cuidado, se estudar teologia perderá a fé!” Será que a teologia não é importante ou necessária nos dias de hoje? Tudo o que precisamos é somente declarar nosso amor por Jesus?
A reforma protestante nasceu como marco dessa mudança de paradigma. Teologicamente a igreja estava tão afastada do propósito de Deus, que se transformou em uma instituição voltada para dentro de si. Era necessário voltar para a iluminação das escrituras. Se hoje existem igrejas denominacionais, pentecostais, históricas e até mesmo aqueles que acreditam que podem ser crentes sem uma igreja, saibam que para isso houve a necessidade de uma reforma teológica, uma volta as doutrinas bíblicas.
No AT, quando o povo de Israel se rebelava contra Deus, ele levantava uma profeta que trazia novamente a “doutrina” do culto monoteísta ao povo. Jesus afirmou que seu propósito era cumprir toda a lei, através da aplicação prática da doutrina no dia a dia, passava dias na sinagoga “ensinando” todo o povo, e João afirmou que Ele era a própria Palavra da Verdade. Deus ao longo da história levantou reformadores, que tinham como único objetivo despertar a igreja de sua apatia e carnalidade, trazendo novamente a reflexão teológica à tona. Enfim, Deus, contou, conta e sempre contará com os teólogos para re-escrever a história.
Portanto, negar a teologia, é negar o próprio Deus. A razão, em nossos dias tem dado lugar ao “sentir” e “perceber” como se a nossa relação com Deus fosse unicamente extra-sensorial. O que não é verdade, Deus se revela na sua Palavra e nas coisas criadas. Amar a Deus é amar a sua palavra, e se devotar a estudá-la e aprender Dele, através da revelação contida na Escritura Sagrada.
Nossa sabedoria, mentalidade, conhecimentos, intelecto, isto é, aquilo que nos difere da maioria dos animais, é e deve ser usado, como instrumentos de adoração a Deus, como? Estudando Teologia, adquirindo “conhecimento a respeito de Deus”.
Vivemos em uma geração facilmente influenciada pela visão de um líder carismático, e se for pragmático também, melhor ainda, pois responde a necessidade do mercado religioso. Tornamo-nos cativos de argumentos que derrubam todo esforço intelectual dentro das igrejas, substituindo a plenitude do Espírito, pela distração ministerial, promovendo doutrinas inúteis e uma vida fadada a mortandade espiritual.
A Boa teologia é aquela pautada nos textos bíblicos, que gera vida abundante, pra quem dela se vale, e que não satisfaz os caprichos humanos. Teologia nada mais é do que o entendimento de quem Deus revela ser e quais os seus feitos por nós. Teologia diz respeito a vida diária, ao nosso relacionamento com Deus e com os outros, e a maneira como nós olhamos o planeta e a criação. Teologia envolve tudo o quê vemos, e até o que não vemos. Teologia são para aqueles que amam a Deus e que jamais gostariam de decepcioná-lo. Estudar teologia é um sinal de maturidade espiritual, como Paulo afirmou:
“Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino." (1 Coríntios 13:11)

NÃO HÁ FUTURO PRA QUEM VIVE DO PASSADO!


                       
                    “Pare de olhar para onde esteve e comece a olhar para onde pode estar." Esta é a frase qe sintetiza o que quero falar neste post. Somos chamados à olhar para a frente. Apenas voltamos o rosto, para nos lembrar de quais erros não devemos cometer no futuro. Mas parar para lamentar e ficar pensando no que poderíamos ter feito ou não, é um terrível desperdício de energia e reflexão.

Paulo deixou muito claro sobre o que pensar do passado, na sua carta aos Filipenses: "Esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus" (Filipenses 3:13-14). 
Jamais poderemos ter pensamentos alegres acerca do futuro enquanto alimentamos as tristezas do passado. Phillip Raskin mencionou: "Aquele que desperdiça o hoje lamentando o ontem desperdiçará o amanhã lamentando o hoje.”
Não temos permissão para mudar o passado, mas não precisamos condenar nosso futuro por causa dele. Lembre-se sempre, o melhor ainda está por vir! Existem pessoas que apenas vivem da reputação do passado, ou se lamentam por aquilo que o passado lhes tirou. Mas os verdadeiros “bons tempos”, aqinda irão acontecer.
O cristão é ministrado diariamente pelo Espírito Santo a renovar sua esperança. Isto é, acreditar sempre que o presente está construindo um futuro melhor. Ainda não entoamos nossas melhores canções. Ainda não pintamos o nosso melhor quadro, ainda não demos a nossa melhor risada. Repare no que aconselha Eclesiastes 7:10: "Não diga: 'Por que os dias do passado foram melhores que os de hoje?'. Pois não é sábio fazer esse tipo de pergunta."
Nunca permita que o passado ocupe todo o seu presente. Evite pensar demais no passado. Não há nada tão distante quanto uma hora atrás. Saiba que o seu passado jamais se igualará ao seu futuro.

JESUS E O M.M.A.

Hoje em dia, o esporte que mais cresce no mundo é o famoso MMA - Mixed Marcial Arts (Artes Marciais Mistas), representado pela trupe de Dana White com o seu UFC, e isso é indiscutível. Mas que relação este esporte, considerado um dos ”mais violentos do momento” possui com o Jesus dos Evangelhos. Eu lhes digo: Tudo a ver! Isso mesmo, Jesus e o MMA têm tudo em comum.
Geralmente os mais religiosos se escandalizam, quando promovemos eventos de luta dentro das igrejas, mas olhar deste ponto de vista, só mostra a pequenez das cabeças e corações religiosos.
Um lutador pra chegar no octógono precisa ser disciplinado, corajoso, valente e fiel ao compromisso de conquistar um título, qualidades estas que Deus observou nos grandes heróis da fé do Antigo e Novo Testamento.
Será que o mesmo Deus que ajudou Josué, Davi ou mesmo Gideão em suas batalhas, diga-se de passagem, muito mais sangrentas que a mais violenta luta de MMA, não olharia e se orgulharia destes lutadores. Afinal o objetivo deles é muito mais nobre, pois eles são profissionais, e não colocam a vida um dos outros em risco! Seus objetivos são apenas a coroação de seus treinos com um título de reconhecimento de que foram os melhores.
Tenho o privilégio de ser pastor de uma igreja, onde amanhã acontecerá um evento de MMA (dia 25/01/2012), e estou orgulhoso pela vontade do ministério de Jovens fazer acontecer um evento como esse, pois isso mostra que a perseverança, o comprometimento, e a disciplina ainda são valores que não estão perdidos na sociedade, e principalmente nos jovens.
Acredito que o espírito de um evento deste motiva outros garotos e garotas a procurarem alcançarem objetivos mais nobres. A Vida é uma luta! Até mesmo no céu houve lutas (Ap 12:7). Jesus mostrou que a vida é constituída de aflições, o mundo não é para os fracos, enfim...,poderia citar um monte de frases, mas fico com uma frase citada por Paulo, que viu nos gladiadores de seu tempo uma inspiração para a vida da fé: Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé”.2 Timóteo 4:7
Maiores informações sobre o: 1 Power Vida Fight – Lutando pela vida.

PORQUE ALGUMAS IGREJAS NÃO CRESCEM?


Amigo(a) pastor(a), vamos refletir um pouco mais sobre a gestão de nossas igrejas dentro da realidade brasileira. Quantos de nós, pastores e líderes de ministérios já paramos para pensar sobre o que fazer para criar um ministério com raízes sólidas, não tendo sempre que gerenciar crises, mas sim gerenciar seus resultados benéficos e um crescimento saudável?

Vivendo por longos em meio a inúmeros líderes, venho pesquisando quais são os prováveis fatores que levam um pastor a manter sua igreja por anos sem inovar, sem estruturar e sem avançar em seu ministério. Tenho me deparado com igrejas que há mais de 10 ou 15 anos ainda não conseguiram criar uma equipe ministerial estruturada, não possuem um departamento de gestão ministerial e muito menos um departamento financeiro transparente, funcional e objetivo.

Muitos se utilizam da própria igreja como um meio de subsistência, uma forma de garantir o sustento da família sem necessariamente precisar trabalhar para alguém. A questão é que o pressuposto da criação de uma igreja não é para subsistência e sim para o crescimento e desenvolvimento, possuindo um papel muito especial na sociedade, para geração de vidas transformadas e fortalecimento da camada social local. A manutenção financeira do pastor é uma consequencia do bom desempenho realizado pelo foco ministerial da igreja, que são em primeiro lugar, as pessoas.

Tenho observado dentro de um número de amostragem bem significativo, que a igreja tem a cara do seu pastor, muitas vezes ela é a extensão de sua personalidade, ou de suas características pessoais. Percebemos claramente que um líder que se identifica mais com a área ministerial provavelmente terá ou tem problemas com as áreas administrativas ou financeiras e vice versa.

Outro fator que tenho observado como limitador de crescimento ministerial, lembrando que estamos navegando em nossa reflexão dentro da pequena e média igreja, é a postura do pastor. Como assim? O pastor é aquele que “trabalha O negócio” e não trabalho NO negócio”. Pastores tendenciosamente assumem papéis que deveriam delegar com mais facilidade, promovendo o desenvolvimento dos outros líderes no ministério, e podendo ter uma visão mais global da igreja.

Quais as origens de comportamentos tão diferentes como os citados acima? Uma das várias respostas é a falta de algumas competências como líderes ministeriais que devem ser investigadas, descobertas e posteriormente desenvolvidas.

Que Deus abençoe o seu ministério e a sua gestão como lider.

A MALDIÇÃO DA INVEJA EVANGÉLICA!


“Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e porfia, mas outros de boa vontade.” (Fp 1:15)
Infelizmente evangélicos têm inveja, isso é uma incoerência com o Espírito do Evangelho, mas infelizmente uma triste verdade. E pior, faz parte principalmente, do universo das lideranças eclesiásticas. Um grande número de líderes pregam por inveja, louvam por inveja, promovem-se por inveja e crescem por inveja. Apesar de estarem fazendo coisas corretas e louváveis, sua motivação é mortal e venenosa. 
O invejoso ignora tudo o que é e possui para cobiçar o que é do próximo. A inveja é frequentemente relacionada com a cobiça, que é um desejo por riqueza material, a qual pode ou não pertencer a outros.
A inveja surge do sentimento de que somos incapazes de viver nossos próprios sonhos, de alcançar nossas metas e realizarmo-nos. Por isso, o exemplo daqueles que realizam algo, faz o invejoso lembrar aquilo que ele não “é” capaz de fazer. “A inveja é um pecado do espírito, é o “câncer da alma” (Richard Condon) – é considerado depois do orgulho o segundo pior pecado capital.
A inveja é quando desejamos exatamente o que é do outro, ou desejamos que o outro não tenha aquilo que lhe é de direito. O outro deixe de ser um referencial e passa a ser uma acusação a “suposta” inferioridade do invejoso, por não ter aquilo que o outro possui. A inveja entre em ação quando a felicidade e o sucesso do outro fere o invejoso amargamente.
Hoje é comum ministério que nascem desta motivação, mensagens que são pregadas com esta motivação e líderes que buscam visibilidade por esta motivação, a inveja. A inveja ufana o invejoso de que ele é capaz de conquistar e ter aquilo que o outro conquistou e tem, mas essa motivação maligna, o joga no existencialismo ilusório de ganhar vendo o outro perder. 
A inveja mata, principalmente quem dela se vale para ser e ter o que não é e não pode. Não nos enganemos, os maiores males da igreja não estão fora dela, mas dentro dela. Um ministério construído com inveja gera desgraças, conflitos, confusões, divisões e asfastamentos contínuos. Quando a inveja se instala na motivação de um líder arruína projetos e sonhos no coração de Deus.
Perdoem-me os mais puritanos, mas a máxima popular é real: “ A inveja é uma m...!”

2012 - NOVOS SINAIS EM ISRAEL E UM TEMPO DE AVIVAMENTO!

A algum tempo atrás, vi pela internet, através de alguns sites cristãos, uma  enxurrada de afirmações sobre a profecia de Ezequiel 47 e um fenômeno chamado “Bolaines” ou em inglês “sinkhole”, que seriam grandes buracos de água doce aparecendo nas margens do Mar Morto. Alguns pastores promoveram seus ministérios com este assunto, baseados em pura especulação sobre o tema, e este assunto também está relacionado com o que vem acontecendo geologicamente com o Mar Morto.
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O Mar Morto  יָם הַ מֶּ לַ ח, Yam HamMélaḥ, "Mar de Sal", também  יָם הַ מָּוֶת, Yam HamMāweṯ, "Mar da Morte"), também chamado de Mar Salgado, Na verdade ele é um grande lago de sal. O Mar Morto está localizado exatamente ao sul do local onde antes foram as famosas cidades de Sodoma e Gomorra (Gn 19). Afirmam alguns que esta é a razão pelo intenso cheiro de enxofre na região. Mais de 1000 buracos tem se desenvolvido na costa do Mar Morto, e mais de 80% destes buracos começaram a partir de 1997.
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Buracos misteriosos, com cerca de 30 metros de diâmetro por 7 de profundidade em média, começaram a surgir nas praias salgadas do Mar Morto e, de dentro deles, surpreendentemente, águas passaram a transbordar! Águas que, apesar de brotarem de um solo extremamente salgado, CONSERVAM-SE DOCES E SAUDÁVEIS! Apesar destas singulares situações, precisamos reconhecer que é bem provável que profecia de Ezequiel descreva um rio espiritual, e não um literal. A topografia necessária para o aumento da profundidade sobre a distância que Ezequiel especificou não se encaixa na paisagem do local em Jerusalém.

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Muitos interpretam este rio como um rio literal no futuro. Mas este rio é uma metáfora espiritual, e ele representa a vida espiritual e de cura para o fluxo da humanidade que crê na soberania de Deus. Creio que os bolaines ou Sinkholes são sinais proféticos de que um tempo sem igual é chegado. Talvez a última grande onda de avivamento oferecido por Deus para a nossa geração antes da volta de Cristo. Apesar de todas estas especulações uma novidade vem chamando muito a atenção desde Agosto de 2011. Um rio descoberto nas galerias subterrâneas de Jerusalém, conforme relatado pelo Jornal Jerusalém Post.

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Este rio subterrâneo é semelhante a dois outros rios na Bíblia: o rio que flui para fora do Jardim do Éden (Gênesis 2:10) e o rio que fluirá na Nova Jerusalém durante o estado eterno (Ap 22:1 - 2;.. cf Sl 46:4; 65:9; Joel 3:18, Zc 14:8. Como o rio em Apocalipse, aquele em Ezequiel fluirá a partir do trono de Deus, pois Ele é a fonte de ambos os rios.  No entanto, haverá um templo na terra milenar, mas não haverá um no estado eterno (Ap 21:22). O rio em Apocalipse também descia a rua da cidade, mas Ezequiel não mencionou nenhuma cidade ao leste do templo, apenas uma ao sul (45:6). Parece que Ezequiel e João viram dois rios diferentes, mas o propósito de ambos os rios foi o mesmo. E é isto que Deus está nos falando nestes dias através deste sinais geológicos: Deus será a fonte de fertilidade, bênção e saúde neste ano de 2012.

QUE ESTE ANO SEJA UM ANO ABENÇOADO E CHEIO DA VIDA DE DEUS EM SUA VIDA. COMECE O ANO MEDITANDO NA PALAVRA DE DEUS E NA SUA SOBERANIA. DEUS O ABENÇOE RICAMENTE.