PORQUE ALGUMAS IGREJAS NÃO CRESCEM?


Amigo(a) pastor(a), vamos refletir um pouco mais sobre a gestão de nossas igrejas dentro da realidade brasileira. Quantos de nós, pastores e líderes de ministérios já paramos para pensar sobre o que fazer para criar um ministério com raízes sólidas, não tendo sempre que gerenciar crises, mas sim gerenciar seus resultados benéficos e um crescimento saudável?

Vivendo por longos em meio a inúmeros líderes, venho pesquisando quais são os prováveis fatores que levam um pastor a manter sua igreja por anos sem inovar, sem estruturar e sem avançar em seu ministério. Tenho me deparado com igrejas que há mais de 10 ou 15 anos ainda não conseguiram criar uma equipe ministerial estruturada, não possuem um departamento de gestão ministerial e muito menos um departamento financeiro transparente, funcional e objetivo.

Muitos se utilizam da própria igreja como um meio de subsistência, uma forma de garantir o sustento da família sem necessariamente precisar trabalhar para alguém. A questão é que o pressuposto da criação de uma igreja não é para subsistência e sim para o crescimento e desenvolvimento, possuindo um papel muito especial na sociedade, para geração de vidas transformadas e fortalecimento da camada social local. A manutenção financeira do pastor é uma consequencia do bom desempenho realizado pelo foco ministerial da igreja, que são em primeiro lugar, as pessoas.

Tenho observado dentro de um número de amostragem bem significativo, que a igreja tem a cara do seu pastor, muitas vezes ela é a extensão de sua personalidade, ou de suas características pessoais. Percebemos claramente que um líder que se identifica mais com a área ministerial provavelmente terá ou tem problemas com as áreas administrativas ou financeiras e vice versa.

Outro fator que tenho observado como limitador de crescimento ministerial, lembrando que estamos navegando em nossa reflexão dentro da pequena e média igreja, é a postura do pastor. Como assim? O pastor é aquele que “trabalha O negócio” e não trabalho NO negócio”. Pastores tendenciosamente assumem papéis que deveriam delegar com mais facilidade, promovendo o desenvolvimento dos outros líderes no ministério, e podendo ter uma visão mais global da igreja.

Quais as origens de comportamentos tão diferentes como os citados acima? Uma das várias respostas é a falta de algumas competências como líderes ministeriais que devem ser investigadas, descobertas e posteriormente desenvolvidas.

Que Deus abençoe o seu ministério e a sua gestão como lider.

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