27 de jun de 2012

APRENDENDO COM A FÉ DOS CORINTHIANOS...


Já vou logo dizendo, sou são-paulino! Mas creio que podemos aprender muito sobre fé e espiritualidade observando torcedores em um jogo de futebol. Tenho acompanhado, como admirador de futebol, (afinal, estou cercado de corinthianos em casa) a campanha do Corinthians na taça Libertadores da América. E que sofrimento, mas a torcida não esmorece. O útlimo jogo entre o Timão e o Santos foi equilibrado e tenso. Inúmeras vezes, as câmeras observaram as expressões dos torcedores e eles estavam vivendo, ansiosos, as decisões dos pés de cada jogador.
O que move um time, todos sabemos, é a sua torcida. Time sem torcida não recebe mérito algum. Ninguém jogo apenas pela equipe, mas por algo muito maior que a equipe. A torcida é a força motora de um time, e muitas vezes, é a torcida que leva a equipe para a vitória. Portanto, a pergunta principal é: O que motiva uma torcida? E a resposta é, a Fé. Isso mesmo! A fé move a torcida, que crê, por pior que seja o time, que pode vencer, e que pode atravessar as barreiras e conquistar um campeonato.
Esse clima que vem da arquibancada, essa “fé”, movimenta milhares de pessoa em um mesmo propósito. Milhares de pessoas, com vidas completamente diferentes, se unem e se abraçam por uma mesma causa. Diferentes classes sociais, torcem e vivem por um mesmo objetivo, que é ver a vitória do seu time. Pulam, gritam e se envolvem naquelas duas horas. Estão envolvidos com toda a força movimento o time. Jogam onze profissionais, mas o que faz um time acontecer, são as milhares de pessoas na arquibancada que acreditam naquele time. Talvez seja por isso, que futebol e religião não se discutem! Que maravilhoso, ver as diferenças econômicas, sociais e ideológicas desaparecerem, quando todos em uníssono torcem pelo time.
Não seria isso um exemplo, uma analogia do nosso culto à Deus? Não deveríamos estar em unidade de “espírito” motivados pela vitória de alcançar o prêmio principal? Não deveríamos deixar de lado nossas diferenças culturais, sociais e até mesmo ideológicas, para juntos caminharmos no time dos apóstolos, aqueles onze e depois doze, que deram a sua vida por uma causa tão nobre? Será que não podemos aprender com as torcidas de um grande time, a desenvolver melhor a nossa espiritualidade cristã? Será que não se encaixa perfeitamente as palavras de Jesus neste contexto: “Pois os filhos deste mundo são mais astutos no trato entre si do que os filhos da luz.” (Lucas 16:8b).
Existem torcedores fanáticos, entusiasmados, que expressam sentimentos calorosos e intensos pelo seu time. Independentemente das falhas, do zelo, dos excessos, o fato é que todos vestem a camisa do seu time, e defendem arduamente aquilo que crêem, que ele está no melhor time, na melhor torcida, na melhor fase. Não importam as derrotas, ou até mesmo se não tiveram vitórias, o que importa é que eles crêem! E crêem pra valer. Talvez devéssemos aprender com eles, os corinthianos, ou santistas, ou são-paulinos, ou palmerienses, qualquer torcedor de verdade tem algo para nos ensinar; o entusiasmo em crer na vitória do time do Evangelho de Cristo!

7 de jun de 2012

CARTA ABERTA AOS PASTORES DA VIDA NOVA

Quando cheguamos (eu e a Silvia) na Igreja Apostólica Vida Nova, éramos como algumas das ovelhas que lá chegam. Desconfiados, machucados e marcados pela ingenuidade, imaturidade, preconceitos e religiosidade que praticávamos, oriundas de outras experiências, de outros ministérios, de leituras particulares, tentando encontrar culpados para o momento em que atravessávamos, mas no fundo sabíamos, éramos terra seca.
Lembro-me de uma tarde de libertação no escritório da igreja, em que participei, junto com minha esposa, e com eles, então para nós ainda “desconhecidos”, Willy e Janete. Enquanto nos ouviam, nossos demônios e temores, saíram pelas lágrimas de amargura e tristezas destas experiências passadas. Ali começou uma jornada rumo à uma Vida Nova, não falo de uma igreja, mas da experiência de fazer parte de uma família. Choraram conosco, lutaram conosco e se alegraram conosco. Achei que não encontraria mais verdadeiros pastores, mas sim, eles existem! 
Logo então fomos levados à conhecer um casal de pastores, que possuem um ministério de intercessão muito bem estruturado, e claro, mais uma surpresa, aprendemos que pastor também ora, e é nesse pilar que fazemos um verdadeiro ministério! Oração na VN é levada a sério. E aprendi que a oração é o fôlego da alma na vida de um pastor. Conhecemos o Paulo e a “grande” Dinéa, que força que eles deram pra gente! E aprendi que existem amigos de verdade, e em alguns momentos, são mais chegados que irmãos.
Logo em seguida, conheci o corpo de pastores da VN. O pastor Airton, nosso grande contador de histórias muito boas de ministério. O pastor Domiciano Andrade, que coloca seu sobrenome em todo mundo, porque perto dele a gente se sente da família. O pastor Silvio que batalha firme pra cada membro da igreja aprender mais sobre a Palavra de Deus. O pastor Marco Antonio Duarte (guarde esse nome!) que é o delegado de polícia mais “pastor” que eu já conheci na vida. 
Os pastores de jovens, Roberto e Simone, que ajudam os pais da igreja a serem pais de filhos melhores. Os pastores Wagner e Fabrícia, que proporcionam nada menos que um “Encontro com Deus” aos novos membros da família VN. Aos restauradores, pastor João e pastora Ana Amélia, que toda “segundona” a noite, ministram vidas e restauram histórias naquela igreja. A pastora Cristina, que cuida com afinco das células nos lares, a pastora Nira que assiste as necessidades daqueles que quase ninguém assiste.
Aos pastores Geraldo e Vânia, que cuidam dos casais da nossa igreja. Aos pastores Edgar e Rita pelo ministério de Adoração da VN. Aos pastores Marcos e Arlete  responsáveis pela cantata mais famosa da Mooca, e que tornam o nosso culto possível  e perfeitamente audível. Aos pastores Walter e Marisa, que ensinam a gente a cuidar de uma parte importante das nossas vidas, nossas finanças. A pastora Nazaré, enfermeira de corpos e de almas na Vida Nova. E claro, não podia esquecer de jeito nenhum, dos pastores: Neiva, Dora, Seitiro, Olga, Magali, Marcelo e Ana (quase lá), essa gente faz a gente querer ser bons pastores. Se esqueci de alguém, perdoem-me...
Escrevi esta homenagem porque esta semana é comemorada o DIA DO PASTOR. Dia 10 de JUNHO. Tenho o privilégio de fazer parte deste time. Valeu galera. Sigamos em frente. Nosso Sumo Pastor, Jesus de Nazaré, merece o melhor desta terra. Vemos longe, porque estamos apoiados em ombros de gigantes. Deus os abençoe ricamente.

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SAIR DA IGREJA LOCAL OU LUTAR POR ELA?

Há uma grande realidade acontecendo todos os domingos em milhares de igrejas no Brasil e quiça no mundo. Pessoas estão saindo de um mini...