22 de ago de 2013

CINCO OBSERVAÇÕES SOBRE A "MULHER DO PASTOR"


Existe uma figura central na vida da igreja, que muitas vezes é abusada, julgada e menosprezada por questões diversas, que é a “mulher do pastor”. Geralmente ela é um grande pilar dentro de sua casa, na vida de seu marido, na criação dos filhos, e até na administração do lar, por conta dos atributos e afazeres do marido em relação a igreja.

Seu trabalho é um trabalho que não é visto ou percebido pela membresia da igreja, mas que é imprescindível para o bom funcionamento do marido no dia a dia do ministério. Nesta reflexão considero algumas proposições relevantes para pensar no papel da esposa do pastor.

1. As esposas sofrem juntamente pelo ministério do marido. Em alguns momentos, minha esposa desejou que eu tivesse um emprego diferente, porém mais do que o meu trabalho, ela sempre apoiou o meu chamado. As esposas sofrem com os salários miseráveis, com as horas intermináveis de aconselhamento, reuniões e planejamento, e até com as amizades falsas que confabulam com a saída do marido na liderança do ministério. E o pior, sofrem em oração, intercessão e motivação, pois muitas estão juntas sem poderem fazer muita coisa, a não ser dizer ao marido: “Estou com você em tudo!”

2. As esposas sofrem julgamentos precipitados. É muito difícil conviver com os olhares julgadores. Ser esposa de um pastor não se traduz na mesma reverência. A esposa é sempre examinada pelos membros: cabelos, unhas, sapatos, roupa, carro, filhos, e até investidas de outras mulheres no próprio marido, enfim, convivem com os olhares e percepções distorcidas de outras pessoas, que pouco sabem ou convivem com o dia a dia da família pastoral.

3. Muitas esposas trabalham para ajudar na renda familiar. Apesar da mídia falar da “riqueza dos pastores” a grande maioria das igrejas e dos pastores, mal conseguem sobreviver com o salário da igreja, e precisam que suas esposas trabalhem fora e os ajudem na renda da família. Além de todo o compromisso ministerial e exigência pessoal, precisam apoiar o rendimento da família. Absurdamente, muitas pessoas pensam que o pastor "vive pela fé", que significa na cabecinha de alguns desavisados; viver de vento.

4. Muitas esposas sofrem caladas. Quantas coisas uma esposa não gostaria de compartilhar com o marido? Principalmente suas preocupações! Mas quando o marido é um pastor, a coisa é um pouco mais complicada, pois um pastor na grande maioria das vezes é o para-raio da congregação, por isso ele chega com a cabeça cheia de problemas dos “outros” e a esposa do pastor, entrega seus temores a Deus para, em algumas situações preservar o marido de sofrer ainda mais.

5. O sucesso do ministério depende muito da esposa do pastor. Aquele ditado que diz: “Atrás de um grande homem, existe uma grande mulher”, também é válido para o ministério pastoral. Portanto é real que, quando a mulher do pastor é uma mulher de Deus, o homem também o será.

Agradeço à Deus pela minha mulher, esposa e principalmente amiga. Ela é a maior prova de que Deus me deseja no ministério, pois colocou uma mulher valente do meu lado. Agradeço à Deus pela esposa do meu pastor, que convive com todas as demandas e é confidente e auxiliadora dele em tudo. Agradeço pelas igreja e membros que reconhecem na mulher do pastor a autoridade necessária e a respeitam como respeitam seus pastores. Que Deus abençoe as esposas, pastoras, bispas e apóstolas de nossos dias.

Um bom site para as esposas e pastoras: http://www.mulheresemdeus.com.br/index.html

7 de ago de 2013

ENQUANTO O FILHO MATA SEUS PAIS A BÍBLIA VAI SE CONFIRMANDO


“Porque o filho despreza ao pai, a filha se levanta contra sua mãe, a nora contra sua sogra, os inimigos do homem são os da sua própria casa.” (Miquéias 7:6)

É extremamente difícil aceitar a maldade infantil. Imaginar que podemos estar próximos de crianças com traços monstruosos em suas mentes. Crianças que não se importam com o sofrimento e dor que causam. Mentem, manipulam, maltratam e até matam.

Numa cidade grande como São Paulo é comum ouvirmos casos de menores infratores envolvidos em assassinatos, estupros, assaltos, e outros crimes hediondos, mas esta semana o que chamou a atenção de toda a mídia foi uma chacina na zona norte. Um casal de policiais foi morto, além do filho e das avós. O que chama a atenção neste caso 
é o fato de que o principal suspeito é o único filho do casal. Um garoto de apenas 13 anos de idade, que não chamava a atenção de ninguém e não possuía nenhuma atitude suspeita ou que levantasse indícios de que era uma psicopata.

Cientificamente algumas linhas da psicologia e psiquiatria moderna atestam que algumas crianças já nascem pré-dispostas a se tornarem psicopatas. Afirmam que ganhamos de presente de nossos pais e antepassados uma composição genética específica, que gera uma certa tendência ao distúrbio  psicótico. Mas nenhum gene age no vácuo, é necessário um ambiente que favoreça tal comportamento. Neste caso o pré-adolescente era filho de policiais, o que favorecia uma certa intimidade com situações e conversas do tipo. A medicina já diagnosticou casos de psicopatia e transtorno de condutas em crianças de até nove anos de idade.

Apesar das investigações dependerem dos laudos técnicos da polícia, ainda é precipitado afirmar que foi o pré-adolescente que matou a família, porém se o caso ficar confirmado, apenas concluiremos que a nossa geração está caminhando de acordo com o diagnóstico bíblico de nosso tempo: “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem...” (2Timóteo 3:1-3)

Escatologicamente, estamos caminhando para o precipício social, para a relativização dos valores da família, para o afrouxamento da sexualidade. Crianças estão nascendo dentro deste caos moral e se tornando sementes da maldade, estes são os rebentos do século XXI. Esse menino que “supostamente” matou seus parentes, nasceu no ano 2000. Nasceu debaixo do terrorismo talibã do 11 de setembro, da guerra do Iraque, da internet livre, do sucesso do UFC, dos lançamentos de Assassin’s Creed, de filmes como Mercenários, enfim, ele nasceu numa época em que a violência se tornou o grande ídolo. Este menino nasceu em tempos noéticos: “A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência.”(Gênesis 6:11).

A face angelical deste menino na foto, esconde a psicopatia luciferiana. A marca da besta em nosso tempo é a violência em seu mais alto nível, tomando mãos e mentes de crianças inocentes e fazendo o futuro reviver o passado cruel dos dias de Noé. É queridos irmãos estamos mesmo perto do fim!

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